O Eternauta
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3,8
170 notas

13 Críticas do usuário

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fernandosgs_
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Crítica da série
3,5
Enviada em 2 de maio de 2025
Fiquei curioso nos primeiros EPs, o enredo é bacana, não é “comum”. Apesar das personagens tomarem decisões estupidas (como sempre), ainda tu releva por conta do que está em jogo, o herói ainda tem um objetivo pra se arriscar tanto. Agora do meio pra frente quando vão expondo o real motivo de toda bagaceira kkkkk o negócio fica meio estranho e daí me recordo que é uma produção da Netflix. A pegada do clima ser o vilão é o x da questão, mas quando sai disso……….. enfim, haha é interessante, vale a pena assistir.
Igor Moraes
Igor Moraes

3 seguidores 27 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 2 de maio de 2025
A qualidade é muito boa. Viajo num mundo meio apocalíptico e conseguiram dar conta com qualidade! Igual, por exemplo, 3%, que é aqui do Brasil. Mas a série é bem lenta, os bichos só aparecem bem depois... Ficou faltando algo, não sei...
Xico
Xico

7 seguidores 23 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 4 de maio de 2025
Interessante por ser uma série latina e com efeitos especiais. Mas como disseram aqui, as criaturas parecem joaninhas gigantes, também não gostei. Achei os diálogos fracos. E alguns trechos bem lentos e encheção de linguiça.
Mas como gosto muito do tema, ficção pós apocalíptico, assisti.
NerdCall
NerdCall

53 seguidores 432 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
3,5
Enviada em 9 de junho de 2025
A Netflix segue apostando alto em produções sul-americanas com O Eternauta, adaptação da HQ homônima escrita por Héctor Germán Oesterheld nos anos 1950 — uma das obras mais influentes dos quadrinhos latino-americanos. A série é um evento para a Argentina e um marco importante para a indústria audiovisual do continente, não apenas pelo peso simbólico da obra original, mas pelo envolvimento de figuras de destaque como o diretor Bruno Stagnaro (que dirige todos os episódios) e o ator Ricardo Darín, nome consagrado do cinema argentino. A produção dá continuidade a uma linha de projetos ambiciosos da plataforma na América do Sul — como a aguardada minissérie Senna — e se destaca como uma das adaptações mais ambiciosas da região, com alto investimento e um nível técnico raramente visto em produções locais.

A trama apresenta um cenário distópico em que uma nevasca mortal toma conta de Buenos Aires, matando quem entra em contato com os flocos aparentemente inofensivos. Em meio ao caos, um grupo de sobreviventes se une na tentativa de resistir ao colapso da civilização, enquanto tenta entender as causas do fenômeno e enfrenta ameaças ainda maiores — não apenas sobrenaturais, mas também humanas. O enredo é conduzido por Juan Salvo (interpretado por Darín), um homem comum que se vê no centro de uma catástrofe sem precedentes.

Para quem, como eu, não leu a HQ original, a série funciona como uma porta de entrada eficiente e visualmente arrebatadora para esse universo. A impressão inicial é de puro deslumbre técnico: os cenários são ao mesmo tempo opressivos e hipnóticos, evocando uma Buenos Aires apagada pelo branco da neve, mas viva em tensão. A produção utiliza 25 estúdios de virtual production com Unreal Engine, além de cenários físicos recriados com minúcia. E isso faz diferença. O espectador é imediatamente transportado para um ambiente que mistura realismo urbano com uma atmosfera de sonho febril. Para quem conhece Buenos Aires, ver locais reais tomados por uma névoa de morte cria um efeito de estranhamento fascinante. Você sente que está diante de um evento que poderia, de fato, ter acontecido. Essa sensação é rara — e valiosa.

A série acerta também no uso do som, no design de criaturas e nos efeitos visuais que não gritam artificialidade. Há uma preocupação genuína em criar um mundo coeso e funcional, mesmo diante de elementos fantásticos. Os momentos em que os personagens descobrem os efeitos da neve tóxica, por exemplo, são particularmente eficientes em gerar tensão e empatia. A direção de Stagnaro valoriza os silêncios e sabe construir tensão sem recorrer a clichês exagerados. A trilha sonora acompanha esse tom sombrio e melancólico, contribuindo para o sentimento de impotência e solidão.

