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Daniel Novaes
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873 críticas
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Crítica da série
3,0
Enviada em 24 de março de 2025
Não merece o hype. É profunda, triste, crua e realista, mas arrastada demais, sem necessidade. Quem se conectou já não precisava de tanta tentativa de mostrar o quanto a família se esforçou para sobreviver.
É uma série que espelha a realidade das escolas, das famílias, da sociedade atual sem estereótipos ou soluções fáceis. Precisa ser assistido cada capítulo para entender. .O final e difícil, mas é o que está acontecendo diante de tantos crimes. Na Inglaterra, houve punição; no Brasil sairia ileso pelo nosso sistema judiciário ultrapassado e fraco
A série é boa, mas com muitas cenas arrastadas que podiam ser substituídas por outros conteúdos. Como as outras críticas disseram é um alerta para que os pais fiquem de olho no que os adolescentem consomem na internet, mas acabaram falando de maneira muito vaga, desperdiçando a oportunidade de mostrar na prática como, quando e onde esses conteúdos são acessados e dar exemplos de maneiras efetivas de prevenção, mas acabou sendo só uma explanação do problema em si que todo mundo já tá cansado de ouvir por aí.
A série poderia ter encerrado no terceiro episódio. O quarto é absolutamente sem pé nem cabeça. Essa polêmica criada em torno da série é muito mais para chamar atenção do que polêmicas efetivamente. Série fraca.
Série boa! Raridade da Netflix, trata a realidade dentro das escolas, tem poucos episódios e 1º e 2º são extremamente empolgantes, porém o 3º e principalmente o 4º deixa muita coisa em aberto.
A série conta dois atores. Um com 13 anos com cara de anjo e outro com 51. Isso é quase um Standup do Piá . A mão que segura a faca. O resto é intervalo para comprar pipoca
A série é muito boa, narrativa interessante e que te prende. O primeiro e o terceiro são os melhores, com um foco maior no "protagonista", Jamie, que se encontra na enrascada que irá prejudicar não só sua vida, mas como de muitos ao seu redor. Já o segundo e o quarto, tem mais foco nos personagens que serão afetados pelo ocorrido, amigos e principalmente, familiares, que sofrem muito com a notícia de que suas vidas vão mudar completamente depois das ações do filho. O único problema é que a série não busca explicar muito os fatos, motivos do acontecido; porém, tem uma boa construção de personagens, situações que são de cair o queixo, principalmente vindas de um jovem de 13 anos de idade. Sem contar o longo plano sequência que o episódio se apoia, que é uma aula de como cortes em cenas as vezes não são tão necessários quanto pensamos. Vale muito a pena!!
spoiler: A proposta da série é muito boa. Ter consciência que o seu filho pré-adolescente é um assassino, não é algo que se pode imaginar. Eddie como qualquer pai, tem sonhos para os seus filhos, sonhos normais, que eles estudem, façam faculdade, tenham um emprego bom e que constituam uma família. Porém, se deparar com a realidade crua e desvatadora causada por uma ação do seu filho mais novo, deve ser pior dos que todos os seus pesadelos juntos. Mas enfim, os episódios são bons, porém se tivesse feito pelo menos mais um demonstrando a audiência judicial, com o polícial do caso falando sobre a vítima ter praticado bullying, ou a psicóloga revelando as suas conclusões sobre o psicológico do menino, o veredicto do juiz e afins, teria sido perfeito. Mas como resolveram deixar o final em aberto, focando apenas no sofrimento da família (que também é importante), o sentimento que eu tenho é que não houve desfecho. Por isso, a minha nota é 3,5.
