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Daniel Rodrigues
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Crítica da série
3,5
Enviada em 24 de março de 2020
Bom a série é boa, com ótimo elenco, com um drama ou outro incluído sem necessidade, achei desnecessário todo aquele envolvimento com a spoiler: Lana se eles nunca iriam ficar juntos, e outro problemaspoiler: Tess Murcer , quando ela apareceu era meio que uma vilã, subordinada de spoiler: Lex Luthor , até que as coisas mudaram e ela mudou de lado, passando a ajudar Clark e toda liga, até que no fim da série é morta sem mais nem menos por spoiler: Lex , a personagem foi desenvolvida virou uma mocinha e morreu sem mais nem menos, nem deram importância pra morte dela só aconteceu e acabou, bem triste, e com isso temos muitos outros personagens deixados de lado após serem bem desenvolvidos como Marciano e Martha Kent que após a 9° aparecem apenas em um momento outro sem qualquer envolvimento com a trama principal, Connor Kent/ superboy também não foi dos mais aproveitados, apenas o mostraram e o esconderam sem qualquer envolvimento também, a série é muito boa eu veria de novo, mas, muitos bons personagens foram deixados de lado, como boa parte da liga, mas, nem tudo é perfeito.Bom a série é boa, com ótimo elenco, com um drama ou outro incluído sem necessidade, achei desnecessário todo aquele envolvimento com a spoiler: Lana se eles nunca iriam ficar juntos, e outro problemaspoiler: Tess Murcer , quando ela apareceu era meio que uma vilã, subordinada de spoiler: Lex Luthor , até que as coisas mudaram e ela mudou de lado, passando a ajudar Clark e toda liga, até que no fim da série é morta sem mais nem menos por spoiler: Lex , a personagem foi desenvolvida virou uma mocinha e morreu sem mais nem menos, nem deram importância pra morte dela só aconteceu e acabou, bem triste, e com isso temos muitos outros personagens deixados de lado após serem bem desenvolvidos como Marciano e Martha Kent que após a 9° aparecem apenas em um momento outro sem qualquer envolvimento com a trama principal, spoiler: Connor Kent/ superboy também não foi dos mais aproveitados, apenas o mostraram e o esconderam sem qualquer envolvimento também, a série é muito boa eu veria de novo, mas, muitos bons personagens foram deixados de lado, como boa parte da liga, mas, nem tudo é perfeito.
Uma das melhores séries já feitas... O elenco e ótimo o enredo também e bem cativante, já assisti umas 4 vezes Smallville e até hoje não vi uma série tão boa quanto essa...
Sabe qual que é o problema, tipo assim, eu não vou falar muito porque quando eu assisti Smallville eu peguei alguns episódios da Lana e eu não peguei muito a fase da Lois, entendeu peguei mais a fase da Lana então é normal que eu tenha ali um carinho pela personagem né então eu não posso falar muito da Lois porque eu não vi só que todo mundo que assistiu Smallville que assistiu mesmo tal e não sei o que, até comentaristas assim da internet todo mundo fala mais da Lana eu acho que tipo assim, foi culpa da emissora porque eles se concentraram muito na Lana, claro né que a história conta mais sobre a vida dele como um adolescente do que depois de adulta só que assim eles construíram muito a personagem da Lana, fizeram a gente se apegar com ela e quando chegou na parte da Lois eles não deram a mesma atenção eu acho que eles foram muito rápido tipo lá tem a Lois Lane é essa daqui tal e pronto, entendeu, não construiram uma personagem, não fizeram os dois ter vários momentos assim que realmente "Ah meu Deus do céu os dois são para ficar juntos" eu lembro de algumas cenas só dela que eu vi e todas as cenas eram muito dramáticas tava acontecendo muita coisa e tipo assim a diferença de um para o outro, Lois fizeram toda aquela questão de dramatização do Superman salvando ela e não sei o quê agora, a Lana, é lendário, (Lois Lane, Lana Lang, gostam de "L") tem muitos momentos dela e do Clark juntos vendo um filme no cinema, no drive no carro, tem eles conversando tem momentos assim coisas pequenas só que íntimas, uma conversa, entende? já ele com a Lois é tudo mais dramático mais ação eu acho que isso tira um pouco do romance da intimidade da coisa toda por isso que eu não gostar mais da Lois é culpa da emissora. E também eu gosto muito da atriz da Lana, isso daí já me puxa um pouco mais para cá eu acho que ela combina muito com ele até mais do que a outra então a cara é isso é complicado
Muito bom a u´ltima temporada de Smallvile . acabando com a expectativa , da se´rie inteira , quando o Clark finalmente transformasse no Superman ! Eu gostei muito
A 6ª temporada de Smallville talvez seja uma das fases mais políticas, sombrias e emocionalmente divididas da série. Depois do impacto gigantesco da 5ª temporada, aqui vemos Clark Kent deixando de ser apenas um jovem tentando entender seus poderes… para começar a encarar o peso de suas escolhas. Não é mais somente sobre salvar pessoas. Agora é sobre quem ele vai se tornar.
