Sequestro
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Média
3,6
46 notas

11 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.274 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2026
Uma série que começa muito bem, mas depois se perde em ideias ultrapassadas e efeitos mais ou menos.
Yuri
Yuri

71 seguidores 508 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 26 de janeiro de 2025
A série é boa, com uma história bem razoável. A primeira série de sequestro de avião que assisto e, em minha opinião, a série foi bem feita. Ela é um pouco lenta em alguns momentos, mas a história é bem amarrada. Assistir a filmes do gênero de sequestro de avião, as histórias são mais rápidas a se desenrolar, porém, por se tratar de uma série, a mesma enrola um pouco. O elenco é um pouco fraco, porém quem se salva na série é o protagonista Idris Elba, o mesmo tem uma boa atuação e é o grande destaque da série. Recomendo.
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 446 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
3,0
Enviada em 8 de março de 2026
A segunda temporada de Sequestro tenta repetir a fórmula que fez a primeira funcionar, mas ao mesmo tempo busca ampliar sua escala. A mudança mais evidente está no cenário. Saímos do avião e agora acompanhamos um sequestro dentro de um metrô. A ideia parece promissora à primeira vista. O novo ambiente abre espaço para aumentar o perigo e também para expandir a conspiração que envolve Sam Nelson. Existe uma tentativa clara de transformar a história em algo maior do que apenas um evento isolado. Porém, na prática, essa expansão não consegue sustentar a narrativa da mesma forma que a primeira temporada conseguiu.

Mesmo trazendo mudanças, a série ainda depende muito da mesma estrutura. Assim como antes, a trama se apoia em cliffhangers e na construção de um quebra cabeça que vai sendo montado aos poucos ao longo dos episódios. Esse formato continua funcionando em vários momentos. A série mantém um ritmo que prende a atenção e cria uma sensação constante de tensão. No entanto, o problema é que agora boa parte das reviravoltas parece previsível. As revelações não têm o mesmo impacto e muitas vezes surgem sem o peso dramático que deveriam ter.

Uma das mudanças mais interessantes está na posição de Sam Nelson dentro da história. Na primeira temporada ele era uma vítima da situação, um passageiro tentando negociar e sobreviver ao sequestro. Aqui a perspectiva muda. No começo da nova temporada, Sam surge como alguém diretamente envolvido na ação, quase como se fosse o próprio responsável pelo sequestro. Ao longo dos episódios suas motivações vão sendo explicadas e o contexto da situação começa a aparecer. Essa inversão de papel poderia ser um dos grandes motores da narrativa. A série tenta construir essa revelação aos poucos, mas o caminho escolhido acaba sendo menos surpreendente do que deveria.

Outro ponto que enfraquece a temporada está na construção do núcleo de personagens dentro do sequestro. Na primeira temporada, o avião funcionava como um espaço fechado onde todos tinham algum papel na história. Tripulação, passageiros e sequestradores eram explorados de forma mais ativa, criando diferentes pontos de tensão dentro da narrativa. No metrô isso acontece de forma bem mais limitada. O foco fica concentrado em poucos personagens e os demais passageiros acabam ficando em segundo plano. Em vários momentos surge até uma dúvida natural sobre o que está acontecendo com essas pessoas depois de tanto tempo confinadas.

Esse problema também se conecta com o próprio conceito do novo cenário. Um avião carrega naturalmente um senso de urgência. A ideia de estar preso em um espaço fechado no ar já cria um medo imediato. No metrô essa sensação não aparece com a mesma força. A série tenta compensar isso através de ameaças constantes e da movimentação da polícia do lado de fora, mas muitas vezes parece que o roteiro precisa lembrar o público de que existe perigo. O senso de urgência que antes era quase automático agora precisa ser explicado o tempo todo.

A própria lógica do sequestro também levanta algumas questões difíceis de ignorar. Um vagão de metrô cheio de pessoas sendo controlado por poucos indivíduos já cria uma situação naturalmente mais frágil. Mesmo com ameaças de bombas, algumas escolhas da narrativa acabam parecendo pouco verossímeis. Existem momentos em que personagens são mortos sem que ninguém perceba ou situações em que os passageiros simplesmente permanecem passivos por tempo demais. Isso não chega a quebrar completamente a experiência, mas enfraquece a credibilidade de alguns momentos importantes.

