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Crítica da série
4,5
Enviada em 29 de janeiro de 2021
No geral, eu amei The Man in The High Castle. De cara já amei a proposta de montar uma realidade em que o Eixo venceu a Segunda Guerra e a série faz isso muito bem no geral. A história é muito interessante, cheia de mistérios e muito envolvente, com quase nada previsível. As atuações são boas, os personagens no geral são muito bem desenvolvidos, amei a personagem principal Juliana Crain. Só achei que no final a série tomou caminhos que não gostei muito, tentando inovar e trazer novas histórias já no "45 do segundo tempo" e algumas inconsistências histórias me incomodaram, por exemplo sonso foi parar a Itália no meio disso tudo?Eles também faziam parte do Eixo e na série nenhum sinal de vida para eles e achei que faltou explorar um pouco mais os flashbacks que contam a chegada dos nazistas nós EUA e no mundo. Apesar de ser bem claro no que me incomodou nada disso atrapalhou significativamente minha experiência enquanto assistia série, pelo contrário eu maratonei a série e pensei muito sobre tudo o que ela aborda. Então sim, eu recomendo demais ver The Man in The High Castle.
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Ainda estou na primeira temporada, mas que série meus amigos! Baseada no conto de Philip K. Dick, visionário por trás do famoso Blade Runner, a série em questão é produzida nada mais nada menos do que por Ridley Scott e distribuída pela Amazon.
Até o momento a tensão e suspense prendem nesta realidade distópica e conturbada. Um clima bélico velado pelos que desejam tomar o poder no lugar de Hitler que está doente e cada vez mais próximo da morte.
Outro arco, no caso o surgimento de filmes em cápsulas no qual a resistência detêm e que mostram a realidade que conhecemos, transmitida de uma forma tão real que os personagens no qual assistem-na auto questionam se aquilo é apenas um filme, tirando o sono de nazistas e japoneses que tentam a qualquer custo recuperar e queimar os mesmos.
Nunca foi tão atual a série, criando fantasias aos comunistas e dando tapas com luvas de pelica na cara de muito nego que apoia a ditadura sem saber o que foi essa fase. A narrativa também sabe como desenvolver seus personagens, oferecendo uma chance além de papéis caricatos a Cary-Hiroyuki Tagawa (Tagomi), Burn Gorman (Marshall) ou Rufus Sewell (Obergruppenführer), para bem exemplificar, ambos competentes em desenvolver personagens multifacetados e interessantes do início ao fim. O calcanhar de Aquiles? O triângulo amoroso descartável que a narrativa sente a necessidade de inserir, resquícios de YA como Crepúsculo, Jogos Vorazes e Divergente, e que esta trama dispensaria.
A parte técnica representa um show a parte pelo comprometimento da equipe do design de produção em imaginar como seriam os Estados Unidos sob a égide alemã e japonesa, criando cenários remissivos de cada cultura enquanto também representativos: repare como os carros são Volkswagen em vez de Fords ou General Motors.
SEGREDOS POR TRÁS DAS FILMAGENS A Fonte No livro no qual a série é baseada (O Homem do Castelo Alto), o personagem na verdade escreveu um romance que conta a história do mundo como se os aliados tivessem vencido a guerra. Na série, ao invés de escrever um romance, ele criou um filme. Olha a referência, Capitão! Em uma cena do segundo episódio, há um certo personagem no restaurante que faz um unicórnio de origami. Isto é uma menção silenciosa a uma cena de Blade Runner – O Caçador de Andróides, de Ridley Scott, que também é baseado em um livro de Philip K. Dick (Andróides Sonham Com Ovelhas Elétricas?). Iria assistir de novo? Com certeza!
De fato, é uma série muito boa! O espírito de Blade Runner está ali, em cada ponto da concepção. Até o origami. Com dose certa de ação, drama e mistério ficcional, a série apresenta uma versão interessante da geopolítica que se estabeleceria com a vitória do Eixo. Curioso que há personagens que aparentam protagonismo mas morrem. Outros que nem parecem tão relevantes, marcam a história até o fim. Prende muito. Como está completa, é uma ótima opção para maratonar. E o tema "Edelweiss", é um contraponto significativo.
Uma das melhores séries que já assisti. Perfeita. Os personagens, sobretudo os vilões, sempre mostrados como seres humanos, assim como os próprios heróis, adotando atitudes controversas. A estética nos faz mergulhar naquele universo de modo a se sentir dentro dos ambientes e figurinos. A ficção científica e o misticismo não estragam o realismo do drama pessoal e político. Enfim. Doeu ter que terminar de assistir. Edit: Não posso deixar de citar Rufus Sewell, ator que interpreta o vilão John Smith. Sua performance e seu personagem fascinante constituem aquilo que mais desperta interesse na série.