Com aproximadamente 22 episódios e duração média de 42 minutos cada, a temporada aprofunda ainda mais a dualidade entre Clark e Lex Luthor. E talvez seja exatamente aqui que a amizade entre os dois morre de vez. O brilho inocente das primeiras temporadas desaparece, dando lugar a paranoia, manipulação e ambição.
Elenco Principal Tom Welling — Clark Kent Michael Rosenbaum — Lex Luthor Kristin Kreuk — Lana Lang Allison Mack — Chloe Sullivan John Glover — Lionel Luthor Erica Durance — Lois Lane Estória
A temporada gira em torno da obsessão de Lex por controle, especialmente sobre Lana e sobre os segredos de Clark. Enquanto isso, Clark tenta equilibrar sua humanidade com o destino kryptoniano que cada vez mais o empurra para longe de uma vida normal.
O relacionamento entre Lana e Lex se torna o centro dramático da temporada. E isso dividiu muitos fãs. Ao mesmo tempo que trouxe maturidade para a trama, também deixou a série mais pesada e menos “aventura adolescente” do que antes.
Ainda assim, existem episódios excelentes, principalmente quando a temporada abraça o universo DC de vez. A presença dos meta-humanos, da Zona Fantasma e das ameaças kryptonianas amplia o universo da série e prepara terreno para algo maior.
E é impossível não destacar Michael Rosenbaum. Sua atuação como Lex continua absurda. O personagem já não é apenas um futuro vilão… ele se torna um homem destruído pela própria ambição. Cada diálogo dele carrega tensão.
Crítica
A 6ª temporada é boa, mas claramente irregular. Existem momentos brilhantes e outros cansativos. Alguns episódios parecem andar em círculos, especialmente no romance entre Lana, Clark e Lex, que em certos momentos fica excessivamente dramático.
Por outro lado, quando a série aposta no psicológico dos personagens e no conflito moral, ela cresce muito. Smallville sempre funcionou melhor quando falava sobre escolhas, culpa e destino — e aqui isso aparece com força.
Visualmente, a série evoluiu bastante para a época da TV aberta. Os efeitos ainda têm limitações, mas a atmosfera ficou mais cinematográfica. A trilha sonora também continua sendo um dos pontos fortes da série.
No fim, essa temporada funciona como uma ponte. Não é a mais épica, nem a mais emocionante, mas é importante para transformar Clark no homem que um dia será o Superman.
Uma temporada mais madura, mais sombria e menos inocente. Talvez tenha perdido parte da magia juvenil… mas ganhou profundidade.
A 5ª temporada de Smallville talvez seja o momento em que a série finalmente deixa de ser apenas um drama adolescente com poderes e abraça de vez o peso do destino do Superman. Lançada entre 2005 e 2006, com episódios de aproximadamente 42 minutos, essa temporada mergulha Clark Kent em perdas, escolhas e responsabilidades que começam a destruir a inocência construída nas fases anteriores. Aqui, Smallville amadurece… e junto com ela, seus personagens também.
Elenco Principal Tom Welling — Clark Kent Michael Rosenbaum — Lex Luthor Kristin Kreuk — Lana Lang Allison Mack — Chloe Sullivan Erica Durance — Lois Lane John Glover — Lionel Luthor James Marsters — Brainiac/Milton Fine Estória
A temporada começa logo após a criação da Fortaleza da Solidão, trazendo uma atmosfera mais sombria e grandiosa para a série. Clark precisa lidar com a pressão de aceitar quem realmente é, enquanto o mundo ao redor começa a cobrar um preço cada vez maior por suas decisões. A chegada de Brainiac muda completamente a escala da ameaça, trazendo pela primeira vez uma sensação verdadeira de perigo global.