Ainda assim, o maior trunfo de O Eternauta está na imersão que provoca. A série te prende não apenas pela ameaça externa (a neve, os monstros, os drones), mas pelo constante clima de desconfiança e tensão entre os próprios humanos. Ela explora temas clássicos do gênero distópico: a quebra da ordem social, a luta pela sobrevivência, o medo do outro, a dúvida entre colaborar ou se isolar. E, de maneira ainda mais pungente, questiona até onde vai a solidariedade em tempos de crise. Em um momento em que o mundo real experimentou uma pandemia global, essas reflexões não poderiam ser mais pertinentes.

No entanto, O Eternauta não está livre de falhas — e elas comprometem parte de seu potencial. A série, ao tentar expandir sua narrativa para apresentar um mundo completo, acaba se estendendo além do necessário e diluindo seu foco. A quantidade de personagens secundários que entram e saem da trama, muitas vezes sem o devido desenvolvimento, prejudica a clareza do arco principal. O espectador se vê perdido em meio a tantas faces e histórias paralelas que não necessariamente se conectam de forma satisfatória com a jornada central de Juan Salvo e seu grupo. Em vários momentos, o roteiro dá a impressão de estar “esticando” a narrativa, levando-a para as beiradas do universo distópico para logo depois retornar ao núcleo sem que nada realmente tenha mudado. Esse vai e vem prejudica o ritmo e cria a sensação de uma falsa progressão, como se estivéssemos rodando em círculos narrativos.

Essa estrutura quase cíclica, que se arrasta por boa parte dos episódios iniciais, pode afastar parte do público. O mistério é bem sustentado, mas demora demais a ser resolvido — e quando começa a ser, já nos episódios finais, nem todas as respostas chegam com o impacto esperado. Algumas decisões parecem mais preocupadas em criar espaço para uma segunda temporada do que em oferecer um encerramento minimamente satisfatório ao arco apresentado. Fica claro que há mais a ser contado, mas o equilíbrio entre manter o suspense e oferecer recompensas narrativas ao público não é bem administrado.

Outro ponto de crítica está nas cenas de ação, ou melhor, na escassez e pouca intensidade delas. Entende-se que, com protagonistas mais velhos, há uma limitação física natural que precisa ser respeitada — mas isso não justifica a ausência de sequências mais impactantes em uma obra que trabalha com o colapso da civilização e a invasão de entidades alienígenas. Quando essas cenas aparecem, são conduzidas de forma lenta, sem grande tensão ou impacto visual. É um contraste gritante com a excelência dos demais aspectos técnicos da série. Em vez de elevar o clímax, as cenas de ação acabam diminuindo o ritmo.

Apesar desses problemas, O Eternauta continua sendo uma vitória para o audiovisual argentino — e, por extensão, latino-americano. É simbólico ver uma série de ficção científica com tamanha qualidade técnica, produção ambiciosa e base cultural profunda sendo realizada fora do eixo tradicional Hollywood/Europa. A série honra o legado da HQ ao mesmo tempo em que apresenta esse universo a novos públicos, mantendo-se relevante e acessível para quem não conhece a obra original. E mesmo com seus deslizes, permanece intrigante do começo ao fim, sustentada por sua atmosfera carregada, por sua estética precisa e por um elenco que, ainda que desigual, é liderado com maestria por Darín.

