Filmes
Séries
Programas
Fui ao cinema despretensiosamente pensando encontrar um filme na casa de um Gravidade e nada mais. Levei aquela pancada ao encontrar um cinema muito maior, com Nolam prestando sinceras homenagens a 2001 de Kubrick. Ainda quando utiliza os mesmos conceitos, Interestelar torna-se também muito diferente, de certa forma ao privilegiar as necessidades comerciais do mercado. Você não irá reencontrar com os 20 minutos alucinógenos do “caminho de minhoca” de 2001.
Deixando de lado os temas mais evidentes, vejo que os dois filmes trabalham sim o conceito de morte e existência, colocando o desafio do instinto de sobrevivência dos mesmos macacos na sociedade de risco.
Nolan nos leva a reencontrar com homem-macaco de Kubrick, conservado em seus instintos mais primitivos e desconhecidos, em uma luta eterna pela e contra as suas emoções básicas.
Havia algo errado nas missões de 2001 e de Interestelar. Em interestelar, ao contrário de 2001, a máquina não erra e tampouco atribui erros ao homem. Por alguma razão (comerciais?) não encontramos a máquina abertamente dominando (controlando) o homem, como acontece em 2001, mas esta questão está ali a todo tempo. Está ali a todo tempo também uma crítica ao livre arbítrio humano e como nós somos eternamente fadados à autodestruição. O medo e a curiosidade estão fazendo do homem o mais primitivo dos “macacos racionais”. Bons filmes!
spoiler:
Deixando de lado os temas mais evidentes, vejo que os dois filmes trabalham sim o conceito de morte e existência, colocando o desafio do instinto de sobrevivência dos mesmos macacos na sociedade de risco.
Nolan nos leva a reencontrar com homem-macaco de Kubrick, conservado em seus instintos mais primitivos e desconhecidos, em uma luta eterna pela e contra as suas emoções básicas.
Havia algo errado nas missões de 2001 e de Interestelar. Em interestelar, ao contrário de 2001, a máquina não erra e tampouco atribui erros ao homem. Por alguma razão (comerciais?) não encontramos a máquina abertamente dominando (controlando) o homem, como acontece em 2001, mas esta questão está ali a todo tempo. Está ali a todo tempo também uma crítica ao livre arbítrio humano e como nós somos eternamente fadados à autodestruição. O medo e a curiosidade estão fazendo do homem o mais primitivo dos “macacos racionais”. Bons filmes!
spoiler: