Críticas de usuários para Monstro: A História de Ed Gein - Página 2
Monstro: A História de Ed Gein
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Crítica da série
1,5
Enviada em 6 de outubro de 2025
Tinha tudo pra ter sido bom, mas é impressionante a forçação de barra, a insistência em meter gay, travesti, em um contexto nada a ver. Essa lacração desesperada acabou com a obra: confusa e apelativa.
Achei muito bom , visual , roteiro, enredo , tenho 62 anos e desde adolescente que eu curto filmes assim , de terror , mas romantizaram muito um louco assassino , perigoso esse negócio , eu não compartilho essas coisas !!
Atuação do ator impecável, trouxe a dor, empatia e o terror monstruoso e insano que a mente humana pode ter na solidão, a serie foi perfeita novamente e soube iquilibrar todos as pontas e explicar como as vezes uma doença, com abusos e falta de empatia, junto ao amor influências de terceiros podem levar ao delírio e terror mais profundo e obscuro dos seres humanos. A série e o ator souberam mostrar este lado para todos verem onde nos podemos chegar no fundo do poço e como as vezes atenção e ajuda podem salvar uma pessoa no final.
Boa de mais!, Passou o clima de um louco que realmente é o que Ed Gein realmente éra e esse é o sentimento que éra pra ser passado diferente de Dahmer. Vi que muita gente reclamou mais Dahmer é uma coisa Ed Gein é outra, cada um passa a vibe que tenque ser passada!
Muito diferente das duas primeiras temporadas do Dahmer e dos Menendez. É muito chata. Não tem nada macabro e nada que de fato emocione o público. É muito fantasiosa a forma que os personagens foram retratados. As atuações dos atores, principalmente a do Charlie Hunnam, foram impecáveis, porém, a séria é ruim. Apresenta muitas coisas desnecessárias, sem contar que o apelo sexual é exagerado demais. O problema é que, em vez de contar a história de forma séria, a série mistura assuntos que não têm nada a ver, como ser gay ou se vestir de um jeito diferente. Isso é um problema, porque faz parecer que pessoas assim podem ser perigosas, o que não é verdade. No fim das contas, essa série não é verídica e leva o telespectador até a sentir uma leve pena de um assassino. Foi muito desrespeitosa. Perda de tempo.
Acabei de assistir á série. Confesso que não gostei muito. Achei confusa e fantasiosa ao extremo. Muito diferente das duas primeiras. Me decepcionei...
Nerdcall reclamou de que a série se preocupou mais em mostrar os filmes que Ed inspirou do que mergulhar na mente de um psicopata. Mas a série deixa claro que isso seria impossível, pois ele sendo esquizofrênico etendo passado por detedlctor de mentiras realmente não se recorda de nada. Não deixou sequer uma autobiografia, restando então ao produtor a acertada crítica à sociedade dos EUA. Isso foi um soco no estomago, principalmente após o assassinato televisionado de Charles Kirk e a atual normalização do que ocorre em Gaza. À época de o Massacrw da Serra eletrica era o Vietnã. Ed Gein nasceu do feuto da cultura pós segunda guerra. A série deixa aberto quais monstros nossa sociedade atual está gestando.
Me aprofundei no caso REAL após terminar a série e pude notar que na série inventaram muitas coisas para "preencher" a história, incluindo uma mulher que supostamente ele tinha um caso e era louca igual ele; incluíram mais dois homicídios na conta dele (dois homens que estavam caçando); depoimentos que não tem provas que tenham existidos; temas relacionados a sexualidade dele, alegando que ele queria ser transgênero; fazem uma ponte entre o futuro (com filmes e obras que foram inspirados nele) e o presente (época do Ed Gein) que é muito cansativo, em muitos momentos se desviando do assunto principal; vitimizam e tentam fazer o telespectador ter pena dele no final, chega a ser bizarro. Além de toda a fantasia criada... Eu entendi o intuito deles de mostrar a mente de alguém insano e esquizofrênico, mas o que fizeram além disso só mostra no que o ser humano pode fazer por dinheiro e reconhecimento através de temas polêmicos. O que salva é a atuação dos atores (principalmente o ator principal e a mãe), a ambientação e maquiagens que são muito boas e reais. Enredo péssimo e confuso em alguns momentos. Acredito que se fizessem um filme contando a história de forma correta e sem inventar tanto, seria algo muito melhor e fiel. Porém preferiram inventar coisas absurdas num caso que se tem pouca informação, transformando isso numa série de 8 episódios, que deve dar mais dinheiro e audiência para eles, obviamente.
A série documental "Ed Gein" da Netflix se configura não apenas como uma decepção; é um empreendimento eticamente comprometido que utiliza a máscara do true crime para propagar uma agenda social controversa e, mais preocupante, para idealizar um dos homicidas mais repugnantes da história dos Estados Unidos. Distante de ser um retrato objetivo, a produção revela-se uma manipulação evidente, impositor de interpretações que distorcem a realidade para se alinhar a uma narrativa ideológica preconcebida.
