A série Primeiros Anos, produção feita em uma parceria entre a Fundação Roberto Marinho e a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, traz vinte histórias de diferentes infâncias. O fio condutor das narrativas é sempre a diversidade e vivências distintas de maternidade e paternidade. A série aborda temas como a representatividade negra, indígena, LGBTQIA+, além dos desafios e preconceitos enfrentados por crianças com deficiência, saúde e imigração. O programa procura explorar os casos nas diferentes regiões do Brasil, explorando a diversidade cultural e de crenças, sempre reforçando a importância do papel dos pais na construção de valores da criança.
20 episódios
Exibida desde: 16 de dezembro de 2021
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Mathias cresce entendendo a importância da representatividade negra. A construção dessa identidade vem da relação familiar que enfatiza a utilização de brinquedos focados na cultura afro.
A rotina e a educação das crianças da Reserva Indígena Pataxó das Jaqueiras – Porto Seguro/BA, onde elas são consideradas “Símbolos Sagrados” e toda a comunidade é responsável por educá-las e protegê-las.
Isabella e Antônio são pais de Chloe e Nina. Em meio à pandemia, o casal espera superar os desafios da alimentação saudável juntamente com a complexidade da maternidade, é o que esse casal espera superar.
Duda cresce em um ambiente cercado de amor. Com dois pais e uma mãe, ele encontrou força na família para, aos 6 anos, se reconhecer como um menino trans.
João, de 6 anos, cresce em suas 2 casas com seu pai e suas 2 mães, tornando-se esperto, criativo e curioso. Sua família vive em harmonia, mas também enfrenta preconceitos por sua diferente estrutura.
Manu, bailarina de 5 anos, vive no Complexo do Alemão. O curta mostra a importância do balé para o seu crescimento, o contexto em que ela vive, sua infância e sua relação com as pessoas ao seu redor.
Em Vitória da Conquista/BA, Luiz Miguel tem os cuidados de sua mãe Rebeca e vive numa atípica e harmoniosa construção familiar recheada de carinho, afeto e responsabilidade com sua infância.
Na Aldeia Pankararu, sertão de Pernambuco, vive Otto, de 5 anos. Afeto, tradição e coletividade são valores essenciais, formados por troncos familiares e onde a criança é apadrinhada pela comunidade.
A rotina de estudo, aprendizagem, trabalho familiar e da escola comunitária Mont-Serrat são fundamentais para que os pequenos Arthur e Júlia consigam desenvolver seus primeiros passos na educação.
Os curumins Tremembé da Barra do Mundaú desde cedo aprendem sobre sua identidade indígena. Crianças como a Cecília, de 5 anos, crescem sabendo da importância de manter viva a identidade de seu povo.
O documentário pretende “brincar” com o telespectador, fazendo ele rir, se divertir e principalmente refletir sobre o quão sério é o ato de brincar e seus benefícios no desenvolvimento da criança.
Sophia, Guilherme, Luiz e Jayanne fazem parte da geração de crianças com microcefalia, em decorrência do Zika Vírus, em Pernambuco. A primeira infância é repleta de desafios, amor, luta e descobertas.
O documentário mostra as formas de transmissão de conhecimento tanto ancestral quanto tradicional da Comunidade Quilombola Rincão da Faxina, na cidade de Piratini/RS.
Promover uma infância com mais brincadeiras e interações é a missão do pai, pedagogo e gestor cultural Bruno Lopes, que percebeu de perto como o brincar perdeu espaço para telas e para a tecnologia.
Já pensou em uma infância offline? Mariana e Isadora, vivem no interior do Piauí, não possuem eletricidade na sua casa nem na sua escola e tem um ritmo de vida bem diferente.
No nordeste do país, Kauan, de 4 anos, tem grau 2 de autismo. Hoje, ele frequenta o Instituto Amigos do Autista e, diferente de muitas crianças com a condição dele, vai à uma escola regular.
O documentário acompanha uma família que mantém o calendário de vacinação dos seus filhos em dia e acredita que as vacinas, oferecidas pelo SUS, é um dos principais métodos preventivos contra doenças.
Os desafios e preconceitos enfrentados durante o desenvolvimento de crianças surdas e de como o ensino de Libras e música ajudam a proporcionar um ambiente enriquecedor durante a primeira infância.
Salsabil é uma refugiada síria. No início, a adaptação com os costumes brasileiros e a língua foram difíceis, mas os professores foram peças fundamentais para a evolução e a inserção dos seus 4 filhos.
No Quilombo do Abacatal, em Ananindeua/PA, Vanuza, líder comunitária, buscou inserir a neta de 6 anos, no cultivo de plantas medicinais, como forma de manter os ensinamentos tradicionais da comunidade.