Achei uma série bem interessante, principalmente porque trata de um tema bastante importante e atual. A atenção (ou a falta de) em relação aos nossos adolescentes da atualidade. Principalmente por parte dos pais e/ou responsáveis. Toca em um tema que todos devemos estar atentos que é a atual geração de adolescentes e jovens e os porquês de seus comportamentos, muitas vezes, extremamente agressivos e desconectados da realidade. Apenas um senão, que para mim é de imensa importância. Em um dos episódios, houve um erro inaceitável (pelo menos para mim) da parte de um dos personagens em relação ao tratamento dado ao adolescente principal da série. Não vou dar spoiller, mas posso dizer que quando um ser humano está em uma situação de culpa muito grande (não importa se adolescente, jovem ou adulto) o correto é o não julgamento do mesmo. E isso não ocorre quando este ser humano, em determinado momento da série, implora para que o outro diga-lhe que gosta dele sim, apesar de seus erros (por piores que sejam). Não se trata de passar a mão na cabeça daquele que errou e dizer que não tem problema. Não, não é isso. Trata-se apenas de, em um momento de grande fragilidade, o ser humano mostrar um pouco de caridade para com o outro, dizendo-lhe palavras de bom ânimo. E não simplesmente ignorá-lo como se o seu erro / o seu caso não merecesse uma gota de misericórdia num momento desses. Penso que este erro da série comprometeu um pouco, pelo menos para mim, o resultado final da mesma. Ainda assim, vale a pena assistir pela importância do assunto e pela boa abordagem e trabalho feito em cima do assunto.
Mais ou menos. Existe um alerta gritante sobre ficar de olho nos nossos adolescentes, principalmente aqueles que são como uma bomba relógio prestes a explodir. Mas o filme é arastaaaado demais. No começo parece ter uma boa história, mas se perderam completamente. Assistir ou não fica por conta de cada um. O final não é o que esperamos. Bem longe disso por vários motivos. Pra quem quer refletir sobre adolescentes é interessante, mas a coisa enrola viu e te deixa no vácuo. Uma pena, poderia ter sido um excelente filme.
Uma série bem feita e muito interessante, tem um bom drama e você se sente imerso na história. Não gosto de filmes/series que trazem criticas que não são baseadas em fatos reais, a série traz uma história junto de uma critica forte mas baseada na cabeça de roteiristas que de alguma forma querem criticar algo. O roteiro não é o melhor mas a atuação e direção é boa, o ator principal fez um papel muito bom que salvou a série. Gostaria de uma continuação mas como foi uma série feita por roteiristas com objetivos de "lacrar" ou criticar, acredito que não terá.
A minissérie Adolescência, da Netflix, se propõe a abordar um tema urgente e relevante: a influência da internet e de grupos extremistas na formação da visão de mundo dos jovens.
No entanto, ao longo de seus quatro episódios, a produção parece se perder em uma abordagem excessivamente freudiana, atribuindo grande parte da personalidade do protagonista à relação com seu pai, deixando de explorar de maneira mais profunda o verdadeiro problema – a manipulação digital e a radicalização juvenil.
A série dedica um episódio inteiro à entrevista do protagonista com a psicóloga, na tentativa de traçar um perfil psicológico que explique suas ações. Em seguida, o episódio final reforça a ideia de que o comportamento do adolescente reflete a personalidade do pai, reduzindo a complexidade da questão a uma dinâmica familiar.
Essa escolha narrativa minimiza o impacto da influência dos grupos virtuais, que são apenas sugeridos, mas nunca explorados de fato.
Outro ponto é a atuação mediana do elenco, com exceção de Owen Cooper, no papel do protagonista, entrega uma performance convincente.
Acho que poderia ser um filme ao invés de série, a história é boa , aborda a atitude dos pais que influencia na personalidade dos filhos, no início é empolgante já começa prendendo a atenção , mas o desenrolar é cansativo muita enrolação , o final decepcionou um pouco pela falta de criatividade não teve emoção, achei a atuação do ator principal muito boa , acreditei nele rsrs
a tarefa árdua da polícia para tentar entrar na mente do adolescente é o motor central da narrativa, o medo do adolescente de ser um x9 e trair os amigos, é maior do que o medo de suas consequências, fazendo com que os investigadores joguem um jogo psicológico de paciência e manipulação, a série expõe as falhas e a pressão que a polícia exerce sobre os jovens que muitas vezes não tem maturidade para compreender os seus direitos, e no final o impacto na vida da família.
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