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Diverido, mas um tanto pastelão. As tiradas são boas e a dupla funciona, mas foge a naturalidade e força em certas partes.
Lembra uma versão atualizada de Kill Bill, mas para nas referências, pois logo o roteiro vai por outro caminho. É divertido, nada pra ser criticado, pois é um excelente trash, não deve ser levado a sério.
Nostalgia. Esse sentimento permeia o roteiro e nos transporta no tempo em que os filmes eram feitos de forma leve, para divertir e entreter sem exigir muito. Um deleite aos fãs, hoje adultos, formados por referências pop tão marcantes como essa, na qual somos brindados com um elenco incrível em meio ao mundo fashion e trilha sonora impecável. Não tem novidade, apenas se propõe atual ao tempo em que vivemos, ou melhor, a novidade, pode ser ...
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Acho que só eu não gostei desse filme. Mas ele realmente é parado e até cansativo. Adoro a atuação de Ryan, mas senti que falta algo ali. A premissa é boa, mas o conjunto não agrada.
Péssimo. Filme desconexo, sem um roteiro e mal feito. Tudo deixa a desejar. Começa sem pé e termina sem cabeça. Detestei.
O primeiro é melhor, mas esse também não deixa a desejar. A complementação é justa e cabe bem na história. Bom ver grandes nomes aí.
Apesar de ser um roteiro bem interessante, o filme é fraco. Talvez falte direção...pois as cenas são meio que forçadas, perdendo a eessência dos argumentos.
Uma versão bastante pop, e digo, a primeiro que realmente gostei de todas que assistir. Até melhor que o livro. O elenco e elementos usados, tornam o longa feito para agradar essa geração, destacando trilha sonora, cenas intensas, fotografia excelente e claro a caracterização impecável. Podemos dizer que o clássico ficou palatável.
Sinceramente, não entendo o Oscar desse filme. Um enredo bem misturado, que tenta realizar uma crítica social junto com algo parecido com comédia que não agrada em nenhuma das partes. Não gostei, sem falar que é bem longo. O elenco pesado, apela pro conjunto valer a pena.
Mais do mesmo, dessa vez em família. O ponto positivo é sempre a continuidade do roteiro, mas não tem mais elementos pra inovar, gerando um tipo de sarcasmo até mesmo do elenco.
Que roteiro gostoso. Mesmo em meio aos dramas, é uma história bonita de ver. Jackman e Hudson já provaram toda sua versatilidade em outros títulos, mas ainda conseguem surpreender nesses personagens. A trilha sonora é excelente.
Um bom roteiro, divertido e diferente, mas exagerado e puxado. Vai por um caminho pesado até. Boas atuações e algo que inova as ideias de filmes nesse sentido.
Começa de um jeito e caminha para uma vertente passional demais. Mesmo trazendo a tona um tema tão atual, sobre a xenofobia estadunidense, o roteiro não deixa de ser fraco, ficando a maior parte do tempo parado e nos minutos finais, se transformando em uma espécie de triller.
Sinceramente o melhor desse filme é toda sua bagagem cultural e regionalidades apresentadas com cuidado e capricho. Já o roteiro é superestimado, mesmo em um elenco impecável. Não deixa de ser uma boa obra.
Um terror um pouco diferente. Sabemos o que esperar, mesmo assim consegue ser interessante por não enrolar nas cenas. A trilha sonora é meio forçada e o macaco parece bem falso, mas diverte como entretenimento.
Uma boa e justa continuação. Mantém os aspectos sobre o fim do mundo e se faz interessante. Falta talvez, mais elementos de destruição.
Um recorte muito bom de mundo LGBTQIAPN+. Quase imerso em realidade própria, com atuações dignas e roteiro que permeia a sensualidade.
Fiel continuação, mas sai um pouco da essência do enredo focado em zumbis. Uma carnificina...mas se mantém interessante.
O roteiro é interessante, mas parece mal executado... confuso e os elementos ficam perdidos nos cortes de cena. Mas é bem pertinente a crítica social.
Que roteiro! Tenso, divertido, forte e com grandes viradas. Ele vai crescendo e não baixa mais, bem interpretado e otimamete dirigido.
Bem ruim. Aquele humor pastelão sem graça e totalmente sem coerência. Desperdício de tempo regravar isso, sem falar nos péssimos efeitos especiais.
Exótico, diferente e até bizarro. Características marcantes desse diretor. Acaba sendo curioso e interessante, a medida que vai passando. Não podemos dizer que falta originalidade, pois essa é a parte fundamental, sem falar no inesperado plot twist.
Apesar de extremamente longo, esse é mais interessante que o último. Também acho a história bem confusa no geral, mas a moral é sempre alcançada... se trata de amor e família. Lindo, sem deixar a desejar.
Um roteiro totalmente afetivo, que representa toda a geração do ícone MS. A falha é na atuação fraca e na falta de apresentar a dimensão do cartunista. Mas ganha sendo delicado, sentimental e com ótima trilha sonora e elenco.
Roteiro original, com excelente crítica social, de forma criativa e impactante sem perder o humor. Ótimas atuações e a realidade de uma parte do país não muito falada. Cinema nacional surpreendendo cada vez mais.
Apostaram em um famoso elenco para alavancar o roteiro que como um outro similiar, se tratava apenas de um fato isolado da vida desse ícone. Ficou fraco, falta emocionar, tudo parece fake e forçado.
Roteiro cansativo, chato e diálogos filosóficos que não levam a lugar nenhum. A história se mistura e nada é resolvido. Um desperdício de tempo e elenco. A trilha sonora irrita pelo tom das músicas, muito exagerado.
Mais fraco que seu antecessor, mas muito mais se explica nesse. Perde a intensidade e ganha na emoção. Ainda assim, meio cansativo.
Sinceramente, esperava mais um musical cansativo, mas a história por trás nos cativa e o melhor é a inversão dos personagens. Só eu que me apaixonei pela Bruxa Má? O auge sem dúvida é a música final, mas com todo reconhecido mérito o conjunto é incrivel: cenas, roupas, caracterização, trilha sonora. Ariana parece uma versão ultrapassada da Legalmente Loira, enquanto Cynthia alcança voos cada vez maiores. Nunca imaginei, mas já ...
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Um ícone controverso do mundo lgbt, representado de forma incomparável por Lázaro Ramos e grande elenco. No entanto, o enredo poderia contar com mais detalhes sua história de vida, marcada por tanta dor. Talvez a ideia tenha sido apenas de exaltar a lendária personagem.
Nada de novo, mas ainda consegue ser bom. É um roteiro que agrada e entretém sem esforço. O elenco é espetacular e só perde na falta de novidade mesmo.
Um roteiro muito bom, que retrata a triste realidade de milhares de mulheres diariamente. É incrível ver a força da protagonista, sem deixar de lado a fragilidade. Muito bem interpretado.
A premissa do enredo até pode parecer clichê, mas não é. Ganha totalmente na originalidade. Bem pensado e realizado, surpreendente enquanto vamos assistindo. Muito bom.
O enredo não poderia ser mais coerente com a nossa atual realidade e vindo do cinema nacional, surpreende positivamente. No entanto, falta profundidade na trama e clareza no desfecho. Nos momentos finais, tudo se desdobra de forma superficial e rápida, deixando a desejar na direção. O importante é que a crítica social foi feita com sucesso.
É divertido, mas não tão engraçado. Já assistimos comédias menos genéricas de Ingrid. O conjunto é bom e agrada. Ótima trilha e caracterização.
Diferente do primeiro, esse demora na construção da narrativa, sendo cansativo até um pouco mais da metade. Quando embala, fica bom.