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André S.
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Crítica da série
1,5
Enviada em 5 de dezembro de 2024
Está ficando insuportável assistir obras dos EUA e Inglaterra, pelo exagero de ideologização esquerdistas, na qual, os mocinhos são negros, os casais íntegros são afrodescendentes, os honestos são homossexuais e os brancos e demais são os marginais, perversos e blá blá blá.
Nessa série, que tinha tudo para ser eletrizante, estimulam a ideia de uma sociedade dividida entre os negros (os protagonistas), contra uma seita de supremacistas brancos ("irmão14").
Não aguento mais a lacração hollywoodiana de sempre dividir a sociedade USA e inglesa entre negros (bons) e brancos (maus) ou sempre artificialmente retratarem em todas as produções, núcleos familiares que pouco retratam a vida, ou seja, praticamente toda série USA/inglesa é obrigatório o casal serem mestiços e os filhos negros. Ridículo e patético.
Boa atuação de Gabrielle, serena, calma. A série é o mesmo do mesmo, típico da netflix, que continuo assinando pelos outros de casa, por mim já tinha cortado. Se as séries representarem boa parte da realidade dos eua, esse país caminha para uma convulsão social, tipo apocaliptica. O país é dividido pela pele, e isso é realçado a cada fala dos atores.Não é sustentável. Voltando a série em si, sempre pessoas complicadas, descontroladas, exceto a Gabrielle (a personagem). Assassinos profissionais erram os tiros quando confrontam os mocinhos, cidadãos comuns fazem investigações muito melhores que a policia ou o FBI, fugitivo encontra sempre locais para se esconder (se for o mocinho), enquanto um bilionario anda sem segurança e fica sem segurança em um predio afastado. O politicamente correto sempre tem que ter, então colocaram o casal homoafetivo e cadeirante, em um personagem só, cena de dez segundos, parece que foi mais por obrigação do que por diversidade. Tem que ter um latino, um arabe um asiatico, assim todos ficam felizes, é até engraçado.
Série forçada. Força demais no protagonismo. Cultura woke implícita na série. Negros são as vítimas e mocinhos. Brancos são os vilões. Correlacionam brancos com extremistas da direita, e a direita como racista. Um simples pai de família, apresentador substituto da conta de resolver tudo. Um experiente agente do FBI ao ver as mãos do sistema na agência se suicida. Tinha tudo para ser bom mas quis trazer politicagem para o meio.
É uma série extremamente realista: racismo nos EUA não se limita à agressões morais ou verbais; é mortal e cada vez mais representado por grupos armados e informatizados. Precisa ser entendida com seriedade e não com banalidade. No Brasil, partes das polícias já fazem este serviço.
A série começa muito bem e empolgante, gostei demais dos 3 primeiros episódios e aborda um tema muito interessante e que realmente acontece. Acredito que a cada dia mais existe uma segregação entre negros e brancos e nos EUA esse movimento está crescendo de forma exponencial e de forma perigosa. Voltando a série, ela começa abordando o tema de forma interessante mas desanda de uma maneira tão boba, arrastada e totalmente desconexa daquilo que se propôs no inicio fazendo com que se perca o interesse nela depois do 5° episódio, fica parecendo que quiseram arrastar a série para ter mais episódios.
Ponto a favor: Abordagem do tema, atuação do protagonista e atuação da esposa (em processo de divorcio).
Pontos negativos: 1° Sao muitos, a série retrata um pai separado que tem problemas com os filhos, até ano tudo bem, aí temos um garoto mimado de um lado que é super protegido e uma menina fodana que na minha opinião nao acrescenta em nada e só está ali para pagar de boazuda. 2° Como alguns comentários abaixo diz a Netflix está fazendo de tudo para ter inclusão em tudo, até eu já to começando a achar que esse negocio de agenda Woke era só uma birra mas tá uma forçação de barra tão pesada. 3° A matadora que mais se parece uma mae de 3 crianças que anda em um Sandero, aquela mulher ali ser a vilã não dá pra engolir, fraquíssima e fez perder o interesse total na série. 4° Personagens bobos demais, como os grupos da forja e Antifa, bem mal representados. 5° Policial do FBI se matar? Ótimo personagem mas sem lógica. 6° Confusao para finalizar a série com reviravoltas desnecessárias.
No todo diria que a série pode ser boa para entreter se voce nao tiver mais nada para fazer, minha esposa nao gostou.
A série é boa, ótima para matar o tempo. O começo é excelente, mas vai perdendo a mão. O conflito com o filho é mal elaborado, e até exagerado. A crise de identidade do filho e a forma de reconciliação chega ser ridicula. No mais, a séria da entender que as formas tradicionais de justiça podem estar corrompidas, e que não há justiça. Portanto, a socidade caminha para um ruptura, tão pregada pela cultura woke.
Uma boa série, poderia ser melhor em alguns pontos Mas cumpre e entrega o que se propõem a fazer, as vezes de forma um pouco arrastada mas ainda sim um bom entretenimento
Série que não gera nenhum sentimento, não vi a hora de terminar! Muitas falhas no roteiro , atuações duvidosas, cenas impossíveis de compreender …não perca seu tempo!
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