O Esgotamento da Agenda e a Falta de Direcionamento
O que se destaca de maneira alarmante é o modo artificial e desnecessário como a série busca "normalizar" ou enaltecer assuntos como homossexualidade e travestismo ao associá-los à figura patológica de Ed Gein. Essa abordagem não apenas desmerece e trivializa as reais batalhas da comunidade LGBTQIA+, conectando-as a um psicopata, mas também sugere uma relação de causalidade perigosa e infundada.
Igualmente ofensiva é a ridicularização desenfreada e cruel da família tradicional e da religiosidade. A série as transforma em bodes expiatórios convenientes, apresentando-as como a origem universal de indivíduos "inadaptados" e criminosos, evidenciando uma alarmante falta de nuances e abraçando uma crítica social superficial e preguiçosa.
A obsessão da série em estabelecer Gein como a fundamentação de todos os serial killers subsequentes e na tentativa de traçar conexões artificiais com cine clássicos como Psicose e O Silêncio dos Inocentes desvia a atenção, convertendo o documentário em uma mosaico de cultura pop sem substância. O resultado é um esforço desajeitado em criar uma cronologia criminosa, que se revela exaustiva e ineficaz.
O Surrealismo Destrutivo e a Falta de Credibilidade
A credibilidade da série é comprometida não apenas por sua agenda, mas pela atuação questionável—a voz e o tom forçados do ator escalado rompem com a imersão e destroem toda a seriedade do personagem. Contudo, o que consolida o fracasso do projeto é o abismo surreal em que a narrativa se afunda.
O ápice dessa calamidade é, indubitavelmente, o sétimo episódio, que ultrapassa o bizarro e adentra o absurdo. O episódio traz momentos surrealistas como motocerras em instituições psiquiátricas e rádios amadores em penitenciárias.
Entretanto, a gota d'água é o epílogo da série. A produção atinge o auge da irresponsabilidade ao mesclar visões de outros serial killers no clímax e culminar com a cena estranha e ofensiva de enfermeiras dançando uma canção do grupo YES, enquanto a mãe de Gein o aguarda, afirmando que ele "melhorou o mundo". Esse desfecho não é arte; é um ato de desrespeito à tragédia das vítimas, uma exaltação grotesca do monstro e um abandono total de qualquer pretensão de seriedade documental.
"Ed Gein" da Netflix não se configura como um estudo de caso, mas sim como um panfleto ideológico disfarçado de documentário e um exercício de narcisismo cinematográfico. Trata-se de uma série pesada, não pela profundidade de sua investigação, mas pela carga de irresponsabilidade, distorção ética e falta de originalidade que carrega. Simples e pura perda de tempo.
Não serei totalmente honesto dizer que tal aberração seja chamado de filme, até pq no episódio 4 desisti de assistir. Mais um filme cultuando, romantisando a imagem de um psicopata serial killer. Qual morbido é a mente de um produtor, um diretor que tentam emplacar Matsunagas, Richtohfen, maniáco do parque e demais pessoas pertubadas? não existe mais criatividade e tentam inserir casos reais como série? O q poderia ser fime em apenas ou um documentário de 40`.
Netflix sempre querendo lacrar e enfiando sexualidade em tudo. Atuação do protagonista é excelente, porém colocaram um enredo muito ruim pra contar a história do psicopata.
Meudeus, tinha tudo pra ser uma série marcante,, mas se perderam tentando equilibrar 3 narrativas. DECEPCIONANTE. Poderiam investir os recursos centrados na historia do ed em si.
Quer saber como um esquizofrênico se sente em muitos momentos? Assista. Assim como muitas pessoas condenaram Joker 2, estão condenando esta série também. Pensem em como são os seus delírios. Ao dar play, fomos convidados a sentir essa agonia, descaso ou seja lá como cada ser único se sente. Não é um trabalho fácil de ser digerido, mas se permitam a entrar na patologia destes seres.
Minha avaliação é apenas para os dois primeiros episódios, depois desisti porque o personagem fica em segundo plano. Parece que venderam muitos episódios e pouco se sabe sobre a biografia do "monstro", então encheram a linguiça com citações de filmes inspirados nele. As cenas de sexo, masturbação ou lingerie, fazem parte da história do sujeito, quem não entendeu isso provavelmente tem também algum desvio e deve esconder suas aberrações particulares junto a família ou para si mesmo. Atuação ótimo do principal ator e de sua mãe. A nota baixa vai pela falta de objetividade da história, era para ser a do assassino.
A série tenta contar 2 historias ao mesmo tempo. Relatar os casos de Ed Gein e Kubrick na mesma série, acabou nao entregando nem uma nem outra história bom. Virou um suco de lixo onde o espectador precisa fazer ginástica pra entender as 2 histórias. Tinha potencial a série mas inventaram demais.
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