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Há exatos nove anos atrás Sin City – A Cidade do Pecado aportou nas telonas gerando burburinho por onde passava. Grande parte graças à expectativa criada com a adaptação dos HQ´s escritos e desenhados pelo próprio Miller, que assinava a co-direção do longa ao lado de Rodriguez. Nove anos depois os dois repetem a parceria com Sin City 2 – A Dama Fatal. A despeito do timing entre a estreia de um para outro, muita coisas mudaram nos cinemas, entre elas a tecnologia 3D, que passou a dominar as telas. E é somente ela a única novidade desta continuação, que praticamente repete a mesma fórmula de sucesso do seu antecessor. Contudo, desta vez não funcionou e Sin City 2 naufragou nas bilheterias e entrou de imediato para a lista dos maiores fracassos de 2014. Um resultado um tanto quanto injusto pois certamente se não houvesse essa “janela” absurda de 9 anos entre eles, A Dama Fatal estaria numa situação melhor, já que as novas estórias nada mais são do que uma outra oportunidade de você continuar o tour noturno por Basin City e conhecer outros habitantes exóticos da cidade do pecado.
Para deixar o longa mais próximo possível das graphic novels, tudo ainda continua em preto e branco, exceto os lábios carnudos das femme fatales e o sangue que aparecem em vermelho para ressaltar a violência e o hiper sensualismo das cenas em estilo neo-noir. Brolin assume o papel que foi de Clive Owen, Jessica Alba repete a sensualíssima dança cowboy no palco da boate e Rourke volta como o assassino de aluguel. A novidade do elenco fica por conta de Levitt, que faz um vigarista de cassino que numa mesa de pôquer acaba limpando todo o dinheiro de um senador corrupto e pagando caro por sua audácia; e, claro, a tal dama fatal vivida pelo exuberante Eva Green, linda e perigosa como um demônio. Sin City 2 não promete mais que isso, diversão com estilo, direcionada àqueles que, como eu, há nove anos atrás curtiu a novidade, afinal, quando a sessão começar você nem notará que demorou tanto tempo para que a estória continuasse..
Para deixar o longa mais próximo possível das graphic novels, tudo ainda continua em preto e branco, exceto os lábios carnudos das femme fatales e o sangue que aparecem em vermelho para ressaltar a violência e o hiper sensualismo das cenas em estilo neo-noir. Brolin assume o papel que foi de Clive Owen, Jessica Alba repete a sensualíssima dança cowboy no palco da boate e Rourke volta como o assassino de aluguel. A novidade do elenco fica por conta de Levitt, que faz um vigarista de cassino que numa mesa de pôquer acaba limpando todo o dinheiro de um senador corrupto e pagando caro por sua audácia; e, claro, a tal dama fatal vivida pelo exuberante Eva Green, linda e perigosa como um demônio. Sin City 2 não promete mais que isso, diversão com estilo, direcionada àqueles que, como eu, há nove anos atrás curtiu a novidade, afinal, quando a sessão começar você nem notará que demorou tanto tempo para que a estória continuasse..