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A história é interessante, as atuações são maravilhosas e a trilha sonora é diferenciada – composta basicamente de músicas em francês. Tudo em “Ruby Sparks – A namorada perfeita” parece meticulosamente pensado: os momentos de silêncio, os olhares e até as palavras usadas, que fazem com que o filme pareça uma grande poesia. Espetacular!
“Moonrise Kingdom” mostra a história de Suzy (Kara Hayward) e Sam (Jared Gilman), uma garota e um garoto, ambos com 12 anos, que decidem fugir e viver juntos em uma ilha – linda, a propósito. O filme é engraçado, inusitado e tem cenas que chegam a lembrar “A lagoa azul” ao mostrar o descobrimento do corpo e do amor, além da incrível autossuficiência dos adolescentes – o que tem uma explicação perfeitamente lógica: Sam, o ...
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As primeiras cenas, que mostram a adaptação da família à França, o novo lar, são engraçadas, mas logo a coisa muda. Depois de algum tempo, "A família" vira um filme maçante, que mostra tudo superficialmente, sem explicar "de onde surgiu", além da temática - máfia - já não ser muito atraente, pelo menos para mim. Dentre as poucas partes boas, destaque para a maneira inusitada que o personagem de Robert De Niro usa ou tem vontade de ...
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Para uma comédia, "Minha mãe é uma peça" é muito dramático, até porque faz uso de músicas instrumentais que induzem à tristeza – pi pi pi, escolha errada. Apesar disso e da voz chatíssima de Paulo Gustavo (a mãe, Hermínia), este é um filme totalmente capaz de divertir pessoas de todas as faixas etárias.
Logo no início de “O iluminado”, é possível perceber que a trilha sonora vai ser massivamente usada. Aliás, arrisco dizer que ela é a responsável por muitos dos sustos que o telespectador leva, até porque não são muitas as cenas assustadoras de fato. Os sons são usados para mostrar a gradativa – não tão gradativa assim – mudança de comportamento de Jack (Jack Nicholson) e a consequente mudança da estrutura de toda a ...
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“Meu passado me condena”, apesar de tomar um rumo bem clichê, comum a muitas das comédias românticas, é original em seu andamento, principalmente devido aos momentos em que as piadas – também criativas – são feitas. Embora deixe a desejar nas atuações de Alejandro Claveaux (Beto) e Miá Mello (Miá), é um filme engraçadíssimo.
Hoje em dia, dá tristeza assistir a uma comédia romântica, não porque não é engraçada (embora seja comum), mas porque são todas extremamente previsíveis. “Aconteceu naquela noite” é original e tem roteiro e atuações impecáveis, além de ser um filme muitíssimo engraçado.
Confuso, irritante e perturbador. Nem mesmo no fim fica claro o porquê do tratamento que Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller) oferece a sua mãe (Tilda Swinton) e irmã (Ashley Gerasimovich) spoiler: ou o porquê de ele ter matado os colegas de escola e familiares
ou, ainda, o porquê de Eva, a mãe, ser discriminada pela sociedade.
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A maior qualidade de “As melhores coisas do mundo” é, definitivamente, ser um filme totalmente sem hipocrisia. Visitas a “casas de massagem”, a expectativa pela perda da virgindade, masturbação, beijos, transas, fofocas, aborto, bullying, homossexualidade e, algumas vezes, suicídio fazem, sim, parte da vida dos adolescentes. E, sim, todas essas questões polêmicas são tratadas em um só filme, com muita naturalidade e ótimas ...
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Em “Finalmente 18!”, um jovem comemora sua independência, seu “poder” de conseguir entrar em bares, boates, enfim, lugares destinados a maiores de idade. Ao contrário dos filmes “American Pie” e outros que têm, como personagens, pessoas jovens/adolescentes, esse tem um estilo mais ameno, sem excessos de cenas “constrangedoras”. Mas, apesar de ser positivo nesse aspecto, a produção peca nos últimos minutos, ao mudar ...
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Ótimo! Minha única ressalva é sobre a atuação de Wagner Moura: só porque ele é brasileiro, deram um jeito de fazê-lo incluir as palavras "caralho" e "porra" no filme, faladas em português mesmo na versão legendada.
Quem for assistir a "Pequenos Espiões 4" com esperanças de ver algo que se assemelhe aos três filmes anteriores se decepcionará. Ótimos atores e atrizes que prestavam essência aos primeiros filmes foram retirados, com exceção de Alexa Vega e Daryl Sabara, que continuam interpretando, respectivamente, Carmen e Juni, não mais "pequenos espiões". Entretanto, Daryl tem uma participação pífia, pequena e sem expressão. Dentre os que ...
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O filme é muito bom. A única cena que ficou um pouco "forçada" foi a que o César abre a gaiola em que ele estava.
"As vantagens de ser invisível" mostra muito bem conflitos típicos de adolescentes. Fora isso, a trilha sonora é, simplesmente, maravilhosa, e as atuações, excelentes.
A história é realmente envolvente. Em certo ponto, você já não sabe mais se o que está acontecendo é real ou fantasia. As atuações são ótimas, como o próprio "Cisne Negro" é. O problema é que o filme é bem pesado, o que me levou a ter pesadelos por mais de um ano após assisti-lo. Então, vai a dica: vale a pena vê-lo, mas esteja preparado psicologicamente!
