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Fui assistir ao filme com um pé atrás pelos dois longas anteriores terem deixado a desejar (Batman X Superman e Suiside Squad), porém fui surpreendido positivamente... com certeza O MELHOR FILME DO UNIVERSO COMPARTILHADO DC/WARNER.
Gosto da DC mas não sou fã, não conheço a história da Mulher-Maravilha á fundo, mas gostei do que assisti.
O filme tem um roteiro fechadinho, simples do seu jeito, fácil de entender e explica bem o lance de heróis e vilões, o que é feito para ser um e o que é feito para ser um vilão.
Steve Trevor ensinou a Diana como ser um herói no fim do filme, assim como Lunderdolf é um vilão 100% comprometido com seus princípios e verdades do que Ares.
Gostei muito de Gal Gadot como Diana Prince/Mulher Maravilha, acho que em algumas cenas ela deixa a petecar cair um pouco, falta uma dramaticidade, ás vezes parece que ela não está ligada com a cena e transparece um pouco aquelas atuações fajutas de Velozes e Furiosos, mas acho que ela pode melhorar para futuros filmes, ela está perfeita no 1º e 2º atos do filme, no 3º ela dá uma caída. Gostei muito da ingenuidade de Diana em certas partes do filme, deu uma humanizada na Deusa que ela é e ainda não sabe.
Chris Pine pra mim é a surpresa do filme, o melhor ator no filme todo, uma atuação impecável, ele simplesmente estava perfeito, seu personagem não é nada caricato, não faz o tipo 'donzelo' em perigo, e não é o típico machista. Ele segura todas as cenas muito bem, sabe dar dramaticidade na dose certa, e suas cenas cômicas são ótimas porque você não percebe isso nas suas feições, ou seja não é nada caricato... nota 11 pra ele (e olha que ele meteu o pau nos filmes da Marvel e eu sou fã da Marvel desde os anos 90, nem por isso peguei bronca).
Danny Huston como o vilão Ludendorff está ótimo no filme, uma atuação parecida com a que ele fez em X-Men Origens: Wolverine.
Patty Jenkins é uma diretora incrível e tem futuro com filmes de ação/aventura, não tem NENHUM PINGO DE FEMINISMO no filme, nada é forçado, nada é gratuito, tudo lá tem um pretexto, uma razão, um segmento, esse foi o mérito dela, as mulheres vão ao cinema achar que vão se sentir representadas ou que o filme têm uma protagonista feminina que deixar-a os homens no chinelo, e Patty foi na contramão, ela optou pelo singular, pelo individuo, que cada ser pode ser e fazer o melhor de si, e Diana era apenas o centro dos holofotes neste filme em que ela protagoniza, mas a grande lição quem dá mesmo é Steve Trevor. As cenas de ação do filme são ótimas e as tomadas de câmera de Patty não são nada confusas. Adorei as partes Slow Motion. O humor está bem dosado, outro ponto super positivo, o pessoal na sala de cinema deu muita risada com algumas situações entre Diana e Steve.
Pra mim, o filme peca, e muito no seu 3ª ato.
O lance de Sir Trevor ser o grande vilão Ares não me incomodou, foi interessante, suas falas com diana já davam a construção do vilão BadAss que ele nos mostraria, mas aí, ele foi simplesmente transformado em mais um vilão de Sessão da Tarde, com muitas frases de efeito desnecessárias e previsíveis, que você encontra em qualquer filme. Deu uma broxada legal.
O lance de depois da morte do grande vilão, ser o fator determinante do fim da guerra também não colou pra mim, nessa parte poderia dar uma humanizada, uma coisa mais genuína, sem fantasiado demais, no fim pareceu mais um conto de fadas onde o bem vence o mal matando o vilãozão... não colou.
Também achei desnecessário fazer Diana lembrar do que Steve disse á ela antes de entrar no avião que ele iria incendiar, quando ela estava zonza sem ouvir nada e Steve proferiu aquelas palavras, ficou tão nítido do que se tratava que não precisávamos saber o que era, já estava implícito, ficaria bacana assim, com ela lembrando disso ficou algo meio clichê, sem falar que ela ficou uns bons 30, 40 segundos lembrando disso enquanto erguia um tanque com a Dra. Maru esperando a decisão dela... desnecessário.
Por conta dessas derrapadas no 3º ato, o filme deixa de ser perfeito para ser ótimo, mas é um grande filme...
