Filmes
Séries
Programas
Os anos 70/80 foram os mais proficuos na extensa filmografia de Woody Allen mas em nenhum outro está tão engraçado e com atuações tão coesas quanto nesta adaptação de Tchecov. As reflexões sobre a vida e morte nunca tiveram um tratamento com leveza e profundidade. Somos envolvidos nesta filme maduro e aconchegante.
Agnés Varda apresenta sempre um olhar sensível sobre as relações e as dúvidas da própria existência e seus (des)propósitos. Há beleza na crônica de uma mulher e sua espera, mas nessa espera há muitos aconteceres e muita vida. Varda também não foge dos contextos políticos e nem de suas posições (de esquerda). Em belo preto e branco, não há como não amar Cleo! Quero também lembrar de outro filme extraordinário da diretora, "As ...
Leia Mais
Leia Mais
É um Scorsese, se não dos melhores, mas bom e digno, principalmente Paul Newman, que refaz o personagem Eddie Felson de "Desafio à Corrupção". O velho e o novo (Tom Cruise) se encontram no desafio de mesa de bilhar e a sinuca da vida. Exuberância técnica e típica de Scorsese.
Dois anjos em Berlin; um deles se apaixona e o desejo o torna humano. Várias são as reflexões, inclusive sobre a existência, e depois, queda, do muro. Um pungente Wenders, e ainda tem Peter Falk!
spoiler:
O espaço é tema desde os primórdios do cinema (fascinação que vai de Mélies a Kubrick). Cuarón apresenta a aventura da sobrevivência e os efeitos impressionam. Duas fobias a serem superadas pelo espectador: a falta de ar e a sensação de não sentir os pés. Sandra Bullock está sexy, e tem a cena na posição fetal; de calcinha está ótima, lembrando a Sigourney Weaver de Alien. De Cuarón prefiro "E tua mãe também", mas é bem de outra época.
O extraordinário no ordinário da vida. A família e suas relações no Japão em transformação. Obra prima absoluta do mestre Ozu.