A tentativa de expandir a conspiração por trás da história também gera resultados mistos. A série apresenta novos elementos e amplia a rede de personagens envolvidos, sugerindo que o sequestro faz parte de algo maior. Em teoria isso poderia dar um novo fôlego para a trama. Porém, para construir esse quebra cabeça, o roteiro recorre várias vezes a personagens que já conhecemos da primeira temporada. O retorno deles até faz sentido dentro da lógica da história, mas a forma como acontece parece pouco natural. Em vez de fortalecer a narrativa, esses reencontros acabam revelando o esforço da série em conectar as duas temporadas.

Essa expansão também sofre com a forma como as revelações são conduzidas. A identidade de quem está por trás do plano surge sem a preparação necessária. O momento que deveria funcionar como um grande impacto acaba sendo recebido com pouca surpresa. O problema não está apenas na ideia da conspiração, mas na forma como ela é revelada. As peças são colocadas no lugar, mas não existe o mesmo peso dramático que faria o público realmente sentir o impacto dessa descoberta.

Mesmo com essas limitações, a série ainda encontra formas de se manter envolvente. O formato em que cada episódio termina deixando uma nova dúvida ou ameaça continua sendo eficiente. A sensação de estar acompanhando uma situação limite ainda existe, mesmo que de forma menos intensa. A narrativa consegue manter um ritmo que incentiva a maratona. Muitas vezes o público continua assistindo não porque a história surpreende, mas porque a construção da tensão ainda funciona.

Grande parte disso acontece por causa de Idris Elba. A presença dele é um dos pilares que sustentam a temporada. Sam Nelson continua sendo um personagem que depende muito do carisma de quem o interpreta. Nesta nova fase ele carrega ainda mais peso emocional. O personagem agora está movido também por vingança e por uma necessidade pessoal de resolver a situação em que se encontra. Idris Elba consegue transmitir essa mistura de controle e tensão de forma convincente.

Não é a atuação mais marcante da carreira dele, mas é uma performance que mantém a série viva. Mesmo quando o roteiro enfraquece ou quando alguma reviravolta não funciona como deveria, é a presença dele que mantém o interesse do público. Muitas das decisões e conflitos ganham importância justamente por causa da forma como ele conduz o personagem.

No final das contas, a segunda temporada de Sequestro tenta ampliar seu universo e transformar a história em algo maior. A mudança de cenário e a expansão da conspiração mostram essa intenção. Porém, ao fazer isso, a série acaba revelando as limitações do próprio conceito. A nova temporada mantém a tensão e ainda consegue ser envolvente em vários momentos, mas não alcança o mesmo impacto da primeira.

A sensação que fica é de uma narrativa que tenta crescer, mas que acaba se apoiando demais nas mesmas estruturas que já conhecemos. O metrô traz um novo tipo de confinamento e cria momentos de tensão, mas não consegue substituir o senso de urgência que o avião oferecia. Ao mesmo tempo, a tentativa de ampliar a história não encontra uma base forte o suficiente para sustentar algo ainda maior.

No fim, Sequestro continua sendo uma série assistível e até viciante em certos momentos, muito por causa de seu ritmo e da presença de Idris Elba. Mas a segunda temporada também deixa claro que a história parece estar chegando perto do limite do que esse conceito consegue oferecer. Se a série continuar seguindo esse mesmo caminho, a pergunta inevitável surge: qual será o próximo sequestro e qual será o motivo para ele acontecer. Depois desta temporada, fica a impressão de que as possibilidades começam a se tornar cada vez mais escassas.
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 446 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 22 de março de 2024
Idris Elba atinge o auge de sua performance nesta série, que não se destaca pela exuberância, mas aliada ao seu carisma, uma característica que o tornou proeminente, convence em grande parte da narrativa. A premissa inicial da série pode parecer simplista, envolvendo apenas o sequestro de um avião com a expectativa de Elba salvar todos a bordo. No entanto, a trama vai além disso.

O enredo não consegue desenvolver de forma satisfatória o personagem de Elba, e muito menos os coadjuvantes; no entanto, consegue instigar um senso de urgência ao revelar os motivos por trás do sequestro. Lançada semanalmente e mantendo-se como uma série desconhecida, cada episódio termina em um turbilhão emocional, deixando sempre um gancho para o próximo.

