Adolescência
Críticas dos usuários
Críticas da imprensa
Média
3,5
401 notas

148 Críticas do usuário

5
46 críticas
4
17 críticas
3
16 críticas
2
16 críticas
1
22 críticas
0
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.274 seguidores 3.217 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 14 de maio de 2025
Obra prima de 2025! Uma das melhores séries já feita em todos os tempos! Parte técnica deslumbrante, feito em 4 episódios e para da um deles um plano sequência, simplesmente impecável. Roteiro é ótimo e seu desfecho é maravilhoso! Obra magnífica.
Nelson J
Nelson J

51.015 seguidores 1.972 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 21 de março de 2025
Sou cinéfilo e nunca assisti séries, exceto as do tipo Columbo, Criminal Minds, FBI - Cold Cases e semelhantes. Todas possuem uma estória completa em um episódio. Não precisa assistir na ordem, ou até pular um monte, ou ainda assistir um único episódio, pois a trama está em cada um deles. Assisti Adolescência em velocidade 2 e mesmo assim, um monte de tempo perdido em inutilidades, tais como: pessoas andando de um lugar para outro, psicóloga na sua atividade de retirar bebida da máquina e colocar adoçante e complementos, ou ainda dialogando com o responsável na sala de vídeo, enfim, consegui com velocidade 2 e pulando pedaços. O total são quase 4 horas e caberia tranquilamente em 90 minutos. Série? Estou fora.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.773 seguidores 873 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 24 de março de 2025
Não merece o hype. É profunda, triste, crua e realista, mas arrastada demais, sem necessidade. Quem se conectou já não precisava de tanta tentativa de mostrar o quanto a família se esforçou para sobreviver.
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

Crítica da série
1,5
Enviada em 25 de abril de 2025
Acredito que o autor da mini série esteve em mente trazer através da lente uma situação e desfecho, como se fosse em tempo real esse acontecimento. Mas para nós que estamos assistindo em forma de entretenimento não funciona! Os episódios de quase 1hr se tornam uma tortura, com muitos diálogos desnecessários e que prejudicam o nosso bom passatempo.

Tirando o primeiro episódio, os demais é pura perda de tempo!
Yuri
Yuri

71 seguidores 508 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,0
Enviada em 5 de abril de 2025
A minissérie britânica: Adolescência é muito superestimada pela crítica. Entendo que cada pessoa tem um gosto e cada pessoa tenha uma opinião sobre essa minissérie de forma diferente. Mas dizer que a minissérie é excelente ou ótima é querer forçar muito a barra. A minissérie tem uma proposta inicial interessante, tendo o primeiro episódio de impacto e muito bom. Depois do primeiro episódio, a minissérie se arrasta, é mal produzida, cheia de diálogos longos e desnecessários, uma enrolação muito grande. Essa minissérie poderia ser resumida em um filme ou no máximo em 2 episódios. A filmagem é péssima, parece filmagem de documentário, parece que tem somente uma câmera que fica seguindo os personagens nas cenas e as cenas do segundo episódio ao quarto episódio são muito paradas, sem nenhuma ação por parte dos personagens. E o pior é que, além de ter enrolação demais na série, a mesma contém uma história rasa, sem fundamento e sem se aprofundar mais no caso do assassinato da jovem. Não gostei da minissérie e não recomendo, você perderá mais de 4 horas da sua vida à toa, pois a minissérie não acrescenta em nada na sua vida, é mais do mesmo e ainda foi muito mal produzida. Foi uma decepção, principalmente pelo fato spoiler: de achar que teria uma reviravolta na minissérie ou que o caso do assassinato da jovem fosse mais aprofundado, mas nada aconteceu. Somente o primeiro episódio que é um pouco melhor mesmo.
Artur V.
Artur V.