Ao mesmo tempo, a relação entre Clark e Lex entra em seu ponto de ruptura definitivo. A amizade construída durante anos vai sendo consumida lentamente pela desconfiança, pela obsessão e pela ambição. E é justamente isso que torna Smallville tão marcante: o maior vilão da história do Superman não nasce de uma explosão ou de um acidente… ele nasce da dor, da rejeição e da corrupção emocional.
A morte de Jonathan Kent é um dos momentos mais fortes não apenas da temporada, mas da série inteira. É o instante em que Clark percebe que salvar o mundo não significa conseguir salvar todos que ama. Smallville entende algo que muitas produções de herói esquecem: o verdadeiro peso dos poderes não está na força… está nas perdas que vêm junto com ela.
Crítica
Essa temporada encontra um equilíbrio raro entre ação, drama e construção de universo. Diferente da 4ª temporada, que muitas vezes parecia perdida entre romances adolescentes e tramas exageradas, aqui tudo tem mais propósito. Existe emoção verdadeira. Existe consequência. Existe evolução.
Tom Welling entrega talvez sua atuação mais madura até então. Michael Rosenbaum continua simplesmente brilhante como Lex Luthor, criando um personagem carismático e assustador ao mesmo tempo. E James Marsters, vindo de Buffy the Vampire Slayer, adiciona uma presença fria e manipuladora como Brainiac.
Mesmo mantendo o clássico “vilão da semana” em alguns episódios, Smallville consegue elevar sua narrativa graças ao peso emocional dos acontecimentos. A série deixa de ser apenas sobre “o jovem Superman” e passa a ser sobre o preço de se tornar um símbolo.
E talvez seja justamente isso que faz a 5ª temporada funcionar tão bem: ela mostra que crescer também dói.
⭐ Pontos Positivos Evolução emocional de Clark Construção definitiva da queda de Lex Brainiac como grande ameaça Morte de Jonathan Kent extremamente impactante Atmosfera mais madura e sombria ⚠️ Pontos Negativos Alguns episódios ainda seguem fórmula repetitiva Romance Clark e Lana continua cansativo em certos momentos Ritmo irregular em parte da metade da temporada Nota Cinematográfica
⭐ 8,8/10
Uma temporada que marca a transição de Smallville para algo maior. Menos colegial, mais épico. Menos ingenuidade, mais consequência. Aqui, Clark Kent começa finalmente a deixar de ser apenas um garoto do Kansas… para se tornar a lenda que o mundo conhecerá como Superman.
A 4ª temporada de Smallville talvez seja uma das fases mais controversas da série. Depois da intensidade emocional e do amadurecimento sombrio da 3ª temporada, aqui a série parece perder um pouco da própria identidade para mergulhar em algo mais “teen”, mais exagerado e até fantasioso demais em alguns momentos. Ainda existe o coração de Smallville, mas ele divide espaço com roteiros irregulares e tramas que parecem andar em círculos.
Com cerca de 22 episódios e média de 42 minutos cada, a temporada aposta forte no mistério das pedras kryptonianas, na chegada de Lois Lane e na relação cada vez mais complicada entre Clark e Lana. Porém, ao mesmo tempo em que expande o universo da série, também cria uma sensação de excesso. Existem episódios excelentes… e outros que parecem apenas preencher espaço.
O grande destaque continua sendo Tom Welling como Clark Kent. Aqui ele já transmite mais maturidade, mas ainda carrega aquele conflito interno entre destino e humanidade. Michael Rosenbaum segue impecável como Lex Luthor, talvez o personagem mais bem construído da série inteira. Já Kristin Kreuk como Lana Lang vive uma temporada de altos e baixos, presa em tramas repetitivas. E a chegada de Erica Durance como Lois Lane injeta uma nova energia na série, trazendo sarcasmo, personalidade e leveza.