A série vacila em sua conclusão, perdendo o ritmo anteriormente estabelecido. Os roteiristas tentaram introduzir um grande revés quando o enredo parecia acalmar, acrescentando um novo obstáculo para aumentar a tensão, mas essa estratégia, confesso, não me conquistou.

No ato derradeiro, buscaram apresentar um confronto clássico entre o "herói e o vilão", algo que não ocorreu durante toda a série, adicionando-o apenas para um desfecho grandioso, porém, acabou por tornar-se maçante e destituído de sentido.
Wladeson Dias
Wladeson Dias

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Crítica da série
1,5
Enviada em 5 de março de 2026
Série na 1 temporada causa curiosidade e até diverte, apesar de se passar 80% do tempo no mesmo ambiente o avião. A maneira como atores coadjuvantes são explorados não acrescenta algo útil na história. Segunda temporada esperava algo muito mais interessante, porém repete a mesma receita e piora mais. Assisti por causa do Idris Alba, mas bem fraquinha série.
José Jorge Grilo
José Jorge Grilo

4 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 18 de julho de 2023
Estou a gostar, podemos sentir que nos dias de hoje depois dos acontecimentos de 11 de setembro as coisas estejam mais rigorosas, mas tudo será sempre possivel.
Paulo Gadelha
Paulo Gadelha

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Crítica da série
3,0
Enviada em 5 de janeiro de 2026
Depois do 5 episódio só foi marmelada tinha tudo pra ser bom mais estragaram toda a série como podem
Kangaceiro Valente
Kangaceiro Valente

2 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
0,5
Enviada em 25 de janeiro de 2026
A série é horrorosa, é um completo desastre com um final dos piores que já vi na vida. A série até que tem um bom começo contudo a partir do terceiro ou segundo episódio já indica que é uma completa porcaria com decisões sem sentido. No primeiro episódio pensei que o protagonista seria um negociador com talento em persuasão que iria intervir no sequestro com sua habilidade porém tudo bobagem, o protagonista se levantava na cadeira toda hora e os sequestradores não fazem nada, todo momento um motim em um avião sequestrado, não tem paciência que aguente, a série não explica que organização foi responsável.
Fábio B
Fábio B

3 críticas Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 6 de julho de 2023
Péssimo sonolento e sem sentido
Entrar em um avião nos dias atuais com armas e munição
Sem lógica alguma.
THIAGO SILVA
THIAGO SILVA

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
1,0
Enviada em 31 de outubro de 2025
A série Sequestro no Ar começa de forma promissora, com um enredo tenso e uma proposta envolvente que prende o espectador nos primeiros episódios. A sensação de urgência e o clima de mistério criam uma boa expectativa de que algo grande está por vir.

No entanto, à medida que a história avança, o roteiro perde força e coerência. O desenrolar dos acontecimentos se torna confuso, com decisões e reviravoltas que soam forçadas ou sem muito sentido. O que inicialmente parecia uma trama inteligente e cheia de suspense acaba se transformando em algo previsível e arrastado.

Por volta do quinto episódio, o interesse já começa a se perder. A narrativa não consegue manter o mesmo ritmo nem entregar o impacto que prometia no início. Apesar das boas atuações e da premissa interessante, Sequestro no Ar acaba sendo uma série que desperta curiosidade no começo, mas decepciona na reta final.
jane S.
jane S.

3 críticas Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 31 de outubro de 2025
Comecei Sequestro no Ar achando que ia ver um suspense de tirar o fôlego… mas o que tirou o fôlego mesmo foi tentar entender o roteiro depois do terceiro episódio
A ideia era boa, o elenco é ótimo (o ator principal entrega tudo), mas a história simplesmente desanda. Chega uma hora que nada faz sentido. começa com uma premissa instigante e um ritmo promissor, mas logo se perde em um roteiro raso e desconectado. A trama, que no início parecia sólida, vai se esvaziando episódio após episódio, até perder completamente o impacto. Nem o talento do protagonista conseguiu salvar o caos que virou essa série.
Começou bem, mas se perdeu no caminho.
Sequestro no Ar tinha tudo pra ser um suspense envolvente, mas o roteiro esqueceu de decolar.