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Demolidor: Renascido
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DANIEL BARRAL
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Crítica da série
4,0
Enviada em 9 de maio de 2026
Demolidor: Renascido traz de volta o nosso querido Charlie Cox e com muita carisma de sempre. A série é boa, mas na minha opinião poderia ter sido bem melhor, gostei de todos os episódios, mas o ultimo foi o melhor. Só que não senti aqui a mesma vibe e emoção que senti ao assistir a antiga série da Netlfix. E também teve alguns pontos negativos, como o arco do Muso, que poderia ter sido melhor aproveitado, e olha que ele é ameaçador nas HQs. A segunda temporada, ao meu ver, conseguiu ser superior á primeira, conseguiu ser bem mais intensa. Porém, assim como a primeira, também teve alguns defeitos e lacunas, mas conseguiu se sustentar ainda mais nas qualidades. Ansioso para a terceira temporada.
Daredevil: Born Again finalmente parece entender quem ele precisa ser. Depois de uma primeira temporada perdida entre nostalgia e medo de assumir riscos, a série retorna muito mais confiante, brutal e, principalmente, mais interessada em deixar Matt Murdock existir além do uniforme.
E talvez esse seja o maior acerto: finalmente existe equilíbrio. O advogado, o vigilante, os conflitos políticos, o caos nas ruas e até as cenas de tribunal agora parecem fazer parte da mesma série, algo que a primeira temporada claramente não conseguia.
A violência volta com peso, Fisk finalmente ameaça de verdade e a série abraça um tom político que combina muito mais com o personagem do que a Marvel provavelmente gostaria de admitir.
Ainda não alcança totalmente o nível da Netflix, mas pela primeira vez dá pra sentir que existe um caminho próprio. E honestamente? Já era isso que faltava.
Quando Demolidor: Renascido foi anunciado, a promessa era grandiosa: dar continuidade a uma das séries mais aclamadas do universo Marvel na TV, agora sob os cuidados diretos do Marvel Studios. A ideia de reposicionar o personagem como um dos pilares da nova fase da franquia, unindo heróis urbanos como Homem-Aranha, Kate Bishop e Ms. Marvel, acendeu o entusiasmo dos fãs. A proposta inicial de dezoito episódios reforçava esse compromisso, mas as mudanças nos bastidores — com troca de showrunners, diretores e até reescrita completa do roteiro após a greve de roteiristas e atores — fizeram a série perder força antes mesmo de estrear. O resultado final, agora com apenas nove episódios, é uma produção que tenta equilibrar nostalgia e renovação, mas que, no processo, perde parte do impacto que a série original possuía.
A tarefa de conectar o novo universo da Marvel com os acontecimentos das antigas séries da Netflix sempre foi um desafio. Aqui, isso é feito de maneira sutil, com pequenos diálogos e cenas que pincelam essas ligações, evitando grandes exposições e respeitando a continuidade emocional dos personagens. Apesar disso, Renascido parece relutar em abraçar completamente suas raízes. Ao invés de retomar relações já estabelecidas, como o trio Matt, Foggy e Karen, a série aposta em novos arcos narrativos e personagens, mas falha em dar a eles o mesmo peso e profundidade que vimos nas temporadas anteriores.
Essa nova abordagem gera um dos principais problemas da temporada. O ritmo narrativo é instável: começa com força, investindo em ação e na presença do próprio Demolidor, mas logo se transforma em um thriller investigativo com subtramas jurídicas. Apesar de isso dialogar com o histórico do personagem nos quadrinhos, o contraste é brusco. A narrativa esfria, e os novos personagens — como Heather Glenn, interpretada por Margarita Levieva — pouco acrescentam ao drama. Eles funcionam mais como ferramentas narrativas do que como figuras com peso dramático real.
A série tenta se reerguer por volta do quinto episódio, quando o vilão Muso entra em cena. Inicialmente promissor, o personagem logo é descartado, servindo apenas como catalisador para que Matt Murdock retome seu manto de vigilante. Mais uma vez, a produção se apoia no Rei do Crime como antagonista, uma decisão compreensível, dada a força do personagem, mas que também reforça a sensação de que a série prefere caminhar pelo seguro. Ter apostado em um novo vilão com mais tempo de tela e desenvolvimento poderia ter dado o frescor necessário à trama.