Principais Atores e Personagens Tom Welling — Clark Kent Michael Rosenbaum — Lex Luthor Kristin Kreuk — Lana Lang Erica Durance — Lois Lane Allison Mack — Chloe Sullivan John Glover — Lionel Luthor Estória
Clark retorna a Smallville após desaparecer no final da temporada anterior e agora precisa lidar com as pedras kryptonianas, novos segredos sobre sua origem e o surgimento de ameaças ligadas ao passado de Krypton. Enquanto isso, Lois Lane chega à cidade investigando a morte de Chloe, Lex mergulha ainda mais em sua obsessão pelo desconhecido e Lana tenta encontrar seu próprio caminho em meio ao caos emocional que envolve Clark.
A temporada mistura romance, mistério, humor e elementos sobrenaturais, mas nem sempre consegue equilibrar tudo isso. Há momentos em que Smallville parece esquecer que sua força sempre esteve nos personagens — e não apenas nos segredos kryptonianos.
O problema da 4ª temporada não é falta de ambição… é excesso dela. A série tenta abraçar muitos caminhos ao mesmo tempo e acaba perdendo parte da profundidade emocional construída anteriormente. Ainda assim, quando acerta, entrega episódios memoráveis e mantém aquela atmosfera nostálgica dos anos 2000 que marcou uma geração inteira.
⭐ Nota: 6,5/10
Uma temporada irregular, mais leve e exagerada, mas que ainda consegue sobreviver graças ao carisma do elenco e ao peso emocional de Clark, Lex e Lois.
Smallville — 2ª Temporada (2002–2003) 23 episódios | média de 43 minutos por episódio
Se a 1ª temporada de Smallville era sobre descoberta… a 2ª é sobre consequência.
Aqui a série deixa de ser apenas um drama adolescente com poderes e começa finalmente a construir algo maior. Mais sombrio. Mais emocional. Mais próximo do destino inevitável de Clark Kent.
E talvez seja exatamente por isso que muita gente considera esta uma das temporadas mais importantes da série.
Porque é aqui que Smallville começa a amadurecer.
Principais atores e personagens Tom Welling — Clark Kent Michael Rosenbaum — Lex Luthor Kristin Kreuk — Lana Lang Allison Mack — Chloe Sullivan John Schneider — Jonathan Kent Annette O'Toole — Martha Kent Sam Jones III — Pete Ross
Gêneros: Drama | Ficção Científica | Super-herói | Suspense
Estória
Após os eventos da primeira temporada, Clark começa a se aproximar cada vez mais da verdade sobre sua origem kryptoniana.
A descoberta da nave, os símbolos alienígenas e as mensagens vindas de Krypton fazem Clark perceber que talvez exista um propósito muito maior por trás de sua chegada à Terra.
Ao mesmo tempo, sua relação com Lana continua cheia de obstáculos, segredos e desencontros emocionais.
Enquanto isso, Lex Luthor mergulha cada vez mais em sua obsessão por Clark e pelos mistérios de Smallville, iniciando lentamente sua transformação rumo ao homem que um dia se tornará o maior inimigo do Superman.
E no centro de tudo permanece Jonathan Kent… tentando proteger o filho do mundo, mesmo sabendo que talvez um dia não consiga mais.
Análise crítica
A 2ª temporada melhora praticamente tudo em relação à primeira.
A série continua mantendo o formato clássico de “vilão da semana”, mas agora existe uma narrativa maior conectando os episódios. E isso fortalece muito o desenvolvimento dos personagens.
Tom Welling continua funcionando muito bem como Clark Kent. Seu carisma segura a série, principalmente porque ele transmite perfeitamente o conflito de um jovem dividido entre ser humano… e algo além disso.
Mas novamente quem domina a temporada é Michael Rosenbaum.
Seu Lex Luthor é simplesmente brilhante.
A série faz algo raro: mostra um vilão sendo construído lentamente através da dor, da rejeição e da obsessão.
Você percebe que Lex ainda quer ser bom. Mas também percebe que o mundo está empurrando ele para a escuridão.
E isso torna tudo mais trágico.
A relação entre Clark e Lex talvez seja o ponto mais forte da série inteira. Existe amizade verdadeira ali… mas também desconfiança crescente.
Como duas pessoas destinadas a se destruir no futuro.
A temporada também aprofunda mais a mitologia kryptoniana, trazendo um tom mais misterioso e sombrio para a série.
Claro, ainda existem episódios mais fracos e exageradamente adolescentes. Afinal, isso faz parte da identidade de Smallville.
Mas agora a série começa a encontrar equilíbrio entre drama juvenil e ficção científica.
