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André S.
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Crítica da série
1,5
Enviada em 4 de dezembro de 2024
Está ficando insuportável assistir obras dos EUA e Inglaterra, pelo exagero de ideologização esquerdistas, na qual, os mocinhos são negros, os casais íntegros são afrodescendentes, os honestos são homossexuais e os brancos e demais são os marginais, perversos e blá blá blá.
Nessa série, que tinha tudo para ser eletrizante, a lacração continua: a mocinha e seu chefe são negros e agentes do M16 inglês, o Chacal é branquelo ruivo e sua mulher, uma pobre coitada latina, a vítima é um bilionário startup e homossexual que está trazendo justiça social contra os bilionários supremacistas que querem assiná-lo.
A protagonista tem cara e jeito de tudo, menos uma super "007" do M16 inglesa. É a eterna narrativa de dividir o mundo entre os "negros" e homossexuais bons e os brancos casados maus. É só mais uma obra de pura propaganda ideológica.
Pra mim foi uma enorme decepção. Cheia de clichés, partes mal contadas, personagens desnecessários e o pior de tudo, lacração no final. Daí eu me pergunto, pra que aquilo no final? Se fosse para promover a multiplicidade cultural, seria trabalhada durante todo o produto, de uma forma para que a sociedade aceitasse, entendesse, compreendesse e compadecesse. Da maneira que foi trabalhada foi uma e exclusivamente para lacrar. Uma tentativa desesperada, vil e covarde de usar fatores psicológicos de assemelhação e troca afim de alienar o público.
O que salva são os dois primeiros episódios. Não gostei dos demais. muitos clichês e encheção de linguiça. 04 ou 05 episódios resolveriam. Núcleos e personagens desnecessários. A Lashana Lynch em péssima atuação, não entrega nada. Redmayme atua muito, mas esse tipo de filme não é o forte de dele. Salvam somente as caras e olhares distantes dele. Trilha sonora e abertura são excelentes. As cenas de perseguição são muito boa. Roteiro arrastado e tramas mal desenvolvidas. A cereja do bolo ficou para a agenda woke bem definida. Mulheres negras poderosas, família afrodescendente integra e de boa fé. Gays querendo salvar a humanidade sendo oprimidos por supremacistas brancos e homens brancos e héteros são idiotizados ou maus. Puro suco ideológico. Protagonista assassino com crise de personalidade, querendo ter uma vida normal junto a uma família latina cujo núcleo parece uma novela mexicana. Parei de assistir no sexto episódio, mas tive a curiosidade de ver a crítica sobre os episódios finais e acertei na minha previsão.
A série tinha tudo para ser boa, mas acabou se tornando insuportável, principalmente quando a policial aparece na tela. Quando isso acontece, eu simplesmente pulo a cena para não vê-la.
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