Uma série bem feita e muito interessante, tem um bom drama e você se sente imerso na história. Não gosto de filmes/series que trazem criticas que não são baseadas em fatos reais, a série traz uma história junto de uma critica forte mas baseada na cabeça de roteiristas que de alguma forma querem criticar algo. O roteiro não é o melhor mas a atuação e direção é boa, o ator principal fez um papel muito bom que salvou a série. Gostaria de uma continuação mas como foi uma série feita por roteiristas com objetivos de "lacrar" ou criticar, acredito que não terá.
1o e 2o episódios são bacanas onde vc cria a expectativa. Porém, 3o episódio vc assiste uma sessão completa com uma psicóloga e no 4o vc espera um final (julgamento) que não tem. Aih tem que deduzir se o menino foi condenado ou não. Fraco.
A série é fantástica! Conseguiu me deixar com gosto de "quero mais" a cada episódio que eu via. A história é simplesmente incrível, abordando vários temas, e a imersão foi MUITO bem trabalhada. Os personagens fizeram um trabalho incrível, especialmente o protagonista. Amei a série em cada ponto e espero que tenha mais uma temporada.
A minissérie Adolescência, da Netflix, se propõe a abordar um tema urgente e relevante: a influência da internet e de grupos extremistas na formação da visão de mundo dos jovens.
No entanto, ao longo de seus quatro episódios, a produção parece se perder em uma abordagem excessivamente freudiana, atribuindo grande parte da personalidade do protagonista à relação com seu pai, deixando de explorar de maneira mais profunda o verdadeiro problema – a manipulação digital e a radicalização juvenil.
A série dedica um episódio inteiro à entrevista do protagonista com a psicóloga, na tentativa de traçar um perfil psicológico que explique suas ações. Em seguida, o episódio final reforça a ideia de que o comportamento do adolescente reflete a personalidade do pai, reduzindo a complexidade da questão a uma dinâmica familiar.
Essa escolha narrativa minimiza o impacto da influência dos grupos virtuais, que são apenas sugeridos, mas nunca explorados de fato.
Outro ponto é a atuação mediana do elenco, com exceção de Owen Cooper, no papel do protagonista, entrega uma performance convincente.
Vamos lá, eu vou ser sincero com relação a minha crítica, mas a série em si é bem ruim, para quem tem filho adolescente em casa e sabe das dificuldades de cuidar, educar, principalmente num mundo politicamente correto OK, a série aborda muito bem isso o que pode fazer com que essas pessoas se identifiquem, mas no geral é fraco, eu mesmo demorei até o ultimo episódio pra entender que realmente o garoto spoiler: cometeu o crime , e que o vídeo em si mostrado no primeiro episódiospoiler: e dele cometendo o crime , eu imaginei que os amigos deles, teriam alguma participação e que haveria uma investigação policial, e que assim a seria iria se desmembrar, mas fui pego de surpresa, a série é bem parada e pra quem gosta realmente de suspense é melhor assistir outra coisa.
Uma ótima série de drama envolvendo um crime. As atuações são muito boas, principalmente a do garoto protagonista. O fato de os episódios terem sido gravados em plano sequência dá muito mais realismo para a história, enfatiza as atuações e deixa os espectadores ansiosos e aflitos, querendo saber logo como tudo vai se resolver. Todos os quatro episódios são um show de técnica e dramatização. Essa série me surpreendeu positivamente, pois acabou sendo diferente do que eu esperava. Mas isso também pode decepcionar algumas pessoas. spoiler: O primeiro episódio nos choca com toda a situação envolvendo a polícia e a prisão do garoto. Nós ficamos comovidos com o garoto e acreditamos na sua inocência, mesmo com toda a verdade sendo revelada pela polícia. A partir do terceiro episódio, ocorre um salto temporal de alguns meses, o que nos mostra que a série não se trata de desvendar o que aconteceu no crime, pois tudo já é revelado no primeiro episódio. A série procura abordar as consequências que um caso como aquele traz para a família e amigos dos envolvidos e da vítima . Há um mensagem muito importante sobre a relação entre pais e filhos, bullying, incels e misoginia. Porém nem todos os assuntos são bem trabalhados como deveriam. O assunto sobre incel e redpill é apresentado, mas serve apenas como o motivo do crime, sem muito desenvolvimento na trama. O episódio da escola é incrível pela dificuldade de se gravar em plano sequência com tantas pessoas em tela. Porém, os adolescentes são muito estereotipados, mostrando uma rebeldia exagerada, que está acima do controle dos professores. spoiler: No quarto episódio vemos a família tentando lidar com o "luto" de viver longe do filho. Sabemos então que não havia mistério nem plot twist. O garoto cometeu o crime e perderá sua juventude em uma prisão.
A culpa e a vergonha dos pais do menino em relação ao que aconteceu e como eles poderiam ter evitado tudo é a grande mensagem da série.
A serie é bem razoável, aquele típico serie da Netflix sobre temas assim (investigação etc), já é a segunda que assisto e pensa você fica com várias "?" na cabeça, é literalmente uma perda de tempo. O tema foi legal etc mas não precisava arrastar tanto. O que custava esclarecer: spoiler: Ele matou mesmo à menina? Os dois amigos ajudaram ele realmente? O que a melhor amiga da menina tem a esconder? Qual foi o final? O garoto ficou preso mesmo..
Enfim, se querem passar o tempo, podem assistir. Caso contrário, é não esteja afim de assistir serie meia boca sem pé e cabeça, assistam um podcast, certeza que será melhor que esse projeto de serie!
Embora o roteiro deixe pontas soltas, como o diagnóstico da psicóloga, o fechamento do caso e as verdadeiras participações e motivações do crime, a serie é muito útil. O tema é indiscutivelmente atual e relevante, não apenas para os pais de adolescentes e crianças, mas para todos nós, adultos, que formamos as próximas gerações. A narrativa é interessante, apresentada sob a ótica peculiar de cada parte envolvida - a lei, a comunidade escolar, a família, a sociedade e, por fim, os adolescentes (aliás, últimos a serem ouvidos). Transitando entre vítimas e vilões, eles externam as falhas reais de uma dinâmica familiar exausta, um sistema educacional falido e a crise moral e ética em que mergulhamos diante da tecnologia. Se por um lado a série não é nenhuma superprodução, por outro, atua de forma dramática e provocativa levando à incômoda reflexão: "ONDE ESTAMOS FALHANDO?"
Acho que poderia ser um filme ao invés de série, a história é boa , aborda a atitude dos pais que influencia na personalidade dos filhos, no início é empolgante já começa prendendo a atenção , mas o desenrolar é cansativo muita enrolação , o final decepcionou um pouco pela falta de criatividade não teve emoção, achei a atuação do ator principal muito boa , acreditei nele rsrs
Tudo muito ousado nessa série: do complexo e desafiador plano sequência nos quatro episódios, ao roteiro moderno sem pretender ser didático com os riscos das redes (anti) sócias. Elenco afiadíssimo deve gabaritar as premiações. Bravo!
Em uma palavra: impactante. É impossível ver a série e não conjecturar sobre a falta de disciplina do sistema educacional, a permissividade e as consequências do uso das redes sociais sem o acompanhamento da família. Uma obra que nos faz reavaliar questões da nossa sociedade é sempre relevante.
Simplesmente a pior série que eu já vi. A sinopse oferece muito, mas a série em si não mostra nada do que anunciou. Achei que trabalharia melhor o personagem principal, os fatos e tudo só passou de um drama péssimo. Depois do primeiro episódio, que é 60% a série morre.
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