No saldo final, O Eternauta impressiona mais pelo que representa do que necessariamente pelo que entrega em sua totalidade. É uma obra que merece ser vista, debatida e celebrada — principalmente pelo caminho que ajuda a pavimentar para as próximas grandes produções sul-americanas. Com ajustes no roteiro e um foco narrativo mais coeso, a segunda temporada pode transformar o que hoje é uma promessa visual arrebatadora em uma experiência narrativa realmente inesquecível.
Rodrigos Julio
Rodrigos Julio

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Crítica da série
3,0
Enviada em 4 de maio de 2025
Série tem um clima bem cotidiano grupo indivíduos meio cenário apocalíptico sobrevivendo com que tem isso funcionou legal para mim melhor ponto série, ponto fraco alienígenas bem regular criatura inseto aracnídeo controlada uma inteligência superior achei raso para mim fiquei pouco confuso eu pensei fosse inseto mutantes não alienígenas enfim fiquei com está impressão eu assistir todos episódios série boa obra Argentina orçamento baixo- médio.
 Toledo
Toledo

3 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 11 de maio de 2025
Bem mediana. Estava indo bem, até aparecer os besourões. rsrsrs
Não é meu tipo de série. Nem vou avaliar a qualidade técnica, ou a atuação do Darín, sempre celebrado.
Carlos V
Carlos V

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 9 de maio de 2025
Parei no segundo episódio. Ficção científica exige argumento explicável pela ciência. O que não existiu. Bons efeitos especiais e cenários para um filme sul-americano.
Edyjanes A.
Edyjanes A.

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Crítica da série
3,0
Enviada em 6 de maio de 2025
Assisti até o 3 episódio, achei os dois primeiros motivos e bem cativante, tornando-se curiosa, porém, no terceiro até onde assistir achei lento, tanto que dormi, não se pela série ou porque estava muito cansado, mas me fez perder o interesse, vou tentar terminar de ver pra tirar correta, quanto a ambientação muito boa, fotografia ótima,.e os efeitos não vi ainda nos capítulos que vi.. um abraço a todos!
Carla Guedes
Carla Guedes

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Crítica da série
3,0
Enviada em 5 de maio de 2025
Eu estava gostando demais da série ate que....as tais joaninhas gigantes couraçadas apareceram e todo mundo virou zumbi após passar pela fase casulo . spoiler:
Tiago Meireles
Tiago Meireles

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Crítica da série
3,0
Enviada em 21 de maio de 2025
Em relação aos efeitos especiais e a trama, achei a série bem legal não por conta das "joaninhas" que tecem teias (mistura de inseto com aracnídeo kkk) mas mal comparando, o roteiro dessa série lembra mais uma mistura de tropas estelares com um lugar silencioso.
Marcos Vinicius Vieira
Marcos Vinicius Vieira

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Crítica da série
3,5
Enviada em 7 de maio de 2025
Foi uma grata surpresa descobrir uma obra desse nível na América Latina. Em que pesem falhas inocentes e outras incongruências a história se mantém num ótimo nível de entretenimento. O aparecimento das criaturas só na metade da série é perfeito, definindo uma fase e renovando o clima de suspense. Com uma pitada de inveja e muito surpreso pelo arrojo, parabenizo a produção dos hermanos, lamentado sempre a precaríssima situacão cinematográfica brasileira que está a anos luz de um projeto desse porte.
Lcps
Lcps

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Crítica da série
3,0
Enviada em 26 de maio de 2025
Finalizei a primeira temporada. A proposta é diferente e atraente. Achei tudo muito solto, não explicam a neve, por que a neve parou. O ator principal tem premonições. Sobre os rola-bostas ( chamo assim pois são besouro gigantes que arrastam tudo nos primeiros minutos que aparecem) também são poucas informações: ativos quando a luz vermelha desce do céu? Como respeitam e controlam os humanos?

Enfim, não conheço o HQ, mas acredito que seja mais “amarrado”.

Agora é esperar a segunda temporada, se os primeiros episódios não tiver sem nexo como a primeira eu não vou assistir o resto não
Paris Magno74
Paris Magno74

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Crítica da série
3,0
Enviada em 4 de maio de 2025
A série é muito fiel das Qhs, lembra bem os filmes dos anos 50 de ficção científica terror, muito bem escrita e dirigida toma o maior cuidados para não cair no besterol. Apesar o tema já está meio batido, a direção foca muito dramas pessoal dos personagens. Vale a pena assistir os efeitos especiais são bacana e bem envolvente .