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Filmão de guerra. Tudo funciona muito bem: a química entre os atores, o roteiro e o equilíbrio entre ação e o drama. Não fica cansativo em momento algum, como acontece em muitos filmes de guerra.
Não é terror a meu ver e também não é um suspense. É um filme que se baseia no mistério. Vale pela originalidade. É difícil falar muito e não acabar em soltar um spoiler. É gostar, ou odiar.
É muito bom até a metade, quando aparece o quarto secreto com a cama podre, o balde e a filmadora. Depois começa a loucura, a aberração e a parte final totalmente alucinada.
spoiler:
Se tivessem substituído a criatura medonha por um humano com transtornos mentais ficaria melhor.
Na realidade não havia necessidade desse 3o filme. Mas é um bom filme que não deve ser comparado às duas primeiras partes da trilogia, pois não tem como por questões de elenco, história e roteiro. O roteiro é o grande problema, pois não há mais o livro do Mario Puzzo. Sofia Coppola muito mal, parecendo uma garota boba e alienada o tempo todo. Andy Garcia interpretando um personagem que não cabe mais naquele momento, basta ver que o ...
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Acho que já falaram tudo sobre a trilogia então vou deixar uma dica pra quem quer rever os filmes: pesquisem (principalmente no Youtube - Canal Famiglia Corleone e também no próprio livro) sobre os personagens da história. Clemenza, Téssio, Luca Brazi, Familia Tataglia, Hyman Roth, Moe Green, Barzini, Al Neri e a história ficará melhor ainda. É um universo imenso condensado brilhantemente em 2 filmes, mas poderia ser em 3, ou numa ...
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Filme sem pé, nem cabeça. A crítica social simplesmente não se conecta com o desenrolar do filme. Atuações toscas e precárias. Se salva a fotografia (em alguns momentos). Kleber Mendonça é bem menos do que pensam dele, diretor bem mediano.
Pessoal, Ari Aster é isso aí, não esperem demônios, criaturas e sustos. Eu achei um bom filme, mas não gosto de finais tão abertos assim. É um filme instigante.
É um excelente filme pra quem se identifica com o roteiro e que faz os mesmos questionamentos sobre o próprio passado, sobre decisões tomadas e que pensa seguidamente sobre o que teria acontecido se tivesse tomado outro caminho. Quem não está nessa vibe deve passar esse filme.
Filme fora da curva que instiga quem vê a ir até o fim pra tentar entender a loucura ali apresentada. É um terror impressionante.
Muito bom filme, vai além da ação. O submundo apresentado é uma alegoria da mente humana, dominada pelo medo, traumas, desvios de caráter e também busca de redenção. Mas se você não quer entender esse lado do filme, vale também pela ação e terror.
Impossível não sair diferente depois de assistir essa animação. Grace é uma personagem notável, assim como a sua amiga Pinky. Tristeza, solidão, medo, melancolia, mas também esperança e vontade de viver. A mensagem final é otimista.
Revi esse filme recentemente, um grande épico atemporal. Mas discordo de quem o compara com O Poderoso Chefão, principalmente o 2. O Poderoso Chefão 2 é tão completo e complexo que abrange inclusive a Máfia Judaica de Nova York (é a partir do momento em que De Niro mata um chefe da Máfia Judaica que passa a ter o status de chefe e ganha o respeito dos comerciantes). No final de Era Uma Vez na América fica a questão: toda a história ...
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Blade Runner é melhor do que o próprio livro e a continuação 2049 deixa nada a dever pro filme de 1982. O filme é sombrio e mostra os androides antigos mais humanos do que os atuais, mas esses estão num processo de humanização assim como os anteriores. Blade Runner está fadado a fracassar nos cinemas, mesmo sendo uma história espetacular.
Nunca esqueci daquela cena mais pro fim do filme onde o Patrick está
spoiler:
caminhando sozinho (não lembro se era noite de Natal/Ano Novo) e os amigos de quem ele acabou se afastando passam por ele de carro
. Mais um ótimo filme dos anos 80.
. Mais um ótimo filme dos anos 80.
Faltam filmes como esse hj em dia. Não há esteriótipos, são personagens tocando as suas vidas, confusos com seus sentimentos ao mesmo tempo que precisa se ajudar, trabalhar, etc.
Filme surpreendente. Se a garota não tivesse caído da caixa, talvez a matança não tivesse acontecido (pelo menos fiquei com essa impressão).
Larry Clark é isso daí, um demente que só quer criar polêmica com seus filmes. Ele exagera na questão do sexo e mais nada.
Resurrections é um péssimo filme que sepulta a saga Matrix. Forçar o protagonismo feminino foi totalmente desnecessário, uma vez que desde o 1o filme ficou bem claro que não se tratava de uma historia sobre heroísmo masculino, basta lembrar do Oráculo, Niobe, Persefone e a própria Trinity. A história original já trazia esse equilíbrio. Neo tem uma participação patética e não há relevância nos novos Morpheus e Agente Smith, são ...
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