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Lars von Trier, é um gênio do cinema, embora seus filmes não sejam comerciais. Esse é outro caso de cinema feito para escandalizar, sobre sexo e para um público restrito. Está mais para um drama do que para uma comédia. Ele tenta explorar todas as possibilidades de sexo, entrando, inclusive, no sadomasoquismo. Tudo que se passa no filme já é de conhecimento geral, entretanto, os detalhes é que fazem a diferença. Não dá para perceber se o filme é uma crítica à liberdade sem limites das mulheres, de um modo geral, e de algumas em particular, quando Joe, a personagem principal, se deixar levar ao extremo do sofrimento, nas mãos de um profissional sádico, contratado por ela para maltratá-la.
As ações são rasteiras, mas os diálogos são de alto nível. O enredo não tem uma sequência linear, Joe, inclusive, divide a história de sua vida em capítulos.
Ninguém escapa das críticas, você sai do cinema com um peso na consciência, admitindo que também tenha culpa, só não sabe em que.
É um daqueles filmes que gruda em você por muitos dias, eu gosto disso.
Como já disse, vale a pena, para um público restrito.
As ações são rasteiras, mas os diálogos são de alto nível. O enredo não tem uma sequência linear, Joe, inclusive, divide a história de sua vida em capítulos.
Ninguém escapa das críticas, você sai do cinema com um peso na consciência, admitindo que também tenha culpa, só não sabe em que.
É um daqueles filmes que gruda em você por muitos dias, eu gosto disso.
Como já disse, vale a pena, para um público restrito.