32 seguidores 160 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 31 de março de 2025
Achei superficial. Não há destaque. Da forma como foi apresentado, achei o tema raso, despido de bons fundamentos. Bullying sempre aconteceu.
MAGRAOBL
MAGRAOBL

29 seguidores 402 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 27 de março de 2025
[26/03/2025 Download Torrent]

Que série incrível e muito foda por ser todos os episódios filmados em plano sequência em um take só. Maluquice isso.
Junto com isso, a direção, fotografia e roteiro da melhor qualidade.
A trilha no final do segundo episódio e a atuação do Owen Cooper como Jamie Miller no terceiro episódio são os destaques da série.
O season finale foi uma obra a parte. Stephen Graham tem que levar o Emmy por esse episódio.
Bom demais...
MAGRAOBL
MAGRAOBL

29 seguidores 402 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 27 de março de 2025
[26/03/2025 Download Torrent]

Que série incrível e muito foda por ser todos os episódios filmados em plano sequência em um take só. Maluquice isso.
Junto com isso, a direção, fotografia e roteiro da melhor qualidade.
A trilha no final do segundo episódio e a atuação do Owen Cooper como Jamie Miller no terceiro episódio são os destaques da série.
O season finale foi uma obra a parte. Stephen Graham tem que levar o Emmy por esse episódio.
Bom demais...
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 483 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 23 de março de 2025
Sinopse:
Jamie Miller, um adolescente de 13 anos, é acusado de assassinar sua colega de escola. Enquanto a psicóloga Briony Ariston tenta desvendar a mente do garoto, o detetive investigativo Luke Bascombe assume o caso e busca compreender a verdade por trás do ato.

Crítica:
"Adolescência," uma nova minissérie britânica criada por Jack Thorne e Stephen Graham, está se destacando como um exemplo impressionante de narrativa televisiva. Lançada em 2025 pela Netflix, a produção mergulha em temas relevantes e complexos que permeiam a vida dos jovens hoje. Ao acompanhar a jornada de Jamie Miller, um adolescente acusado de um crime terrível, a série desafia o espectador a refletir sobre a verdade e as consequências das nossas ações.

A atuação de Owen Cooper, que faz sua estreia como Jamie, é um dos pontos altos da minissérie. A vulnerabilidade e a intensidade que ele traz para o papel são, sem dúvida, impressionantes. Em particular, no episódio 3, Cooper entrega uma performance magistral, mesmo sendo seu primeiro trabalho em um set de filmagem. Ele captura perfeitamente a confusão e o desespero de um adolescente diante de uma situação insustentável, tornando-se uma figura central que atrai a empatia do espectador.

A decisão de filmar a minissérie em um plano sequência é nada menos que audaciosa e funciona para aumentar a imersão do público na narrativa. As câmeras seguem os personagens de maneira fluida, como se estivéssemos assistindo a uma peça teatral que exige três atos meticulosamente coreografados. Essa abordagem não apenas proporciona uma experiência de visualização envolvente, mas também intensifica a urgência dos diálogos, colocando os espectadores na pele dos personagens.

Os roteiristas, Thorne e Graham, habilmente precisam equilibrar questões contemporâneas, como comunicação digital, inseguranças e a busca pela identidade, com a seriedade do tema do crime. O desenvolvimento dos personagens é complexo e autêntico, fazendo com que as interfaces sociais se tornem tanto uma bênção quanto uma maldição. A minissérie não hesita em expor como comunidades tóxicas podem moldar vidas, trazendo à tona discussões urgentes sobre os efeitos da digitalização no crescimento dos jovens.

"Adolescência" provoca reflexões valiosas, não oferecendo todas as respostas, mas estimulando debates intensos sobre como gerações mais jovens lidam com suas emoções. O enredo é construído de maneira sutil, o que permite ao público explorar sua própria interpretação da verdade por trás do crime. Assim, a narrativa torna-se um espelho das frustrações e desafios enfrentados, especialmente em um mundo tão polarizado.

O elenco também merece elogios, com performances fortes de Stephen Graham como Eddie Miller e Faye Marsay como D.S. Misha Frank, que complementam o crescimento emocional da trama. A química entre os personagens contribui significativamente para a profundidade da história, tornando-a ainda mais impactante. Cada ator traz uma nova camada a diversos dilemas enfrentados na juventude.

