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Uma sequência desnecessária, nem tanto pelo retorno dos personagens às telas mas pela própria história apresentada. Após o sucesso de "O Diário de Bridget Jones" era até mesmo óbvio que uma continuação seria produzida, ainda mais com o 2º livro já tendo sido escrito na época. Só que a história é completamente óbvia, apelando para clichês, repetindo piadas e perdendo o frescor de novidade que o filme anterior possuía. Simplificando, trazendo de volta os personagens para fazerem exatamente a mesma coisa. Não que o filme seja ruim, não é isso. Mas é bastante decepcionante, especialmente ao lembrar o quanto "O Diário de Bridget Jones" era divertido. Neste filme pouquíssimas piadas funcionam, explorando novamente situações como a calcinha gigante e a bunda de Bridget na TV. Certos rumos que a história possui, como a ida à Tailândia, soam forçados e até mesmo sem imaginação - este trecho do filme lembra muito "A Viagem", por exemplo. Há ainda a presença do personagem de Hugh Grant, que também não tem grande importância na trama e apenas se repete em relação ao primeiro. Ainda assim este novo "Bridget Jones" tem algumas qualidades. A trilha sonora, novamente, é boa e bem escolhida em relação às situações do filme. Renée Zellweger está bem em cena, simpática, apesar de não brilhar. A trama de Rebecca tem um desfecho que surpreende, apesar de também não ser nada de sensacional. No geral um filme mediano, que se assiste quase que impassível, sem grandes risadas nem momentos de tédio. O primeiro filme merecia uma sequência melhor.