Filmes
Séries
Programas
Uma ode à estupidez e à degradação da humanidade. É inacreditável que alguém tenha escrito esse lixo e, pior, imaginar que alguém consiga se divertir com o festival de grosseria que se vê na tela. O mau gosto e a imbecilidade são incessantes, e qualquer espectador com um mínimo de sensibilidade desiste do filme (sic) com vinte minutos, atordoado com tanta estupidez. Uma bomba inominável. O idiota do Tom Green deveria ter ...
Leia Mais
Leia Mais
Um dos melhores filmes dos últimos tempos, expõe corajosamente a questão das drogas na sociedade atual. Seu impacto é ainda maior se considerarmos a gravidade do problema em esfera mundial. As cinco indicações que recebeu para o Oscar foram poucas diante da excelência deste filmaço.
Longe de ser uma obra-prima, o filme emociona e conquista o espectador pelo conteúdo humano de sua história. A diretora Nelson erra a mão ao esticar demais a trama e também apresenta inevitáveis momentos de pieguice. Além disso, o final é apressado e fácil demais. Mesmo assim, é impossível ficar indiferente ao drama de Sam, em uma interpretação magistral de Sean Penn, injustamente ignorada pela Academia. É ele quem ...
Leia Mais
Leia Mais
Entre os grandes diretores norte-americanos vivos, Brian De Palma é um dos poucos que jamais foi agraciado com o Oscar, sequer lembrado até hoje, apesar de ter coisas boas no currículo (O pagamento final, Scarface), talvez por muitas vezes limitar-se a reciclar velhas idéias e promover refilmagens disfarçadas, sobretudo de obras de Alfred Hitchcock (Dublê de corpo, Vestida para matar). Sua carreira andava meio por baixo depois de dois ...
Leia Mais
Leia Mais
No todo, o filme é chato. Muita falação, pouca ação e sustinhos de quinta. Além disso, o elenco também não ajuda: os atores são péssimos e se soubessem o que estavam fazendo provavelmente suas reações seriam não-convincentes. A câmera tremida incomoda o espectador, mas é um recurso coerente com a proposta do filme. O melhor mesmo são os dez minutos finais, a seqüência na casa é realmente sufocante e assustadora. ...
Leia Mais
Leia Mais
Nem bem um filme sobre a ilusão da droga, é mais sobre a droga da ilusão. Pois não é outro o sentimento que move os quatro personagens principais em sua desesperada busca de felicidade e conforto. Cada qual com seu vício, vão se iludindo na desesperada busca por um mínimo de felicidade e conforto. Um filme incômodo, deprimente e perturbador como poucos. Pontos altos: a montagem frenética, a trilha sonora, bastante adequada, ...
Leia Mais
Leia Mais
Embora mais veterana, a diretora francesa Claire Denis tem um estilo de filmar que hoje pode ser comparado ao da argentina Lucrecia Martell (do engodo "O pântano" e do bom "Santa menina"): planos fechados, ritmo lento, economia de diálogos, roteiro por vezes descosturado. Além disso, utiliza com sobriedade um recurso narrativo que geralmente é relegado a um segundo plano no cinema comercial, o tempo, marcado por silêncios que pontuam a ...
Leia Mais
Leia Mais
Boa adaptação, mas quem leu o romance vai ficar decepcionado. Requer muita atenção do espectador, por causa dos cortes temporais e das intrincadas relações entre os personagens. Embora seja fiel ao texto do livro, o roteiro opta pelo simplismo ao eliminar personagens interessantes e resumir a trama a um mero jogo de investigação e vingança. É um bom filme. Mas o cinema nacional ainda está devendo uma produção à altura ...
Leia Mais
Leia Mais
Tem alguns momentos engraçados, mas na média é medíocre, sem nada de novo em relação a outros filmes de temática semelhante. Mas entra para a história por apresentar a seqüência mais nojenta da história do cinema em mais de um século: a cena da torta."
O melhor dos melhores filmes do maior cineasta americano vivo. Com humor e emoção, convida o espectador a pensar e refletir sobre a própria condição de viver em sociedade, massacrado pela vontade de ser o que quer e a necessidade de ser o que se deve. Um filme perfeito.