Como muitos outros filmes que têm como público-alvo os adolescentes, este trata das mudanças físicas, comportamentais e, claro, do início dos romances, todos típicos dessa fase. E cumpre bem essa proposta. "Desenrola" faz uma mistura de descontração e romance, mas não deixa de lado, em nenhuma hora, os conflitos ou possíveis "problemas", tais como a gravidez, a "necessidade" dos meninos de perder a virgindade e a intolerância ainda ...
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"O homem ao lado" é bem parado, aposta bastante no silêncio e no escuro. É a espera por uma mudança de "ritmo" que prende o espectador - ou o espanta de vez. Ou talvez seja a sinopse, que foi o que me deixou intrigada. Assisti até o fim, devido a esses dois motivos, mas, incrivelmente, o filme é monótono todo o tempo, e o final, que tinha potencial para ser "bom", apesar de ser meio sem noção, foi, também, devagar. Não há elo, você ...
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Qualquer que seja a sinopse que você leia, nunca irá entender o filme por ela. Assim como todos ou quase todos os filmes que trabalham com a viagem no tempo, "Te amarei para sempre" é extremamente confuso. Para entendê-lo é necessário NÃO PERDER NENHUMA CENA. Mas, apesar de tamanha confusão - possivelmente superada após algum tempo -, é um filme muito lindo e emocionante. Vale totalmente a pena vê-lo!
Não é um filme engraçado. Para mim, houve um erro na classificação do gênero, que, a meu ver, deveria ser comédia-dramática, assim como Marley & Eu. O único aspecto interessante é o quão peculiar é o pequeno Sebastian.
Muito bom, engraçadíssimo! O único elemento que me impede de dar cinco estrelas é a típica "conveniência", como acontece nas inúmeras vezes em que os Miller encontram-se com os Fitzgerald.
O filme é bom somente por mostrar a obsessão doentia de um adulto por uma garota de quatorze anos. Vê-se, ao longo da trama, que o professor Humbert divide-se entre os papeis de pai e amante, apresentando-se para a sociedade como o primeiro e para Lolita, em momentos íntimos, como o segundo. Por isso, é possível notar que a garota também não é tão inocente quanto a maioria que tem essa idade - além de relacionar-se com o padrasto, ...
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Brilhante! Um filme excelente, com ótimas atuações e uma trilha sonora notável. A violência a que tantos se referem só é responsável por adicionar um caráter ainda maior de ficção, o que, a propósito, ofereceu uma liberdade incrivelmente aproveitada por Tarantino para incluir sarcarmo, por parte de Shultz (Christoph Waltz), e humor, ao longo de toda a trama.
A história é tão idiota quanto sinistra. Tem muito sangue e muita cantoria, visto que o filme é considerado um musical. O destaque vai para Johnny Depp, mas, nessa trama, isso não vale muito.
Por ter tantos atores e atrizes conhecidos, achei que fosse melhor. Gostei da - inusitada - história, mas o filme é um pouco bobagento. Além disso, alguns aspectos foram deixados de lado ao longo da trama: a mãe de Alejandro, de repente, começa a entender inglês e mostra-se não tão conservadora, assim como sua filha Nuria, que, por falar nela, muda de opinião mais do que de roupa. As atuações não foram favorecidas pelos personagens.
Maravilhoso, mas muito muito triste. Nem dá pra acreditar que foi baseado em uma história real.
Péssimo, um dos piores filmes que já vi. Ouvi as propagandas falarem de um filme politicamente incorreto, mas não imaginei que fosse tanto. Não acho graça alguma em incesto, masturbação e fetiches sexuais "diferentes". Além disso, não tem bem uma história.
Esperava mais do filme. Os personagens Tom e Summer, desde o início, constituem um relacionamento conturbado: ela não quer nada sério, mas ele sim, o que gera aquele drama típico de comédia romântica - não se sabe se é um namoro ou não. Além disso, Summer é meio que bipolar, o humor dela muda toda hora, o que atrapalha ainda mais o "caso" dos dois.
Também achei as várias "consultas" feitas por Tom com Rachel, que eu não sei o que ...
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Ótima atuação de Sean Penn. Sobre a história, em si, não tenho muito o que falar, senão sobre a grande contribuição de Harvey Milk para a conquista de direitos dos gays. Com certeza, eu teria aproveitado melhor o enredo se já conhecesse alguma coisa sobre o assunto.
O filme é um pouco monótono, não tem muita história a ser contada. Pareceu-me que coisas foram colocadas lá por pura conveniência, para, talvez, alongar a produção, o que é conhecido popularmente como "encher linguiça". Natalie Portman mostrou, mais uma vez, ser uma boa atriz, embora eu ache que o papel não a favoreceu muito - repare que ela age várias vezes por impulso e sempre pede desculpas depois. Lisa Kudrow, por sua vez, ...
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O filme é ótimo, e todas as atuações merecem parabéns - destacam-se as de Saoirse Ronan (Susan) e Stanley Tucci (George).