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Muito interessante. Tipo the americans. Clima de tensao. Ótima estória e ótimos atores. Apesar de ter assistido somente 4 capítulos estou gostando muito.
estava relutoso em assistir, mas assim que vi o primeiro episódio não consegui parar de assistir. Excelente série
Tudo muito bom até começar a lacrate na 3 temporada, com homens e mulheres se engraçando. Uma parada nada a ver com a história, só pra causar mesmo.
Maldita agenda woke.
Maldita agenda woke.
Prende a atenção do começo ao fim. Achei uma história original e emocionante. Tem um pouco de violência desnecessária em algumas cenas, mas nada que tire o brilho da série
h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2019/03/06/rezenha-critica-o-homem-do-castelo-alto/
Ainda estou na primeira temporada, mas que série meus amigos! Baseada no conto de Philip K. Dick, visionário por trás do famoso Blade Runner, a série em questão é produzida nada mais nada menos do que por Ridley Scott e distribuída pela Amazon.
Até o momento a tensão e suspense prendem nesta realidade distópica e conturbada. Um clima bélico velado pelos que desejam tomar o poder no lugar de Hitler que está doente e cada vez mais próximo da morte.
Outro arco, no caso o surgimento de filmes em cápsulas no qual a resistência detêm e que mostram a realidade que conhecemos, transmitida de uma forma tão real que os personagens no qual assistem-na auto questionam se aquilo é apenas um filme, tirando o sono de nazistas e japoneses que tentam a qualquer custo recuperar e queimar os mesmos.
Nunca foi tão atual a série, criando fantasias aos comunistas e dando tapas com luvas de pelica na cara de muito nego que apoia a ditadura sem saber o que foi essa fase. A narrativa também sabe como desenvolver seus personagens, oferecendo uma chance além de papéis caricatos a Cary-Hiroyuki Tagawa (Tagomi), Burn Gorman (Marshall) ou Rufus Sewell (Obergruppenführer), para bem exemplificar, ambos competentes em desenvolver personagens multifacetados e interessantes do início ao fim. O calcanhar de Aquiles? O triângulo amoroso descartável que a narrativa sente a necessidade de inserir, resquícios de YA como Crepúsculo, Jogos Vorazes e Divergente, e que esta trama dispensaria.
A parte técnica representa um show a parte pelo comprometimento da equipe do design de produção em imaginar como seriam os Estados Unidos sob a égide alemã e japonesa, criando cenários remissivos de cada cultura enquanto também representativos: repare como os carros são Volkswagen em vez de Fords ou General Motors.
SEGREDOS POR TRÁS DAS FILMAGENS
A Fonte
No livro no qual a série é baseada (O Homem do Castelo Alto), o personagem na verdade escreveu um romance que conta a história do mundo como se os aliados tivessem vencido a guerra. Na série, ao invés de escrever um romance, ele criou um filme.
Olha a referência, Capitão!
Em uma cena do segundo episódio, há um certo personagem no restaurante que faz um unicórnio de origami. Isto é uma menção silenciosa a uma cena de Blade Runner – O Caçador de Andróides, de Ridley Scott, que também é baseado em um livro de Philip K. Dick (Andróides Sonham Com Ovelhas Elétricas?).
Iria assistir de novo? Com certeza!
Minha nota é 4/5 (Por enquanto).
Ainda estou na primeira temporada, mas que série meus amigos! Baseada no conto de Philip K. Dick, visionário por trás do famoso Blade Runner, a série em questão é produzida nada mais nada menos do que por Ridley Scott e distribuída pela Amazon.
Até o momento a tensão e suspense prendem nesta realidade distópica e conturbada. Um clima bélico velado pelos que desejam tomar o poder no lugar de Hitler que está doente e cada vez mais próximo da morte.
Outro arco, no caso o surgimento de filmes em cápsulas no qual a resistência detêm e que mostram a realidade que conhecemos, transmitida de uma forma tão real que os personagens no qual assistem-na auto questionam se aquilo é apenas um filme, tirando o sono de nazistas e japoneses que tentam a qualquer custo recuperar e queimar os mesmos.