⚖️ Reflexão final
A 2ª temporada fala muito sobre identidade.
Clark tenta entender quem realmente é. Lex tenta provar para si mesmo que pode ser diferente do pai. Lana tenta encontrar sentido em uma vida marcada pela perda.
E no fundo, todos os personagens carregam algum vazio.
Talvez por isso Smallville funcione tão bem emocionalmente.
Porque antes de ser uma série sobre super-heróis… ela é uma série sobre pessoas tentando encontrar seu lugar no mundo.
E quando percebe isso, a série deixa de parecer apenas uma produção adolescente dos anos 2000.
Ela ganha alma.
Vale a pena assistir? Sim. A 2ª temporada é um passo enorme na construção do universo de Smallville e aprofunda muito os personagens principais.
Smallville — 3ª Temporada (2003–2004) 22 episódios | média de 43 minutos por episódio
A 3ª temporada de Smallville é o momento em que a série deixa definitivamente de ser apenas um drama adolescente sobre um garoto com poderes.
Aqui nasce o Superman. Ainda incompleto. Ainda perdido. Mas emocionalmente mais próximo do herói que o mundo conhece.
E talvez o mais interessante seja perceber que, enquanto Clark tenta se tornar alguém melhor… Lex Luthor começa lentamente a se perder de si mesmo.
Essa dualidade transforma a 3ª temporada em uma das mais fortes de toda a série.
Principais atores e personagens Tom Welling — Clark Kent Michael Rosenbaum — Lex Luthor Kristin Kreuk — Lana Lang Allison Mack — Chloe Sullivan John Schneider — Jonathan Kent Annette O'Toole — Martha Kent Sam Jones III — Pete Ross John Glover — Lionel Luthor
Gêneros: Drama | Ficção Científica | Super-herói | Mistério
Estória
Após fugir de Smallville sob influência da kryptonita vermelha, Clark retorna diferente.
Mais sombrio. Mais rebelde. Mais distante daquilo que Jonathan e Martha ensinaram.
Agora ele precisa reconstruir sua relação com a família, com Lana e consigo mesmo.
Enquanto isso, Lex continua investigando obsessivamente os mistérios de Clark e das cavernas kryptonianas, mergulhando cada vez mais em uma paranoia silenciosa.
Lana tenta seguir sua vida, mas permanece emocionalmente presa ao amor impossível que sente por Clark.
E Lionel Luthor se torna uma ameaça ainda maior, manipulando todos ao seu redor como peças de xadrez.
Ao longo da temporada, segredos começam a destruir amizades, famílias e relações que pareciam inquebráveis.
Análise crítica
A 3ª temporada possui um tom mais maduro e pesado.
Existe menos inocência aqui.
Os personagens começam finalmente a sofrer as consequências emocionais de tantos segredos guardados.
Tom Welling entrega talvez sua atuação mais consistente até aquele momento. Seu Clark agora parece mais humano justamente porque erra mais.
Ele mente. Foge. Machuca pessoas que ama.
E isso fortalece o personagem.
Mas novamente o verdadeiro gigante da série continua sendo Michael Rosenbaum.
Seu Lex Luthor é extraordinário.
A série constrói sua transformação de maneira lenta e dolorosa. Você percebe claramente um homem tentando desesperadamente encontrar verdade em um mundo cheio de mentiras.
E quanto mais Clark esconde… mais Lex se aproxima da escuridão.
A relação dos dois vira praticamente uma tragédia anunciada.
Outro ponto forte é John Glover como Lionel Luthor.
Manipulador, cruel e brilhante, ele se torna uma presença quase sufocante na temporada. Toda cena envolvendo Lionel carrega tensão.
A série também melhora bastante sua narrativa contínua. Os episódios deixam de parecer totalmente isolados e começam a construir uma história maior.
Mesmo mantendo aquele charme clássico dos anos 2000.
As músicas, os dramas românticos, os conflitos adolescentes… tudo ainda está ali. Mas agora existe profundidade emocional por trás.
⚖️ Reflexão final
A 3ª temporada fala sobre corrupção emocional.
Não apenas corrupção no sentido maligno… mas sobre como dor, obsessão e segredos conseguem transformar pessoas.
Clark começa a entender que salvar o mundo não depende apenas de força.
