The Pitt
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Média
4,4
121 notas

30 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 5 de abril de 2026
1º temporada sensacional! Elenco formidável e um protagonista excelente! Histórias que nos trazem a sensação de realismo como pouco visto na tv mundial! A melhor série médica de todos os tempos.
Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 2 temporada
4,5
Enviada em 19 de abril de 2026
Tem um peso moral, ético e realista incrível ainda, com atuações esplendorosas e um roteiro incrível, si não fecha com 5 sinpl
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 457 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
4,5
Enviada em 17 de abril de 2026
Menos caótica, mais personagens e ainda mais difícil de largar.

A 2ª temporada de The Pitt chega menos caótica, mas não menos envolvente e talvez seja justamente aí que ela cresce. Em vez de tentar te sufocar com urgência o tempo todo, a série desacelera o suficiente pra olhar mais de perto quem está por trás dos jalecos.

Entre plantões intermináveis e decisões impossíveis, o peso emocional começa a falar mais alto. E quando você percebe, não está só acompanhando casos, está sentindo o desgaste junto com eles.

O mais impressionante é como tudo continua funcionando no mesmo nível: montagem afiada, ritmo constante e um roteiro que sabe exatamente quando acelerar ou respirar. No fim, é aquele tipo de série que você começa por curiosidade… e termina completamente viciado, sem nem perceber.
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 457 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 14 de agosto de 2025
Quando se fala em séries médicas, é impossível ignorar o desgaste natural do gênero. Produções como Grey’s Anatomy, ER e Dr. House exploraram ao máximo o formato, criando um público fiel, mas também deixando uma sensação de “já vimos isso antes”. É por isso que o sucesso de The Pitt, da HBO, impressiona tanto. Ao invés de simplesmente seguir a cartilha, a série encontra um jeito de reinventar a narrativa hospitalar: em 15 episódios, acompanhamos um único dia no pronto-socorro universitário onde o Dr. Robby (Noah Wyle,) atua. Cada capítulo representa uma hora desse plantão, o que confere à trama um ritmo implacável e uma imersão rara na TV atual.

Num cenário onde os streamings preferem temporadas curtas de seis ou oito episódios, a aposta em uma temporada mais longa e densa é ousada. E o mais surpreendente é que The Pitt não só sustenta esse formato como mantém o espectador preso à tela até o último minuto. A sensação é de acompanhar uma espécie de mistura entre ER e 24 Horas, só que com foco absoluto em urgências médicas e no drama humano que pulsa por trás de cada caso.

O maior mérito da série está no seu ritmo narrativo. Quase não há quedas de tensão, mesmo diante de tantos casos apresentados. É uma narrativa que sabe equilibrar o frenesi das emergências com pausas estratégicas, permitindo que o espectador respire. Essas pausas não são meros intervalos: elas servem para desenvolver personagens, aprofundar relações e dar peso emocional às decisões tomadas nos momentos críticos. Ao contrário do que muitas produções médicas fazem, The Pitt não se contenta em mostrar procedimentos; ela nos convida a entender as pessoas por trás dos jalecos e dos leitos.

Outro acerto inteligente é a introdução de estudantes de medicina no núcleo narrativo. Isso evita que a série se torne inacessível para quem não é familiarizado com termos e processos médicos. A presença desses alunos permite que os personagens mais experientes expliquem diagnósticos e procedimentos de forma natural, beneficiando também o público. Cada caso vira uma aula — não apenas sobre medicina, mas sobre escolhas, limites e ética.

O realismo de The Pitt também é sustentado por uma produção impecável. A decisão de filmar em ordem cronológica aumenta a sensação de continuidade e urgência, enquanto planos-sequência habilmente coreografados nos fazem sentir dentro do hospital, correndo de um caso crítico para outro. O cuidado com a cenografia e a movimentação de câmera potencializa a imersão, e há momentos em que se esquece que estamos assistindo a uma obra de ficção. É quase como receber um “diploma honorário” de medicina após horas acompanhando os personagens.

O elenco é outro ponto altíssimo. Embora o Dr. Robby seja o centro emocional e narrativo, a série não se apoia exclusivamente nele. Os coadjuvantes — médicos, enfermeiros, residentes e pacientes — são tão bem construídos que ganham vida própria. Há subtramas que se estendem por vários episódios e outras que surgem e se resolvem rapidamente, mas todas têm um sentido dentro da narrativa. Esse entrelaçamento de histórias cria um retrato orgânico e humano, em que casos aparentemente isolados acabam retornando mais adiante com novas repercussões.

É justamente nessa habilidade de conectar tramas que The Pitt encontra seu diferencial. Os roteiristas não apresentam histórias apenas para emocionar no momento; eles constroem consequências, retornos e evoluções. Isso aproxima a série da vida real, em que acontecimentos não terminam quando deixamos a sala de emergência.