Nunca foi tão atual a série, criando fantasias aos comunistas e dando tapas com luvas de pelica na cara de muito nego que apoia a ditadura sem saber o que foi essa fase. A narrativa também sabe como desenvolver seus personagens, oferecendo uma chance além de papéis caricatos a Cary-Hiroyuki Tagawa (Tagomi), Burn Gorman (Marshall) ou Rufus Sewell (Obergruppenführer), para bem exemplificar, ambos competentes em desenvolver personagens multifacetados e interessantes do início ao fim. O calcanhar de Aquiles? O triângulo amoroso descartável que a narrativa sente a necessidade de inserir, resquícios de YA como Crepúsculo, Jogos Vorazes e Divergente, e que esta trama dispensaria.
A parte técnica representa um show a parte pelo comprometimento da equipe do design de produção em imaginar como seriam os Estados Unidos sob a égide alemã e japonesa, criando cenários remissivos de cada cultura enquanto também representativos: repare como os carros são Volkswagen em vez de Fords ou General Motors.
SEGREDOS POR TRÁS DAS FILMAGENS
A Fonte
No livro no qual a série é baseada (O Homem do Castelo Alto), o personagem na verdade escreveu um romance que conta a história do mundo como se os aliados tivessem vencido a guerra. Na série, ao invés de escrever um romance, ele criou um filme.
Olha a referência, Capitão!
Em uma cena do segundo episódio, há um certo personagem no restaurante que faz um unicórnio de origami. Isto é uma menção silenciosa a uma cena de Blade Runner – O Caçador de Andróides, de Ridley Scott, que também é baseado em um livro de Philip K. Dick (Andróides Sonham Com Ovelhas Elétricas?).
Iria assistir de novo? Com certeza!
Minha nota é 4/5 (Por enquanto).
Sensacional. Série inteligente, bem amarrada e que abre espaço para o desenvolvimento dos mais variados grupos e personagens. Você simplesmente fica preso aos acontecimentos e imaginando o famoso " e se tal coisa tivesse acontecido". Série super recomendada pada os apaixonados por História.
A primeira temporada é confusa, porém muito interessante e cria-se uma expectativa muito boa para a continuidade. Na segunda temporada, as personagens vão se isolando em vários roteiros paralelos e se tem a impressão que a direção se perdeu no contesto e que vai ser mais uma série "sem final" ...uma pena!...desisti!
Estou assistindo a segunda temporada e achei fantástica, ideia muito boa, excelentes atuações. É uma produção muito rica em imagens e quem ainda não viu deve conferir.
Série fantástica do início ao (quase) fim, ansioso pela 4a e ultima temporada. Roteiro muito bem construído e instigante por sua realidade diferenciada.
Estou na primeira temporada e estou adorando, a idéia da série é bem interessante e cativante, com boas atuações e com imagens excelentes. Recomendo!
A ideia da série é muito louca e interessante, é um "e se" assustador, que é muito bem explorado. Personagens bem desenvolvidos, fotografia que ilustra bem o peso das cenas, atuações boas e reflexões bem provocadas. Note que estou avaliando a 1 temporada e essa tem um rimo um pouco mais didático, mais lento, mas já estou na 2 temporada e essa tem um ritmo frenético, espetacular.
Por fim, recomendo demais a série.
Por fim, recomendo demais a série.
Que série fantástica. Vários episódios você simplesmente é surpreendido com uma cena inesperada. O penúltimo episódio da 4ª temporada é surpreendente.
Surpreendente. O último capítulo é excepcional com reviravoltas onde já parecia decidido o caminho que era tomado.
Boa série, uma ideia do que seria o mundo se a loucura nazista tivesse ido adiante. Nao recomendo pra que tiver depressão pois é muito triste na minha visão .
O final deixa a desejar ,.apressado pra acabar logo, fora isso é , porém, como na maioria das séries o livro e melhor
O final deixa a desejar ,.apressado pra acabar logo, fora isso é , porém, como na maioria das séries o livro e melhor