Série viciante e que prende até mesmo em um episódio monótono (já que em uma série com 279 episódios, um ou outro até pode fugir o padrão elevado).
Ícone da cultura pop e geek! Mesmo que você não seja ligado a esse mundo acadêmico da física quântica, a série te traz uma proximidade ao tema de maneira surpreendente, leve e muito bem humorada.
A evolução dos personagens te faz sempre querer saber aonde irá terminar as histórias perfeitamente entrelaçadas.
Bem, é uma série divertida. Um grupo de nerds rapazes e moças que convivem numa república de universitários. Em pouco tempo que comecei a assistir estou gostando muito. Não têm malícias, violência, senas de horror ou qualquer ato que estigue de forma "negativa" a conduta de pessoas e família! Parabéns aos atores e atrizes, autores e direção.
é uma série completa no que promete apresentar, engraçada, divertida e com um toque de aprendizado para os personagens que são NERDS, assisti as 12 temporadas e me diverti muito com tudo que Sheldon, Leonard e CIA passaram nesses 6 anos que a série foi exibida! Vi o crescimento pessoal do Dr. Sheldon Cooper que não passava de um NERD com manias infantis e excêntricas, se tornar um ótimo amigo e um brilhante cientista!
A série é ótima e merece ser assistida, se você ainda não conhece, assista, você vai gostar muito!
uma serie engraçada e com humor inteligente, impossível não se divertir assistindo a serie me surpreendeu muito pois achei que não iria me identificar, tem personagens únicos e cativantes, excelentes atores.
Dois cientistas que entendem a física como poucos, mas quando se trata de relações sociais deixam bastante a desejar, mas tudo começa a mudar quando uma jovem bonita se muda para a vizinhança deles. Um seriado que aproveita ao máximo essa premissa, trazendo situações cômicas que facilmente conquistam o telespectador.
Além de ciências, Leonard, Sheldon e seus amigos, são apaixonados pela cultura geek, trazendo para a série uma quantidade de referências incríveis e piadas que flertam com o mundo dos quadrinhos, filmes, séries, jogos e muitos mais.
A personalidade excêntrica de alguns, a ignorância de outros, a falta de traquejos sociais são alguns dos ingredientes dessa sitcom que diverte e emociona com seus memoráveis personagens.
A série de maior sucesso atual (2011 até 2013, e quando acabar) é essa, e sem muitas preocupações com a lógica, Bazinga, Sheldon e seus amigos juntamente com sua vizinha Penny, fazem muita gente rir não só em solo americano mas em todo o mundo, além de muito premiada o sucesso de público é incrivelmente arrebatador. Começou devagar, mas os fieis fãs não largaram mão da série que pouco tempo depois se tornou febre, frases e momentos inesquecíveis que são piada internacional, como Sheldon e sua música de ninar do gatinho, Bazinga, Penny....Penny....Penny, etc.. Sheldon consegue ser um personagem sério e Nerd e muito engraçado ao mesmo tempo, é impossível não se divertir com as frases Nerd do mesmo. O trio principal, Sheldon, Penny e Leonard, é sensacional um dos melhores do ramo humor atual, e nos prende atenção durante os 22 minutos de episódio. Pois é, esses Nerd fazem sucesso e merecidamente, se ainda não se engasgou de rir com eles, assista apenas um episódio e se torne fã dessa não tão nova mania, empreitada pela CBS e Warner Brothers(no Brasil).
Das incontáveis séries que tentam arrancar risos por aí, poucas chegam perto de The Big Bang Theory. E nenhuma, absolutamente nenhuma, acerta tão em cheio quem tem o coração dividido entre Star Wars e artigos da Nature, entre teorias quânticas e piadas autodepreciativas. É, sem sombra de dúvida, a melhor série que já vi na vida e falo isso com a segurança de quem já recalculou essa afirmação várias vezes ao longo dos anos, como um bom cinéfilo faria.
Cada episódio é uma aula de sarcasmo refinado, ironia cirúrgica e nerdice acadêmica em estado bruto. O roteiro não tem medo de fazer piadas com a teoria das cordas, com o modelo padrão da física ou com a complexidade emocional de um engenheiro tentando montar móveis da tokstok. E funciona maravilhosamente bem. Rir de verdade em todas as temporadas, todos os episódios? Quase estatisticamente improvável, mas aqui, acontece.
Os personagens são uma combinação improvável de genialidade socialmente desajustada, ternura mal expressa e egos do tamanho de um colisor de partículas. Todos orbitam em torno uns dos outros com a caótica harmonia de um sistema solar que não deveria funcionar, mas funciona lindissimamente.
O episódio final? Um colapso emocional cuidadosamente calculado. Ri e chorei como se estivesse assistindo à fusão entre a Comic-Con e o Nobel.
E o mais incrível: as participações especiais. Neil deGrasse Tyson, Stephen Hawking, Stan Lee, Elon Musk, George Takei, Wil Wheaton (melhor uso de ex-estrela de sci-fi da história)... A série é praticamente uma convenção nerd de 12 temporadas, só que com roteiro e figurino.
The Big Bang Theory é mais do que comédia. É um retrato exagerado, de toda uma geração que cresceu entre gibis, fórmulas, colecionáveis e memes antes deles se chamarem memes. Uma celebração da inteligência desajustada juvenil, da amizade que resiste às probabilidades estatísticas e do amor que surge entre os gêneros nerds (ou, pelo menos, duas formas de vida compatíveis).
Em resumo, é a melhor série do mundo para quem gosta de nerdices e, com sorte, até para quem acha que não gosta. Porque, no fundo, todo mundo tem um Sheldon interior. Alguns só estão melhor disfarçados.
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