Nos episódios finais, a série se prepara para um clímax que entrega o básico. A revelação do assassinato de Foggy, que serve como mistério central da temporada, é resolvida sem o impacto emocional esperado. Ainda assim, algumas participações especiais e cenas pontuais conseguem resgatar parte do entusiasmo, sugerindo que o futuro pode ser mais promissor. Com rumores e fotos vazadas de uma segunda temporada repleta de rostos familiares, tudo indica que a Marvel pretende criar pequenos grupos urbanos, como um novo Defensores, preparando terreno para futuras formações nos filmes principais da franquia.
Demolidor: Renascido acerta em alguns pontos, especialmente no tom mais sombrio e nas lutas corpo a corpo bem coreografadas, que remetem ao que fez da série da Netflix um marco. Mas sua tentativa de renovar o que não precisava e preservar o que já estava exausto a impede de alcançar o mesmo nível de excelência. O resultado é uma temporada que oscila entre o morno e o eficiente, e que entrega mais promessas do que realizações.
A segunda temporada parecia mais promissora do que a primeira. Os episódios iniciais são bem construídos, empolgantes e dão a impressão de que a série finalmente alcançaria um nível superior. No entanto, do meio em diante, a narrativa perde força e, apesar de alguns bons momentos, a qualidade cai de forma considerável.
O último episódio é completamente broxante e evidencia o quanto a história se perdeu. O desfecho envolvendo Daredevil e Wilson Fisk é simplesmente ridículo, destoando de toda a construção anterior e comprometendo seriamente o impacto da temporada. Um encerramento lamentável para uma história que prometia muito mais.
A série começou com um roteiro impecável, trazendo o personagem à tona de forma marcante e envolvente. Até o episódio 5, tudo caminhava perfeitamente, com desenvolvimento sólido e cenas que empolgavam. Infelizmente, após esse ponto, a trama sofreu uma queda notável, com escolhas questionáveis que comprometeram parte da experiência. No entanto, os dois episódios finais conseguiram resgatar o entusiasmo, entregando exatamente o que os fãs esperavam. Apesar dos altos e baixos, a série se firmou como uma produção ótima e promissora. Fica agora a ansiedade pela segunda temporada, com a expectativa de que venha ainda mais forte e consistente.
Essa primeira temporada é sofrível acho que só vale o episódio 1 e os dois últimos, pensa em algo que enrola, enrola e enrola, muita politicagem do rei do crime, a temporada é arrastada com poucos momentos bons, felizmente na segunda temporada melhora.
Na temporada 2 melhora muito não fica parado , tem muito mais ação e menos falação do rei do crime, a polícia do rei se não é cópia do ice que é a polícia americana na atualidade lembra muito.
Tá mto top, só tô achando que seria mto massa se o braço direito do Fisk o Lucky se tornasse o Rosa,aquele episódio onde ele e a psiquiatra observam Fisk e comitiva na festa me fez pensar a respeito,e se Bucky virasse o Rosa e a psiquiatra a Tyfoid Mary???
Não foi uma experiência nada boa, Primeiro:O Foggy morre logo no primeiro episódio, não deu nem vontade de chorar por ele de tão rápido que a morte dele :O Muse:Parecia que série um serial killer muito bom,mas morreu logo no segundo episódio e ainda nem foi o Demolidor que matou ele,foi a Heather com uma arma,.Terceiro:Wilson Fisk ser corno,a Vanessa foi uma desgraça colocando chifre nele e ainda tenta matar ele e fracassa e agi depois como se nada tivesse :O exército do Demolidor,pensei que seria um time bom,mas na verdade é só um monte de mim o Demolidor renascido é um nota 6
Não gostei, a série demolidor anteriores muito melhor mais muito melhor, essa muito fraco as cenas de ação e pior pouca ação, pouca luta e um drama que pra mim não envolve não empolga, a história sem sentido sem graça mas acredito que é fraco esse demolidor pois mudou a direção por isso que pra mim não é bom.
Infelizmente a série perdeu qualidade e profundidade, e principalmente a violência, que aqui ainda existe, mais foi nerfada. Mas ainda sim possui uma trama boa que envolve.
Até o episódio 5, uma série exageradamente lenta, mas a partir do sexto ela engrena.
Só serve pra "queimar" a imagem do justiceiro, pra trazer uma imagem mais humana pra vag4bund0, e deixar a polícia como vilã. Cultura w0k3 de m3rd4 vai acabar com as melhores histórias!
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