Francisco Russo
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Linhas Cruzadas
Linhas Cruzadas
0,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2012
O filme é péssimo como comédia e muito ruim comodrama. Na verdade, ele nem tem uma história razoavelmente estruturada. Vemos uma Meg Ryanhistérica, em que todos desligam o telefone na sua cara, tentando ajudar o pai rabugentoe ingrato. Tem também a irmã mais velha, Dianne Keaton, que apenas enfeita o filme, eLisa Kudrow, num papel totalmente dispensável. Se a personagem dela fosse eliminada, ahistória não perderia em nada.A direção também é muito ruim. Entediante, burocrática e comdois erros capitais: um microfone que aparece muito numa cena ao ar livre e o reflexo dascâmeras de filmagem nos óculos de Dianne Keaton, já lá pelo final do filme. Osdiálogos também são péssimos. Existe uma comparação entre Honda e Lamborghini quedá vontade de bater no roteirista (detalhe: a comparação era das marcas com as irmãs).Sem contar que algumas perguntas ficaram após o término do filme:por que colocar uma exposição sobre Nixon? Por que tantas cenas em flashback, se todaselas dizem basicamente a mesma coisa? Foram detalhes colocados no filme com a nítidaintenção de encher linguiça, para poder transformar um roteiro péssimo num filme piorainda.