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Assisti ontem o impactante filme Espero tua (re)volta. A sensação que me ficou é de que ele nasce como um clássico deste período histórico conturbado em que vivemos.
Espero tua revolta_Your turn dá corpo de carne e osso às manifestações estudantis, ao trazer à cena as marcas das desigualdades sociais e dos preconceitos vividos pelos estudantes que parem os protestos.
Assistimos ao empoderamento das crianças, de 14, 15, 16 anos, administrando um cotidiano coletivo nas ocupações, definindo temáticas a serem debatidas e incorporando as reflexões sobre elas na vivência compartilhada.
No desenrolar do filme somos envolvidos por uma São Paulo em guerra, intensa, onde os estudantes buscam abrir brechas por entre suas ruas, por entre a população, para suas vozes e seus corpos ecoarem ideais de igualdade, de oportunidades, de liberdade, de ensino de qualidade.
Acompanhamos o embate subjetivo desta juventude sonhadora com a força bruta policial, com a concretude das prioridades do orçamento público, tirando verba da merenda escolar e investindo em bombas, tornando irrespirável o ar, gerando ansiedade e medo.
Os acontecimentos são narrados em diálogo por 3 estudantes envolvidos nas ocupações, com visões diferentes sobre o movimento estudantil e sua condução política, permitindo ao expectador mais este viés de abertura para olhar a história em movimento exposta na tela.
É um filme que nos acompanha quando a projeção termina. Saí com o olhar no horizonte incerto de nosso país, com os protagonistas acolhidos afetivamente, e a certeza de que é com o corpo construído socialmente e atuante no coletivo, que podemos remodelá-lo e à sociedade.
Parabéns Eliza Capai e equipe do filme!
Espero tua revolta_Your turn dá corpo de carne e osso às manifestações estudantis, ao trazer à cena as marcas das desigualdades sociais e dos preconceitos vividos pelos estudantes que parem os protestos.
Assistimos ao empoderamento das crianças, de 14, 15, 16 anos, administrando um cotidiano coletivo nas ocupações, definindo temáticas a serem debatidas e incorporando as reflexões sobre elas na vivência compartilhada.
No desenrolar do filme somos envolvidos por uma São Paulo em guerra, intensa, onde os estudantes buscam abrir brechas por entre suas ruas, por entre a população, para suas vozes e seus corpos ecoarem ideais de igualdade, de oportunidades, de liberdade, de ensino de qualidade.
Acompanhamos o embate subjetivo desta juventude sonhadora com a força bruta policial, com a concretude das prioridades do orçamento público, tirando verba da merenda escolar e investindo em bombas, tornando irrespirável o ar, gerando ansiedade e medo.
Os acontecimentos são narrados em diálogo por 3 estudantes envolvidos nas ocupações, com visões diferentes sobre o movimento estudantil e sua condução política, permitindo ao expectador mais este viés de abertura para olhar a história em movimento exposta na tela.
É um filme que nos acompanha quando a projeção termina. Saí com o olhar no horizonte incerto de nosso país, com os protagonistas acolhidos afetivamente, e a certeza de que é com o corpo construído socialmente e atuante no coletivo, que podemos remodelá-lo e à sociedade.
Parabéns Eliza Capai e equipe do filme!