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Tarantino é um filho de uma égua! O nono filme dele (que ele chamou de penúltimo), não é pra ser levado a sério e por isso é bom. Que delícia ver Leo e Brad juntos, ídolos da juventude, completamente maduros artisticamente. Leo se despiu de toda vaidade pra viver Rick Dalton e falo, sem medo: Não fosse o Joaquin Phoenix, Leo ganharia o Oscar porque está simplesmente ma-ra-vi-lho-so!
Brad, nem se fala. Mereceu o Oscar de coadjuvante e ainda provou que dos altos de seus 56 anos, ainda dá um caldo bacana. GATO com G maiúsculo. Ele honrou a profissão dos dublês que agora querem que sua categoria, apareça no Oscar.
Os únicos senões do filme são a aparição de Bruce Lee (achei desnecessário) e a melancolia que eu senti no final, por conta da história de Sharon Tate.
Quem dera que pudéssemos refazer as coisas, né Tarantino?
Brad, nem se fala. Mereceu o Oscar de coadjuvante e ainda provou que dos altos de seus 56 anos, ainda dá um caldo bacana. GATO com G maiúsculo. Ele honrou a profissão dos dublês que agora querem que sua categoria, apareça no Oscar.
Os únicos senões do filme são a aparição de Bruce Lee (achei desnecessário) e a melancolia que eu senti no final, por conta da história de Sharon Tate.
Quem dera que pudéssemos refazer as coisas, né Tarantino?