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So os atores se salvam nesse,filme. Sai na metade da projecao. O mundo esta diferente e eh retratado. Quem mora nas grandes cidades brasileiras sabe. Aguentar tudo isso na tela grande nao dah!
Aviso aos mal-humorados e reacionários de plantão: O filme é excelente. Melhor ainda: dita por mim que não sou um fã do cinema nacional. Todos estão bem, mas Sônia é quem brilha. Desde Rookie (1990) de Clint Eastwood eu não a havia visto representar tão bem. Com o mesmo carisma que deu vida a Júlia (Dancin' Days), Marcina (Saramandaia), Cínthia Levy (Espelho Mágico) e Leni Lamaison/Marta/Mulher-Aranha (O Beijo da Mulher Aranha), ela ...
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Vi e não gostei. Um evento importante como esse merecia filme melhor. O protagonista não convence. Os coadjuvantes e a trilha sonora se destacam.
Um bom filme. Lembra o excelente "Todos os Homens do Presidente", que aborda o jornalismo investigativo. Teve a coragem de bater de frente com a Igreja Católica e denunciar os abusos de uma parte de seus sacerdotes. Além de ótimo roteiro, as atuações de Ruffalo e Rachel Mcadams são destaques. Cheiro de Oscar!
O filme distrai, mas é um pouco panfletário. Entregar um personagem importante a Antonio Banderas é lastimável. Santoro está ótimo e Binoche nem tanto.
Por incrível que pareça, a minissérie apresentada pela Globo anos atrás é bem superior. O ritmo arrastado desse filme me fez parar na metade. Não há atores carismáticos que deem vida aos personagens da excelente obra de Eça de Queiroz a começar pela péssima Maria Flor. Em tempo: Não consegui entender muita coisa do que falavam, pois o sotaque é horroroso. Assisti ao filme sem legendas.
A história se repete: Quando a idade chega, a busca pelo perdão é inevitável. Um bom filme, nada de excepcional como a imprensa diz;
Bonzinho, mas não para ficar entre os finalistas do Oscar
Lembra uma Lucrecia Martel melhorada. Tem jeito de documentário, pois não há um desfecho que justifique essa história sobre o cotidiano. É para pensar, não para entreter ou rever.
Chato e previsível. O único mérito do filme é que a personagem que sofre bullying consegue provocar raiva, justamente por não se defender em nenhum momento.