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C.J. Nichols (Jesse Metcalfe) é um jornalista investigativo de uma grande rede de televisão disposto a fazer a reportagem da sua vida e ganhar o prêmio Pulitzer (o “Oscar” do jornalismo). Para tanto, resolve investigar o promotor público Mark Hunter (Michael Douglas) e os 17 casos de crimes circunstanciais em que o promotor atuou (e venceu) utilizando-se de exames de DNA em evidências colocados nas cenas dos crimes de forma inescrupulosa e falsa. O objetivo do promotor Hunter em vencer todos os casos é tornar-se herói aos olhos da opinião pública como defensor ferrenho da justiça e de causas humanas e assim angariar votos para a eleição de governador de estado. Para provar as manipulações da promotoria, Nichols resolve criar falsas evidencias para que seja julgado como assassino de uma prostituta que de fato ocorreu em Nova York. Com a ajuda de seu amigo e colega jornalista manipula provas e filma todo o processo para que no julgamento possa desmascarar Mark Hunter e suas manipulações de processos judiciais.
Com a direção de Peter Hyams o filme consegue manter um certo suspense na medida em que os personagens precisam enfrentar um risco muito grande em suas carreiras profissionais. Hunter precisa manipular a justiça e vencer mais este caso apesar de saber que caiu em uma armação do jornalista. Nichols, por sua vez, precisa provar sua inocência apesar da morte “acidental” de seu amigo e o sumiço do DVD com a gravação da sua armadilha. Causas morais e éticas são colocadas para que o expectador possa refletir sobre até que ponto uma pessoa estaria disposta a praticar atos criminais para conseguir fama e poder. Acima de qualquer suspeita estão todos os envolvidos nesta trama muito bem arquitetada e nem todos são inocentes (ou culpados) até que se prove o contrário.
Os atores não convencem muito em suas interpretações e o suspense se perde um pouco na medida em que toda a “armadilha” já é conhecida por todos os personagens envolvidos na história. A reviravolta no final é mais um estratagema para tentar incutir no público a falsa pretensão de ser uma grande história policial. Micheal Douglas não disse ao que veio e a produção só usou seu prestígio como ator para atrair público. Até mesmo o romance entre J.C. Nichols com a assistente de Hunter ficou clichê e uma manobra do roteirista. O romance não cola e a química entre eles é falsa e superficial. Vale à pena assistir a este filme se você não tiver outra coisa melhor para fazer num sábado à noite.
Meu blog: http://maisde140caracteres.wordpress.com
Com a direção de Peter Hyams o filme consegue manter um certo suspense na medida em que os personagens precisam enfrentar um risco muito grande em suas carreiras profissionais. Hunter precisa manipular a justiça e vencer mais este caso apesar de saber que caiu em uma armação do jornalista. Nichols, por sua vez, precisa provar sua inocência apesar da morte “acidental” de seu amigo e o sumiço do DVD com a gravação da sua armadilha. Causas morais e éticas são colocadas para que o expectador possa refletir sobre até que ponto uma pessoa estaria disposta a praticar atos criminais para conseguir fama e poder. Acima de qualquer suspeita estão todos os envolvidos nesta trama muito bem arquitetada e nem todos são inocentes (ou culpados) até que se prove o contrário.
Os atores não convencem muito em suas interpretações e o suspense se perde um pouco na medida em que toda a “armadilha” já é conhecida por todos os personagens envolvidos na história. A reviravolta no final é mais um estratagema para tentar incutir no público a falsa pretensão de ser uma grande história policial. Micheal Douglas não disse ao que veio e a produção só usou seu prestígio como ator para atrair público. Até mesmo o romance entre J.C. Nichols com a assistente de Hunter ficou clichê e uma manobra do roteirista. O romance não cola e a química entre eles é falsa e superficial. Vale à pena assistir a este filme se você não tiver outra coisa melhor para fazer num sábado à noite.
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