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Ao contrário do primeiro, conseguiu me arrancar boas risadas.
Que experiência! Apenas 1 hora e 20 minutos de pura diversão, que estréia de Robert Rodrigues, que praticamente sozinho fez um filme divertido, tenso e cheio de ação!
Já em seu primeiro trabalho, Guy Richie se mostra dono de uma estética única e pessoal, os cortes de imagens são secos, as cores são vibrantes e bem saturadas. O roteiro de Richie também é um ponto forte, o modo com que uma simples situação vira uma imensa bola de neve até que os (perigosos) personagens batam de frente e como ele se desenrola é incrivelmente bem estruturado, o que prende a atenção e a curiosidade do expectador.
O personagem principal é o reflexo de tantos gênios-prodígio que se sentem deslocados de si mesmos em meio à distrações e mentiras, como a citada "cegueira".
Tecnicamente é um filme mais do que bem construído, a fotografia capta exatamente o necessário das belezas naturais do solo norte-americano, o que encanta ainda mais. A trilha sonora é algo à parte, Eddie Vedder realizou um trabalho sensacional do início ao fim.
Como já foi ...
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Tarantino é Tarantino, não há como negar. Só faltava este filme para eu finalizar sua filmografia e esta peça dela não me decepcionou! Mesmo fazendo parte de um projeto com outros diretores, o mestre se mostra autentico como sempre.
O que chama a atenção é a parte estética, que basicamente é idêntica ao propósito, que era de montar um B-side atual, inclusive os cortes e "erros" na fotografia. Quanto ao roteiro, o diretor faz mais ...
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Uma das melhores combinações de comédia e ação, a fotografia com as câmeras em time-lapse e as cores vibrantes são parte da característica do diretor.
O modo com que o roteiro se encaixa e os personagens se relacionam e como flui consegue prender a atenção de qualquer telespectador.
O modo com que o roteiro se encaixa e os personagens se relacionam e como flui consegue prender a atenção de qualquer telespectador.
Após assistir o Doze Homens, não poderia pensar em um roteiro que pudesse bancar uma sequência. De início, apenas uma vingança não poderia sustentar o 3º filme, mas após Bellagio entrar no jogo, o filme começa a prender a atenção. Desta vez, a tensão é maior, assim com as sequências de ação. É o fim de umas das melhores trilogias que já assisti, mais do que recomendado!
Não poderia haver melhor sequência para Onze Homens. O roteiro que foi adaptado segue com a mesma dose de ação e humor que conquistou o público em seu antecessor. Com destaque para o desfecho, que sempre surpreende.
Uma das melhores trilogias que já assisti, tudo é muito bem combinado, roteiro, direção, elenco talentosíssimos.
Apesar de o primeiro filme ser uma refilmagem, merece aplausos por seu roteiro cheio de ação e cenas e diálogo hilários. O diretor, Steven Soderbergh, realizou com maestria a composição das imagens e fotografia, inclusive a boa trilha sonora.
O desenrolar do filme conta com muitas cenas de adrenalina, tensão e às vezes ...
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Fui atraído primeiramente pelo elenco, tanto de atores como dos produtores. Um roteiro completamente bizarro, no melhor sentido da palavra, daqueles que te prendem por uma mera "zapeada" nos canais da TV.
Vampiros e pistoleiros que se cruzam no meio de um filme ao estilo B-Movies, que une a fotografia Tarantinesca aos efeitos bizarros ao estilo "Sessão da Tarde" (pouco sangue e muita, mas muita gosma). Destaque para a trilha sonora, desde a ...
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Uma obra, assim como a série publicada por Hunter, edição e maquiagem perfeitos, deixando até Del Toro irreconhecível. Este filme conseguiu tomar minha atenção do começo ao fim.