Excelente série. Estou no começo da segunda temporada e me impressiono a cada episódio com as atuações, o roteiro e a fotografia. A série te prende do começo ao fim e o melhor é saber que existe um fim (4º temporada).
QUE SERIE MEUS AMIGOS, QUE SERIE! FENOMENAL, VALE A PENA ATE O ULTIMO MINUTO ELENCO FECHA PERFEITAMENTE, HISTORIA SENSANCIONAL, DIFERENTE DE TUDO QUE VC JA VIU
Série obrigatória, um dos melhores enredos já construídos até hoje! Atuações brilhantes de Rufus Sewell e Chelah Horsdal como casal principal, ele como vilão (que a gente desconfia o tempo todo que vai deixar a vilania) e ela como "quase" anti-vilã (que a gente desconfia o tempo todo que vai partir pra vilania). Li críticas a respeito de Alexa Davalas, mas discordo, enxergo a apatia dela durante a trama como algo proposital, que faz parte da interpretação que o papel exigia. Ponto positivo também para o espetáculo de interpretação de Joel de La Fuente. Desenvolvimento espetacular dos episódios e do clímax das temporadas, diálogos necessários. Comecei assistir por curiosidade sem saber da existência do livro e do hype, imaginando que a temática seria futurista e contemporânea, mas é uma série com elementos e ambientação antiga. Elementos gráficos e figurino perfeitos. Como seria o mundo se Hitler e sua aliança tivessem vencido a guerra? Essa é a premissa que a série quer contar e o faz muito bem! Só não é perfeita spoiler: por tentar colocar (e falhar miseravelmente!) viagem no tempo no fechamento da última temporada . Na hora de tirar nota máxima, cometeram esse equívoco!
Ótima série. Todos os detalhes minimamente cuidados. Uma história muito bem pensada. Nada óbvio, uma distopia com enredo forte. Cenários e interpretações singulares. Vale muito a pena ver.
Essa série é uma obra prima que mostra como o mundo poderia ter sido, nos faz fantasiar muitas coisas. As atuações dos personagens John Smith e Juliana Crain são fantásticas, é a primeira série original da Amazon que assisto e gostei por que foge dos clichês e sempre nos surpreende.
A série é muito boa. Uma história inteligente e cativante. Trama muito bem elaborada. Se você gostar de história - ainda que essa seja uma série fictícia - vai fazer várias relações do que aconteceu com a Alemanha do pós Guerra, dividida entre os aliados e a URSS, e os EUA deste seriado divididos entre alemães e japoneses, os quajs que teriam vencido a 2a.Guerra. Quanto aos atores: Rufus Sewell simplesmente o grande cara dessa série, em alguns momentos você o odeia totalmente em outros você o adora, cheguei a me sentir mal por torcer por elnesses momentos por um nazista. O lixo da série é a atriz que interpreta aquela que deveria ser a estrela feminina da série, a tal da Alexa Cavalos. Definir a atuação dela é fácil: ela é o inverso perfeito do que é atuação do Rufus Sewel, ela é péssima! Mas péssima das péssimas mesmo. Não fosse a lamentável atuação dela eu falaria 5 estrelas para esta série, mas ela é apática, desinteressada, superficial, enfim, não transmite emoção alguma! Espero que procure outra profissão, atriz ela não é...
Foram três temporadas incríveis. De perder o fôlego e explodir a mente. Foram além até mesmo do ótimo livro que se baseiam. Era óbvio que a expectativa com a conclusão da série (já se sabia que era a última temporada) era alta. Um fracasso, um fiasco, um vexame. A história foi apressada, as conclusões mal amarradas. Tudo corrido, mal escrito e pouco crível. Virou um produto ruim. Se for ver a série, veja só até a terceira e imagine você mesmo seu próprio final. Essa quarta temporada foi grande perda de tempo.
Essa série é fantástica. Uma viagem extraordinária numa utopia horripilante. Óbvio, são quatro temporadas e é impossível não ter furos e erros. No entanto, a série executa muito bem o que propõe. Rufus Sewell (John Smith) entrega absolutamente tudo, uma atuação espetacular
As 3 primeiras temporadas são obras primas, não tem discussão. Mas pra mim a última temporada cai muito, parece que perdeu o foco. O desfecho é legal, mas perde muito pela temporada final ser irregular. Parece que foi finalizada às pressas. Faltou acabamento.
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