Pit Babe
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Cintia C
Cintia C

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Crítica da série
4,0
Enviada em 21 de setembro de 2025
A primeira temporada realmente foi revolucionária. Eu nunca imaginei que veria uma série que explorasse o universo ABO. Quando percebi, já estava fisgada. A história começa com os 2 pés no acelerador! Adorei a dinâmica dos protagonistas: o Charlie, sendo o ativo e mesmo assim mais delicado, enquanto o Babe, no papel do passivo, é o mais altivo e mandão. Isso já dá um charme diferente.

Ache incrível como a trama da primeira temporada envolveu temas pesados, como tráfico humano. O Tony foi um vilão de peso. Ele realmente demonstra o poder que ele tem ao usar toda uma rede de influência, enquanto faz uma lavagem cerebral nas crianças. Por isso, Reforçou como o Tio Alan era essencial para contrabalancear o Tony, representando uma liderança baseada no afeto. A trama com o Way também prendeu a atenção pois ele poderia dominar o Babe, mas escolheu tentar seduzi-lo com o tempo. Gosto muito da relação do Charlie com o Jeff, que trouxe uma irmandade muito bonita de acompanhar.

Foi minha primeira experiência com o termo de enigmas. Porém, entendi que é uma evolução natural sobre o universo de ABO. As minhas críticas a primeira temporada se dão justamente pelo fato de que eles poderiam ter explorado esse lado do universo um pouco mais.

Sobre a produção: gosto das cenas de corridas, as cenas de ação são boas (sem serem extraordinárias). As cenas explícitas são consistente. Como eu assisto as produções da MeMind, eu acabo tendo um padrão alto para isso. Então não vou reclamar.

Já a segunda temporada, eu comecei com um pé atrás. A primeira temporada havia fechado bem a história e não parecia ter para onde ir. O segundo ponto de reclamação foi o fato de terem retirado todo o universo ABO, que fez perder a graça. Deixaram apenas o termo alfa para se referirem a pessoas com poderes. A volta do Supanut como Chris, irmão gêmeo do way, soou estranha no começo, mas acabou equilibrando a trama do Pete. Gosto do senso dele de perceber que o Pete não tinha superado o Way.

O personagem do Willy foi um bom novo vilão. Novinho e prepotente, ele colocou todas a afirmações de vida do Babe em jogo. O Tony também voltou com uma jogada muito inteligente. Foi muito inteligente como eles estruturam o poder do Tony para funcionar com a história.

Gostei muito de ver a Charlie e Babe como casal: eles se comunicavam bem, sabiam demonstrar seus sentimentos, superar as dificuldades e se apoiarem. Estranhamente, o casal Jeff e Alan não tiveram a mesma força da primeira temporada, talvez pelo excesso de sacrifícios que o enredo colocou sobre eles. Os personagens secundários ganharam mais tempo de tela, o que foi positivo. No entanto, achei que enrolaram demais na formação dos casais.

Essa temporada foi mais centrada na trama, e não no universo. Gostaria que eles tivessem aprofundado mais as discussões de como vivem pessoas com superpoderes. As cenas de ação melhoraram e as cenas explícitas continuaram boas, mas confesso que a quantidade entre Babe e o Charlie pareceu mais fanservice do que parte orgânica da trama. Senti falta de uma variação maior dos casais com cenas explícitas.

No fim das contas, eu apreciei mais a primeira temporada do que a segunda. Ainda assim, me diverti bastante. Os atores pareceram muito se divertir fazendo, e os fanmettings parecem muito divertidos de se participar. spoiler:
spoiler: