Críticas de usuários para The Beauty: Lindos de Morrer
The Beauty: Lindos de Morrer
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Rodrigo Gomes
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Crítica da série
4,5
Enviada em 8 de março de 2026
Apesar de lembrar completamente A Substância, esse enredo é uma crítica social perfeita a realidade em que vivemos. Supreende, ainda mais por partir pra segunda temporada. O elenco é maravilhoso também.
A proposta da série é boa, mais não foi bem desenvolvida, tem cenas muito nojentas desnecessárias,tentaram misturar ação com terror e também não ficou bom, sem contar a péssima atuação de Bela Radid no início da série,quase parei de assistir logo no início por causa disso
achei a série incrivel e estranho ter tao pouca gente resenhando ela. espero que tenha uma 2 temporada. a serie é incrivel. quem gostou do filme A SUBSTANCIA vai amar essa serie
Tema importantíssimo, Ryan Murphy como sempre incrível, a série nos convida a pensar, pois para além da busca pela beleza tem a invisibilidade de quem está fora dos padrões. Sensacional e esperando pela temporada 2.
Tinha tudo para ser uma ótima série. Mas chega a ser ridículo alguns episódios. Ryan Murphy me decepcionou. Muito palavrão pra nada. Uma série vazia com elcenas de ação absurdas. Péssima
A série é o puro retrato da sociedade, o medo de envelhecer, de se tornar obsoleto, doente, etc. A forma como a história vai passando e interligando passado com o presente é sensacional
The Beauty: Tinha tudo para ser boa, mas se perdeu num melodrama ridículo
Depois que você assiste à temporada inteira, percebe como a história simplesmente não se sustenta. A série começa tropeçando, ganha fôlego e melhora no meio ao desenvolver a ameaça do vírus, mas chuta o pau da barraca de vez na reta final. O roteiro abre mão de qualquer lógica básica para forçar reviravoltas artificiais dignas de novela mexicana de quinta categoria.
A partir daqui é tudo spoiler.
spoiler: O modelo de negócios do bilionário já não faz o menor sentido. Mesmo que a ideia fosse lucrar com doses contínuas, ele não resolveu o básico: as pessoas continuam explodindo e o vírus é transmitido sexualmente de forma desregulada. Lançar isso no mercado sem contenção é suicídio corporativo; a enxurrada de mortes e processos destruiria a empresa em semanas.
A assimetria de poder e competência também é bizarra. O cara simplesmente mata uma sala cheia de bilionários sem sofrer nenhuma consequência, sem retaliação, sem polícia nem nada. Mas quando se trata de um único detetive comum que está no pé dele, ele sofre e não consegue resolver. Sem contar que a investigação do caso mais aterrorizante do mundo é feita por uma equipe só, como se gente explodindo em público não gerasse forças-tarefa em massa. Para piorar, ele depende de um único assassino para o trabalho sujo e decide trair o cara do nada, sem motivo estratégico algum, criando seu pior inimigo de graça.
A narrativa ainda fica andando em círculos com ideias descartáveis. A médica chama a dupla para matar o empresário, eles montam o plano, o protagonista vira criança… aí a propaganda vai ao ar e todo mundo simplesmente esquece a missão! O cara virar um moleque foi pura perda de tempo, uma ideia que tiveram e abortaram logo depois. Aí quando a empresa quase vai à falência por causa dos efeitos colaterais, a mulher chama os mesmos caras de novo para fazer exatamente o mesmo plano de antes.
Mas o clímax no final foi o ápice da bagunça. O cientista era funcionário do bilionário, e não faz sentido algum ele ter escondido a cura de quem pagava a pesquisa. O filho, que passou a série inteira sendo um pamonha, vira um golpista assassino em cinco minutos. E o pior: ele já sabia que a cura existia! A cura que salvaria a empresa dos processos e da ruína total, mas ele preferiu armar para matar o pai e disputar o controle acionário de um império quebrado. Para fechar com chave de ouro, a relação familiar do vilão é patética: ele passou a temporada toda desprezando a esposa, falou em matá-la, e no último episódio ela do nada vira a pessoa mais importante da vida dele, com ele bancando o mártir ético para "pagar por tudo".
Uma série que tinha uma premissa com potencial, mas que foi completamente arruinada por conveniências de roteiro, furos gigantescos e um final sem pé nem cabeça.
Ryan Murphy não é mais o mesmo. Depois da ridícula série TUDO É JUSTO, nos entrega essa série "trash" THE BEAUTY. Um tema tão rico e fascinante que parece ter sido feito por um amador. Tudo é ridículo e sem sentido. Um devaneio de um produtor que está precisando se reciclar.
A série tinha tudo pra ser boa, já que o tema é muito bom, mas o linguajar desnecessário e a falta de seguir um tom (ação, terror, trash ou qualquer outra coisa) deixaram as coisas massantes.
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