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"Scott, eu tenho observado você por um tempo. Você é diferente. Agora, não deixe ninguém lhe dizer que você não tem nada a oferecer."
Essa frase do Dr. Hank Pym (Michael Douglas), descreve perfeitamente o pequeno (grande) filme do Homem-Formiga, que tem muito a oferecer: um simpático e discreto herói da Marvel, uma história crível de famílias em transição, e menos explosões do que qualquer outro grande sucesso neste verão ou qualquer outro filme da Marvel.
Na trama, o cientista Dr. Henry “Hank” Pym (Michael Douglas),no final dos anos 80, descobriu um tipo de partícula que pode alterar o espaço entre os átomos. Com receio de que ela seja usada de forma errada, ele esconde sua descoberta. Nos dias atuais, um engenheiro eletrônico, Scott Lang, (Paul Rudd) que “assaltou” a empresa para qual trabalhava para devolver o dinheiro às pessoas que foram enganadas por ela, sai da prisão e tem que tentar arranjar um emprego para poder visitar a filha que mora com a mãe e o novo marido dela, o policial Paxton.
Dr. Hank Pym, atualmente aposentado, ao ser chamado à sua empresa para uma apresentação de seu antigo assistente, Darren Cross (Corey Stoll), percebe que seu antes pupilo e admirador está perto de descobrir por conta própria a partícula Pym e usá-la em um traje – Jaqueta Amarela – que poderá ser usado para formar um exército de micro-soldados. Com ajuda de sua filha, Hope van Dyne (Evangeline Lilly), Dr. Pym precisa roubar o traje e destruir toda e qualquer informação sobre estas descobertas e invenções. Ele acredita que quem poderá ajuda-lo nesta missão é Scott Lang. Assim, Scott é recrutado por Hank para auxiliá-lo. Assim, é treinado por ele e por Hope e assume o traje do Homem-Formiga, pertencente anteriormente ao próprio cientista.
Homem-Formiga tem um dos inícios mais lentos dos filmes da Marvel. Leva um pouco de tempo para realmente encontrar seu ritmo, mas com um roteiro bem amarrado, uma vez que encontra o filme tem um ritmo muito bom.
Fãs dos quadrinhos já sabem que Pym desempenhou um papel fundamental nos primeiros dias do Universo Marvel nas hq's, e há uma cena de abertura que mostra um pouco disso e apresenta um, surpreendentemente, Michael Douglas 30 anos mais jovem. O trabalho feito digitalmente, pela mesma equipe que pôs a cabeça de Chris Evans em um corpo magro no primeiro filme do Capitão América, é de cair o queixo.
As melhores partes de Homem-Formiga são quando Lang mergulha em seu mini-universo, onde aspiradores de pó, fiações, ratos, aparelhos de som de um DJ em um clube, entre outras milhares de coisas, se tornam máquinas gigantes da morte. Durante o final, quando o Homem-Formiga e o vilão lutam mano a mano em um trilho de trem de brinquedo, é simplesmente hilário.
Paul Rudd está ótimo como Scott Lang. Ele tem um bom timing cômico e uma tremenda química com Michael Pena(que rouba a cena várias vezes sem estragar o desenvolvimento da trama) e com Evangeline Lily. Rudd está seguindo os passos de Robert Downey Jr., Mark Ruffalo e Chris Pratt no departamento de improváveis super-heróis(Confesse, você nunca imaginou que eles seriam ótimos super-heróis).
"Ant-Man" tem charme suficiente para ser envolvente. Uma das coisas que o faz se destacar é que ele é um dos filmes mais encantadores que a Marvel fez até agora, assim como "Guardiões da Galáxia", embora Ant-Man, tenha uma sensibilidade muito diferente. Eu gosto da forma como o filme lida com as promessas e desgostos que existe entre pais e filhos.
Há algo gratificante sobre um filme como este, é ver que a maior parte do terceiro ato acontece dentro do quarto de uma criança. Depois de ver um filme gigantesco como "Avengers: Age Of Ultron", Homem-Formiga é um lembrete de que, só porque esses filmes vêm da Marvel, não há obrigação de fazê-los, todos, com uma destruição em massa no desfecho do filme.
Mas não se deixe enganar, Homem-Formiga é um furacão de ação e efeitos especiais. Um filme sobre "assaltos" que tem a sua própria voz, graças a todo o talento envolvido, e se destaca como um sucesso surpreendentemente robusto para o estúdio.
