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MARCOS ELENILDO F
47 críticas
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Crítica da série
1,0
Enviada em 29 de novembro de 2025
ESCRITORA SAPATONA QUE MAL SABE FALAR.. SÓ FICA GAGUEJANDO...UM AGENTE DO DE BUTECO.. BÊBADO E RELAXADO...UM RICO COM UMA INTERESSEIRA... SÉRIE HORRÍVEL 掠嵐嵐
Série superestimada e explico. São 8 episódios cerca de 9 hs ou mais assistindo. Ocorre que na primeira metade já é revelado o mistério, então vc investe mais 5 ou 6 horas seguintes assistindo a um trailler policial como existem aos milhares. Conclusão: se fosse um filme seria muito melhor. Mesmo efeito e mesmo resultado. O clássico esticar um assunto ao máximo sem nenhum motivo.
Série boa mas nada excepcional, um bom entretenimento. Alguns clichês e situações improváveis, nada que atrapalhe o bom andamento da história. Valeu pela sensacional atuação de Matthew Rhys, conseguiu transmitir no olhar a psicopatia do personagem, compôs de maneira impecável o perfil do mentiroso e manipulador Nile Jarvis.
Acho que tenho algo pessoal com essa atriz (Claire Danes), não é possivel, muito mediana e sem graça a atuação dela, parei de ver Homeland, excelente série, pelo mesmo motivo. A primicia da série é legal, mas na pratíca é muito bobinha. Como um agente FBI faz uma cagada dessas e se lasca?! muito amador. Enfim, meu voto é não!
Homens ricos e brancos são os malvados. Mulher lésbica e empoderada como heroína. Uma democrata negra querendo salvar o mundo.
Eu juro que, na cena em que colocam o agente do FBI sentado em uma cadeira para entregar o pen drive para um hacker, antes de aparecer a imagem da pessoa, eu falei: “É uma mulher.” Putz, colocaram uma mulher negra ainda.
Hacker é um nerd branco com autismo, caramba. Parem de inventar moda.
Sinceramente que série maravilhosa. Fantástica, eu terminei em 2 dias de tanto que prendeu a minha atenção. spoiler: Por um momento achei que ele fosse realmente inocente e no fim fiquei tão chocada quanto a Aggie! Amei amei amei
Os 3 primeiros episódios prometiam uma boa história, mas a partir do 4° perdeu força e os motivos instigantes. Poderia ter 6 episódios, e já daria conta do recado muito bem. Boa interpretação da dupla principal, mas "pintaram" com o cabelo do Nile ( sem trocadilho)! O que é aquilo, Deus do céu? Não é uma série para ser lembrada, apenas para " consumo imediato". Esclarecendo o comentário da sinopse: Antônio Campos dirige apenas alguns episódios, não a série toda.
A série é ótima, os diálogos muito bem escritos, o ritmo é incrível, não é nada monótono e me fez parar várias vezes para pensar nas possibilidades em que cada personagem poderia se encaixar com a história e me surpreender. Entrou para a minha lista Top 10 com certeza.
Eu adorei “O Monstro em Mim”. A minissérie me prendeu desde o primeiro episódio, principalmente por causa da tensão constante entre os personagens e das atuações impressionantes de Claire Danes e Matthew Rhys. Achei a história envolvente, cheia de nuances e com aquele clima de suspense psicológico que te deixa desconfiando de tudo e de todos.
Gostei muito da forma como a série explora trauma, culpa e a influência da mídia, sem exagerar, mas sempre mantendo um ar misterioso no ar. A atmosfera sombria, os silêncios e os detalhes visuais criam um ambiente perfeito para a trama. Para mim, o final foi satisfatório e amarrado na medida certa.
No geral, tive uma experiência excelente assistindo — é o tipo de série que eu recomendo para quem aprecia suspense inteligente, bem atuado e cheio de camadas.
Atriz principal chata de galocha, chora a cada segundo que aparece na tela, uma tremedeira de queixo insurportável, a dublagem brasileira é horrível, não completa uma frase sem tremer a voz. Horrível!!!!
Eu amei a série do início ao fim! Uma série que conseguiu me prender e consegui compreender o que mais além o diretor quis passar com O monstro em mim além de deixar na cara de que Nile era o culpado desde de sempre! Aggie tinha um monstro nela, mas esse monstro se materializa em Nile, o cara fez tudo que no fundo Aggie queria fazer, mas não fez! Ele era o espelho das suas vontades!
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