Em conclusão, "Adolescência" se revela uma obra estilisticamente ousada e impactante. Com atuações de tirar o fôlego e uma narrativa envolvente, a série não é apenas entretenimento, mas uma aula magistral de como a televisão pode abordar assuntos delicados com sensibilidade. A crítica não poderia estar mais certa ao afirmar que esta minissérie deixa cicatrizes, e, sem dúvida, será uma referência importante para o futuro do drama televisivo.
CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

20 seguidores 186 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 11 de janeiro de 2026
a tarefa árdua da polícia para tentar entrar na mente do adolescente é o motor central da narrativa, o medo do adolescente de ser um x9 e trair os amigos, é maior do que o medo de suas consequências, fazendo com que os investigadores joguem um jogo psicológico de paciência e manipulação, a série expõe as falhas e a pressão que a polícia exerce sobre os jovens que muitas vezes não tem maturidade para compreender os seus direitos, e no final o impacto na vida da família.
Daniela M.
Daniela M.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
3,0
Enviada em 27 de março de 2025
A série é boa, mas com muitas cenas arrastadas que podiam ser substituídas por outros conteúdos. Como as outras críticas disseram é um alerta para que os pais fiquem de olho no que os adolescentem consomem na internet, mas acabaram falando de maneira muito vaga, desperdiçando a oportunidade de mostrar na prática como, quando e onde esses conteúdos são acessados e dar exemplos de maneiras efetivas de prevenção, mas acabou sendo só uma explanação do problema em si que todo mundo já tá cansado de ouvir por aí.
anônimo
Um visitante
Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 22 de março de 2025
A minissérie britânica Adolescência, disponível na Netflix, emerge como um fenômeno contemporâneo ao abordar, com profundidade e sensibilidade, os desafios enfrentados pelos jovens e suas famílias na era digital. Criada por Jack Thorne e Stephen Graham, e dirigida por Philip Barantini, a série explora as complexidades das relações familiares, os impactos das redes sociais e os dilemas morais e psicológicos que permeiam a vida moderna. Com apenas quatro episódios, Adolescência consegue capturar a atenção do público e da crítica, alcançando uma aprovação de 100% no Rotten Tomatoes e sendo descrita como uma “aula magistral de narrativa televisiva”.

A trama central gira em torno de Jamie Miller, um garoto de 13 anos acusado de assassinar uma colega de escola, Katie. A partir desse evento chocante, a série desdobra-se em múltiplas camadas, investigando não apenas o crime em si, mas também as consequências emocionais e sociais que ele acarreta para a família Miller e para a comunidade escolar. A narrativa é construída de forma não linear, utilizando flashbacks e planos-sequência longos que conferem uma sensação de realismo e imersão, características que destacam a maestria técnica da produção.

Um dos aspectos mais impressionantes de Adolescência é a sua capacidade de retratar, de forma crua e realista, os desafios enfrentados pelos adolescentes na era digital. A série não se limita a mostrar os efeitos negativos das redes sociais, como o cyberbullying e a hipersexualização, mas também explora a dificuldade dos pais em se conectar com seus filhos em um mundo onde a tecnologia muitas vezes serve como barreira. A dinâmica familiar dos Miller é um retrato vívido dessa desconexão: Eddie e Manda, interpretados por Stephen Graham e Christine Tremarco, respectivamente, lutam para compreender o filho, enquanto Jamie, vivido por Owen Cooper, parece cada vez mais isolado em seu universo digital.

A série também levanta questões importantes sobre a educação e a autoridade parental. Em um mundo onde os limites entre o público e o privado são cada vez mais tênues, Adolescência questiona até que ponto os pais são capazes de proteger e guiar seus filhos. A falta de autoridade, o narcisismo predatório e a imaturidade crônica de adultos e adolescentes são temas recorrentes, apresentados de forma tão clara quanto perturbadora. A série não oferece respostas fáceis, mas convida o espectador a refletir sobre as suas próprias práticas e responsabilidades.