Parabéns a Patty Jenkins grande responsável por isso, e á DC/Warner que desta vez acertou em cheio num filme de origem de um de seus principais personagens e com tanta força no universo de super-heróis.
Gosto da DC mas não sou fã, não conheço a história da Mulher-Maravilha á fundo, mas gostei do que assisti.
O filme tem um roteiro fechadinho, simples do seu jeito, fácil de entender e explica bem o lance de heróis e vilões, o que é feito para ser um e o que é feito para ser um vilão.
Steve Trevor ensinou a Diana como ser um herói no fim do filme, assim como Lunderdolf é um vilão 100% comprometido com seus princípios e verdades do que Ares.
Gostei muito de Gal Gadot como Diana Prince/Mulher Maravilha, acho que em algumas cenas ela deixa a petecar cair um pouco, falta uma dramaticidade, ás vezes parece que ela não está ligada com a cena e transparece um pouco aquelas atuações fajutas de Velozes e Furiosos, mas acho que ela pode melhorar para futuros filmes, ela está perfeita no 1º e 2º atos do filme, no 3º ela dá uma caída. Gostei muito da ingenuidade de Diana em certas partes do filme, deu uma humanizada na Deusa que ela é e ainda não sabe.
Chris Pine pra mim é a surpresa do filme, o melhor ator no filme todo, uma atuação impecável, ele simplesmente estava perfeito, seu personagem não é nada caricato, não faz o tipo 'donzelo' em perigo, e não é o típico machista. Ele segura todas as cenas muito bem, sabe dar dramaticidade na dose certa, e suas cenas cômicas são ótimas porque você não percebe isso nas suas feições, ou seja não é nada caricato... nota 11 pra ele (e olha que ele meteu o pau nos filmes da Marvel e eu sou fã da Marvel desde os anos 90, nem por isso peguei bronca).
Danny Huston como o vilão Ludendorff está ótimo no filme, uma atuação parecida com a que ele fez em X-Men Origens: Wolverine.
Patty Jenkins é uma diretora incrível e tem futuro com filmes de ação/aventura, não tem NENHUM PINGO DE FEMINISMO no filme, nada é forçado, nada é gratuito, tudo lá tem um pretexto, uma razão, um segmento, esse foi o mérito dela, as mulheres vão ao cinema achar que vão se sentir representadas ou que o filme têm uma protagonista feminina que deixar-a os homens no chinelo, e Patty foi na contramão, ela optou pelo singular, pelo individuo, que cada ser pode ser e fazer o melhor de si, e Diana era apenas o centro dos holofotes neste filme em que ela protagoniza, mas a grande lição quem dá mesmo é Steve Trevor. As cenas de ação do filme são ótimas e as tomadas de câmera de Patty não são nada confusas. Adorei as partes Slow Motion. O humor está bem dosado, outro ponto super positivo, o pessoal na sala de cinema deu muita risada com algumas situações entre Diana e Steve.
Pra mim, o filme peca, e muito no seu 3ª ato.
O lance de Sir Trevor ser o grande vilão Ares não me incomodou, foi interessante, suas falas com diana já davam a construção do vilão BadAss que ele nos mostraria, mas aí, ele foi simplesmente transformado em mais um vilão de Sessão da Tarde, com muitas frases de efeito desnecessárias e previsíveis, que você encontra em qualquer filme. Deu uma broxada legal.
O lance de depois da morte do grande vilão, ser o fator determinante do fim da guerra também não colou pra mim, nessa parte poderia dar uma humanizada, uma coisa mais genuína, sem fantasiado demais, no fim pareceu mais um conto de fadas onde o bem vence o mal matando o vilãozão... não colou.
Também achei desnecessário fazer Diana lembrar do que Steve disse á ela antes de entrar no avião que ele iria incendiar, quando ela estava zonza sem ouvir nada e Steve proferiu aquelas palavras, ficou tão nítido do que se tratava que não precisávamos saber o que era, já estava implícito, ficaria bacana assim, com ela lembrando disso ficou algo meio clichê, sem falar que ela ficou uns bons 30, 40 segundos lembrando disso enquanto erguia um tanque com a Dra. Maru esperando a decisão dela... desnecessário.
Por conta dessas derrapadas no 3º ato, o filme deixa de ser perfeito para ser ótimo, mas é um grande filme...
Parabéns a Patty Jenkins grande responsável por isso, e á DC/Warner que desta vez acertou em cheio num filme de origem de um de seus principais personagens e com tanta força no universo de super-heróis.