Claro que, com tanta intensidade, há pequenos tropeços. Algumas subtramas emocionais, pensadas como respiros na tensão, acabam pesando ainda mais o clima da série. Isso pode afastar quem busca algo mais leve, mas dificilmente incomodará quem já está imerso na proposta. Aqui está uma contradição interessante: a densidade que pode cansar é a mesma que torna The Pitt tão memorável. E, diferentemente de outros dramas médicos que se estendem por anos sem grandes inovações, a série sabe exatamente para onde quer ir — e chega lá com firmeza.

Em síntese, The Pitt é mais do que uma boa série médica; é uma experiência televisiva que redefine o gênero. Com um roteiro consistente, direção ousada, elenco afinado e uma produção de altíssimo nível, ela combina emoção, tensão e humanidade com rara precisão. É difícil desgrudar até o fim, e quando os créditos finais chegam, fica aquela sensação de que vivemos, junto aos personagens, cada minuto daquele dia exaustivo.

Sem exagero: The Pitt está entre as produções mais bem trabalhadas da década. E não apenas por inovar na estrutura, mas por lembrar ao público que, por trás de cada caso médico, há histórias, decisões e sentimentos que merecem ser contados.
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 313 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 3 de abril de 2026
Acompanhando a série notei que não tem mimimi, não tem curas milagrosas, tudo acontece naturalmente!!!


The Pitt é um drama médico da HBO Max que acompanha um turno intenso de 15 horas em tempo real no pronto-socorro de um hospital em Pittsburgh, Pensilvânia.
Cada episódio representa uma hora desse plantão, mostrando decisões urgentes, dilemas éticos e o impacto emocional no Dr. Michael "Robby" Robinavitch (Noah Wyle), líder da equipe de emergência.
Manuela Prandini
Manuela Prandini

27 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 12 de abril de 2026
Que proposta interesantissima achei bem diferente a forma como as episódios se desenrrolam, muit bem trabalhados e sem enrolações, vale super apena ver.
Droll Lucas
Droll Lucas

1 seguidor 27 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 10 de janeiro de 2026
Muito próximo da realidade. Atuações perfeitas, personagens com muita personalidade, muito bem dirigida e um roteiro brilhante. Bastante imersiva
Rafael Ribeiro da Fonseca
Rafael Ribeiro da Fonseca

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2026
ótimo , mesmo com progressismo no roteiro, não faz diferença as histórias se sobressaem... muito bom mesmo...
Lucimeire Maria da Silva
Lucimeire Maria da Silva

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 11 de março de 2025
Para quem gosta do gênero, vale a pena assistir. Não tem o mesmo fôlego que E.R., mas é muito melhor que The Resident, Grey's , Chicago Meds e outras do gênero.

Dr Robby de Noah em nada lembra o dr Carter, mas o ator brilha de uma forma única.

Cada personagem tem uma característica. Enquanto E.R, eram majoritárimente médicos experientes, aqui temos algo mais realistas, sendo maioria estudantes, por ser mais econômico.

Os dramas dos pacientes são bem construídos, indo da mãe vulnerável a morte infantil por afogamento. E a série é corajosa nesse sentido, mostrando desde o ciclo natural de filhos se despedindo dos pais, até a dor imensurável de pais sepultando filhos.

Tem segunda temporada confirmada.
bruna donatti
bruna donatti

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 12 de abril de 2025
Melhor série médica, muito realista. Vale muito a pena assistir. Foca realmente no plantão da emergência
Grace A.
Grace A.

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 1 de novembro de 2025
Adorei! Muito realista e retrata muito bem as sequelas do período do COVID nos profissionais de saúde.
Jose Roberto A.
Jose Roberto A.

3 seguidores 3 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 1 de abril de 2026
Série muito boa, porém em hora é hora querem lacrar, todo episódio tem uma lactação, use máscara, aborto, minorias, assédio moral, etc muito mimi, coloca branco contra negros, negro sempre pobre e o branco olhos azuis são as pessoas ricas, casais gays se beijando tempo todo, é assim vai.
mmingrid
mmingrid

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Crítica da série
5,0
Enviada em 5 de janeiro de 2026
Ótima série que se passa em um hospital. Muito mais leve que Grey's, mas bem interessante também. Não consegui parar de ver. Recomendo.
Laura Xavier
Laura Xavier

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2025
A série é muito leve e mostra perfeitamente o drama dos hospitais públicos, a ação predatória dos comercio da saúde e daqueles que lidam diariamente com a emergência
Isabelly Freyn
Isabelly Freyn

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 9 de março de 2025
Muito bom, principalmente para quem é da área da saúde.
Tentei assistir greys anatomy uma vez e odiei, pensei que não daria outra chance pra serie medica mas ''the pitt'' me fez repensar isso e agora já estou atrás de series semelhantes enquanto não lança episodio novo.