O elenco desempenha um papel crucial no sucesso da série. Owen Cooper, no papel de Jamie, entrega uma atuação convincente e emocionalmente carregada, capturando a vulnerabilidade e a confusão de um adolescente em crise. Stephen Graham e Christine Tremarco, como os pais de Jamie, também brilham, retratando com nuances a dor e a impotência de uma família em colapso. Ashley Walters, como o detetive Luke Bascombe, e Erin Doherty, como a psicóloga Briony Ariston, complementam o elenco com performances sólidas, adicionando camadas de complexidade à narrativa.

A direção de Philip Barantini merece destaque especial. Utilizando planos-sequência longos e uma fotografia que alterna entre tons sombrios e luzes intensas, Barantini cria uma atmosfera claustrofóbica e angustiante, que reflete o estado emocional dos personagens. A escolha de não basear a história em um evento real, mas sim em uma extensa pesquisa documental, permite que a série explore os temas de forma mais ampla e universal, sem perder a autenticidade.

No entanto, Adolescência não é uma série fácil de assistir. A sua abordagem crua e muitas vezes dolorosa pode ser desconcertante para alguns espectadores. A exposição nua e direta de temas como violência, hipersexualização e esgotamento emocional pode levar o público a questionar a veracidade e a necessidade de tanta intensidade. É compreensível que alguns espectadores possam se sentir sobrecarregados e até mesmo optar por abandonar a série. No entanto, é justamente essa imersão profunda e desconfortável que torna Adolescência tão relevante e necessária.

A série também se destaca por evitar clichês e respostas simplistas. Em vez de oferecer soluções prontas ou moralismos fáceis, Adolescência convida o espectador a refletir sobre as complexidades da vida moderna e as múltiplas facetas da natureza humana. A sua abordagem não é pedagógica no sentido tradicional, mas sim provocativa, desafiando o público a pensar criticamente sobre os temas apresentados.

Em síntese, Adolescência é uma obra poderosa e necessária, que combina uma narrativa envolvente com uma abordagem técnica impecável e performances excepcionais. A série não apenas entretém, mas também provoca e desafia, levantando questões importantes sobre a juventude, a família e a sociedade na era digital. A sua relevância é inegável, e o seu impacto certamente perdurará, especialmente em um momento em que as discussões sobre os efeitos das redes sociais e os desafios da criação de filhos são mais urgentes do que nunca. Se a Netflix decidir produzir uma segunda temporada, será interessante ver como a série continuará a explorar esses temas complexos e atuais.
anônimo
Um visitante
Crítica da série
4,5
Enviada em 22 de março de 2025
A minissérie britânica Adolescência, disponível na Netflix, emerge como um fenômeno contemporâneo ao abordar, com profundidade e sensibilidade, os desafios enfrentados pelos jovens e suas famílias na era digital. Criada por Jack Thorne e Stephen Graham, e dirigida por Philip Barantini, a série explora as complexidades das relações familiares, os impactos das redes sociais e os dilemas morais e psicológicos que permeiam a vida moderna. Com apenas quatro episódios, Adolescência consegue capturar a atenção do público e da crítica, alcançando uma aprovação de 100% no Rotten Tomatoes e sendo descrita como uma “aula magistral de narrativa televisiva”.

A trama central gira em torno de Jamie Miller, um garoto de 13 anos acusado de assassinar uma colega de escola, Katie. A partir desse evento chocante, a série desdobra-se em múltiplas camadas, investigando não apenas o crime em si, mas também as consequências emocionais e sociais que ele acarreta para a família Miller e para a comunidade escolar. A narrativa é construída de forma não linear, utilizando flashbacks e planos-sequência longos que conferem uma sensação de realismo e imersão, características que destacam a maestria técnica da produção.