Depende de caráter.
E Lex começa a perceber que inteligência sem confiança se transforma em paranoia.
Talvez seja isso que torna Smallville tão especial.
Porque no fundo, a série nunca foi sobre um homem voando.
Foi sobre o caminho doloroso até ele aprender a ser humano.
Vale a pena assistir? Sim. A 3ª temporada é uma das mais fortes emocionalmente e marca o amadurecimento definitivo da série.
Smallville — 1ª Temporada (2001) 21 episódios | média de 43 minutos por episódio
Antes do universo compartilhado de heróis. Antes do excesso de CGI. Antes da avalanche de séries da DC e Marvel…
Existiu Smallville.
E talvez o maior mérito da série tenha sido justamente entender algo simples: o Superman não nasceu herói.
Ele se tornou.
A 1ª temporada de Smallville não é uma série sobre o Superman voando pelos céus usando capa. É uma série sobre solidão, descoberta e pertencimento. Sobre um garoto tentando entender quem é… enquanto o mundo à sua volta lentamente começa a desmoronar.
Principais atores e personagens Tom Welling — Clark Kent Kristin Kreuk — Lana Lang Michael Rosenbaum — Lex Luthor Allison Mack — Chloe Sullivan John Schneider — Jonathan Kent Annette O'Toole — Martha Kent Sam Jones III — Pete Ross
Gêneros: Drama | Ficção Científica | Super-herói | Teen
Estória
Após a queda de uma chuva de meteoros em Smallville, uma pequena cidade do Kansas sofre mudanças para sempre.
No meio do caos, um casal encontra um garoto dentro de uma nave espacial: Clark Kent.
Anos depois, Clark cresce como um adolescente aparentemente normal, tentando esconder habilidades extraordinárias enquanto lida com problemas típicos da juventude: amizade, amor, insegurança e identidade.
Mas a mesma chuva de meteoros que trouxe Clark à Terra também afetou outras pessoas da cidade.
E pouco a pouco surgem indivíduos transformados pelos fragmentos de kryptonita, criando ameaças que Clark precisa enfrentar enquanto tenta proteger aqueles que ama.
Ao mesmo tempo, nasce sua complexa relação com Lex Luthor, um homem dividido entre admiração, inveja e escuridão.
Análise crítica
A 1ª temporada de Smallville tem aquele clima clássico dos anos 2000.
Muito drama adolescente. Música marcante. Fotografia quente. E episódios no estilo “vilão da semana”.
E curiosamente… isso funciona.
A série possui uma inocência que hoje quase não existe mais nas produções de super-heróis.
Tom Welling talvez não fosse o ator mais técnico do mundo, mas carregava exatamente aquilo que Clark precisava: carisma e humanidade.
Seu Clark é inseguro, tímido e perdido. Ainda distante do Superman que o mundo conhece.
Mas quem realmente rouba a cena é Michael Rosenbaum.
Seu Lex Luthor é simplesmente fantástico.
Porque ele não começa como vilão.
Ele começa como um homem tentando ser melhor do que o pai monstruoso que teve.
E isso torna sua amizade com Clark trágica desde o início, porque o público sabe exatamente onde essa relação terminará.
A temporada também acerta muito na dinâmica familiar dos Kents. Jonathan e Martha representam o verdadeiro coração moral da série.
Eles não criaram apenas um super-herói.
Criaram um homem.
Claro, os efeitos especiais hoje envelheceram bastante. Algumas situações são extremamente exageradas e o formato episódico às vezes fica repetitivo.
Mas existe alma aqui.
Algo que muitas séries modernas perderam.
⚖️ Reflexão final
Smallville nunca foi sobre superpoderes.
Foi sobre crescimento.
Clark não luta apenas contra monstros afetados pela kryptonita. Ele luta contra medo, isolamento e a sensação constante de ser diferente de todos ao redor.
E talvez seja exatamente por isso que tanta gente se conectou com a série.
Porque no fundo, todo adolescente já se sentiu deslocado em algum momento da vida.
A 1ª temporada entende isso muito bem.
Ela mostra que antes de salvar o mundo… Clark precisava primeiro aprender a entender a si mesmo.
Vale a pena assistir? Sim. Principalmente para fãs do Superman e para quem sente saudade das séries dos anos 2000 com mais coração do que efeitos especiais.
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