Essa frase do Dr. Hank Pym (Michael Douglas), descreve perfeitamente o pequeno (grande) filme do Homem-Formiga, que tem muito a oferecer: um simpático e discreto herói da Marvel, uma história crível de famílias em transição, e menos explosões do que qualquer outro grande sucesso neste verão ou qualquer outro filme da Marvel.
Na trama, o cientista Dr. Henry “Hank” Pym (Michael Douglas),no final dos anos 80, descobriu um tipo de partícula que pode alterar o espaço entre os átomos. Com receio de que ela seja usada de forma errada, ele esconde sua descoberta. Nos dias atuais, um engenheiro eletrônico, Scott Lang, (Paul Rudd) que “assaltou” a empresa para qual trabalhava para devolver o dinheiro às pessoas que foram enganadas por ela, sai da prisão e tem que tentar arranjar um emprego para poder visitar a filha que mora com a mãe e o novo marido dela, o policial Paxton.
Dr. Hank Pym, atualmente aposentado, ao ser chamado à sua empresa para uma apresentação de seu antigo assistente, Darren Cross (Corey Stoll), percebe que seu antes pupilo e admirador está perto de descobrir por conta própria a partícula Pym e usá-la em um traje – Jaqueta Amarela – que poderá ser usado para formar um exército de micro-soldados. Com ajuda de sua filha, Hope van Dyne (Evangeline Lilly), Dr. Pym precisa roubar o traje e destruir toda e qualquer informação sobre estas descobertas e invenções. Ele acredita que quem poderá ajuda-lo nesta missão é Scott Lang. Assim, Scott é recrutado por Hank para auxiliá-lo. Assim, é treinado por ele e por Hope e assume o traje do Homem-Formiga, pertencente anteriormente ao próprio cientista.
Homem-Formiga tem um dos inícios mais lentos dos filmes da Marvel. Leva um pouco de tempo para realmente encontrar seu ritmo, mas com um roteiro bem amarrado, uma vez que encontra o filme tem um ritmo muito bom.
Fãs dos quadrinhos já sabem que Pym desempenhou um papel fundamental nos primeiros dias do Universo Marvel nas hq's, e há uma cena de abertura que mostra um pouco disso e apresenta um, surpreendentemente, Michael Douglas 30 anos mais jovem. O trabalho feito digitalmente, pela mesma equipe que pôs a cabeça de Chris Evans em um corpo magro no primeiro filme do Capitão América, é de cair o queixo.
As melhores partes de Homem-Formiga são quando Lang mergulha em seu mini-universo, onde aspiradores de pó, fiações, ratos, aparelhos de som de um DJ em um clube, entre outras milhares de coisas, se tornam máquinas gigantes da morte. Durante o final, quando o Homem-Formiga e o vilão lutam mano a mano em um trilho de trem de brinquedo, é simplesmente hilário.
Paul Rudd está ótimo como Scott Lang. Ele tem um bom timing cômico e uma tremenda química com Michael Pena(que rouba a cena várias vezes sem estragar o desenvolvimento da trama) e com Evangeline Lily. Rudd está seguindo os passos de Robert Downey Jr., Mark Ruffalo e Chris Pratt no departamento de improváveis super-heróis(Confesse, você nunca imaginou que eles seriam ótimos super-heróis).
"Ant-Man" tem charme suficiente para ser envolvente. Uma das coisas que o faz se destacar é que ele é um dos filmes mais encantadores que a Marvel fez até agora, assim como "Guardiões da Galáxia", embora Ant-Man, tenha uma sensibilidade muito diferente. Eu gosto da forma como o filme lida com as promessas e desgostos que existe entre pais e filhos.
Há algo gratificante sobre um filme como este, é ver que a maior parte do terceiro ato acontece dentro do quarto de uma criança. Depois de ver um filme gigantesco como "Avengers: Age Of Ultron", Homem-Formiga é um lembrete de que, só porque esses filmes vêm da Marvel, não há obrigação de fazê-los, todos, com uma destruição em massa no desfecho do filme.
Mas não se deixe enganar, Homem-Formiga é um furacão de ação e efeitos especiais. Um filme sobre "assaltos" que tem a sua própria voz, graças a todo o talento envolvido, e se destaca como um sucesso surpreendentemente robusto para o estúdio.