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A poderosa atuação de Emily Watson, encarnando aqui a Bless, e a arrebatadora direção do Lars Von Trier nos trás um daqueles filmes do mesmo diretor que talvez não seja de tão fácil digestão, graças a algumas características do DOGMA 95 como câmera tremula, instável e a longa duração.
Apesar disso, é fácil se encantar com a inocência da Bless como ocorre com Selma, em Dançando no Escuro - Ambos os filmes que fazem parte da mesma trilogia.
A Trilha Sonora é bem recheada, aparecendo somente nas apresentações dos capítulos, contando até com Elton John e Deep Purple.
Assisti, sinceramente, este depois de Dancer in The Dark e não me emocionei tanto quanto pensei que ocorreria. Acontece que em ambas as histórias, temos duas personagens de bondade inexpugnável que acabam vendo 'tudo dar errado' - como pronuncia Bless em certo momento do filme. Porém, em Dancer In The Dark, vi mais Selma como vítima da maldade das pessoas e da sociedade ao redor, enquanto que aqui, Bless é mais vítima da própria loucura misturada com a inocência, além de vítima da igreja repleta de hipocrisias.
Alguns diálogos e cenas ficaram no coração.
Apesar disso, é fácil se encantar com a inocência da Bless como ocorre com Selma, em Dançando no Escuro - Ambos os filmes que fazem parte da mesma trilogia.
A Trilha Sonora é bem recheada, aparecendo somente nas apresentações dos capítulos, contando até com Elton John e Deep Purple.
Assisti, sinceramente, este depois de Dancer in The Dark e não me emocionei tanto quanto pensei que ocorreria. Acontece que em ambas as histórias, temos duas personagens de bondade inexpugnável que acabam vendo 'tudo dar errado' - como pronuncia Bless em certo momento do filme. Porém, em Dancer In The Dark, vi mais Selma como vítima da maldade das pessoas e da sociedade ao redor, enquanto que aqui, Bless é mais vítima da própria loucura misturada com a inocência, além de vítima da igreja repleta de hipocrisias.
Alguns diálogos e cenas ficaram no coração.