Um dos aspectos mais impressionantes de Adolescência é a sua capacidade de retratar, de forma crua e realista, os desafios enfrentados pelos adolescentes na era digital. A série não se limita a mostrar os efeitos negativos das redes sociais, como o cyberbullying e a hipersexualização, mas também explora a dificuldade dos pais em se conectar com seus filhos em um mundo onde a tecnologia muitas vezes serve como barreira. A dinâmica familiar dos Miller é um retrato vívido dessa desconexão: Eddie e Manda, interpretados por Stephen Graham e Christine Tremarco, respectivamente, lutam para compreender o filho, enquanto Jamie, vivido por Owen Cooper, parece cada vez mais isolado em seu universo digital.

A série também levanta questões importantes sobre a educação e a autoridade parental. Em um mundo onde os limites entre o público e o privado são cada vez mais tênues, Adolescência questiona até que ponto os pais são capazes de proteger e guiar seus filhos. A falta de autoridade, o narcisismo predatório e a imaturidade crônica de adultos e adolescentes são temas recorrentes, apresentados de forma tão clara quanto perturbadora. A série não oferece respostas fáceis, mas convida o espectador a refletir sobre as suas próprias práticas e responsabilidades.

O elenco desempenha um papel crucial no sucesso da série. Owen Cooper, no papel de Jamie, entrega uma atuação convincente e emocionalmente carregada, capturando a vulnerabilidade e a confusão de um adolescente em crise. Stephen Graham e Christine Tremarco, como os pais de Jamie, também brilham, retratando com nuances a dor e a impotência de uma família em colapso. Ashley Walters, como o detetive Luke Bascombe, e Erin Doherty, como a psicóloga Briony Ariston, complementam o elenco com performances sólidas, adicionando camadas de complexidade à narrativa.

A direção de Philip Barantini merece destaque especial. Utilizando planos-sequência longos e uma fotografia que alterna entre tons sombrios e luzes intensas, Barantini cria uma atmosfera claustrofóbica e angustiante, que reflete o estado emocional dos personagens. A escolha de não basear a história em um evento real, mas sim em uma extensa pesquisa documental, permite que a série explore os temas de forma mais ampla e universal, sem perder a autenticidade.

No entanto, Adolescência não é uma série fácil de assistir. A sua abordagem crua e muitas vezes dolorosa pode ser desconcertante para alguns espectadores. A exposição nua e direta de temas como violência, hipersexualização e esgotamento emocional pode levar o público a questionar a veracidade e a necessidade de tanta intensidade. É compreensível que alguns espectadores possam se sentir sobrecarregados e até mesmo optar por abandonar a série. No entanto, é justamente essa imersão profunda e desconfortável que torna Adolescência tão relevante e necessária.

A série também se destaca por evitar clichês e respostas simplistas. Em vez de oferecer soluções prontas ou moralismos fáceis, Adolescência convida o espectador a refletir sobre as complexidades da vida moderna e as múltiplas facetas da natureza humana. A sua abordagem não é pedagógica no sentido tradicional, mas sim provocativa, desafiando o público a pensar criticamente sobre os temas apresentados.

Em síntese, Adolescência é uma obra poderosa e necessária, que combina uma narrativa envolvente com uma abordagem técnica impecável e performances excepcionais. A série não apenas entretém, mas também provoca e desafia, levantando questões importantes sobre a juventude, a família e a sociedade na era digital. A sua relevância é inegável, e o seu impacto certamente perdurará, especialmente em um momento em que as discussões sobre os efeitos das redes sociais e os desafios da criação de filhos são mais urgentes do que nunca. Se a Netflix decidir produzir uma segunda temporada, será interessante ver como a série continuará a explorar esses temas complexos e atuais.
Josimar M.
Josimar M.

13 seguidores 62 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 16 de março de 2025
Excelente!
Aborda o tema de uma forma incrível!
Com ótimas atuações e a maneira que foi filmada é de uma qualidade acima da média. Roteiro muito bem feito.
Leonardo A
Leonardo A

12 seguidores 187 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 12 de maio de 2025
Sucesso de público na Netflix – por que? Um garoto pode ser um assassino frio? Culpa dos pais? Resultado dos valores atuais? Ou simplesmente uma câmera fria relatando um fato da vida?