O Eternauta
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Média
3,8
169 notas

101 Críticas do usuário

5
32 críticas
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21 críticas
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13 críticas
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20 críticas
1
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BrutusSauro Saturnino
BrutusSauro Saturnino

19 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,0
Enviada em 11 de dezembro de 2025
De tanto marking e comentarios positivos, fui assistir essa bagaça. Resultado, só assiti o primeiro episodio. Muita falação, pouca ação. Gente, essa serie é mediocre, nem fiquem falando que é boa. Se liguem.
victor rodrigues
victor rodrigues

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,0
Enviada em 11 de outubro de 2025
Se você é a típica pessoa que busca sentindo em todos os detalhes de uma série e filme, sinto dizer que essa série não é pra você. A série até tem boas atuações, mas os furos na narrativa vão além de quando você se questiona o pq de um personagem tomar as escolhas mais sem sentido. O início empolga, trata-se de um colapso global. spoiler: Começa a nevar do nada, esta neve contém algo de nocivo capaz de matar as pessoas, a energia acaba e só sistemas elétricos mais analógicos e antigos são capazes de funcionar. Não bastasse a neve, a trama agora conta com besouros gigantes que aparentemente foram os causadores dessa situação. Do nada a neve nociva e capaz de matar alguém para de cair do céu e agora as pessoas podem sair na rua tranquilamente (o pq isso mudou do nada? Sabe-se lá), mas um novo problema surge: pessoas podem ser infectadas e agirem como zumbis, favorecendo os besouros gigantes. Enfim, uma hora o problema é a neve, outra hora são os besouros e no fim são os seres humanos que viraram zumbis, tirando isso, muitas vezes os personagens expõem suas vidas a troco de nada, por motivos bestas.
Elisangela Elói
Elisangela Elói

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 18 de agosto de 2025
Gostei do roteiro, tem uma cadência boa de como a história vai tomando forma. Os efeitos me surpreendeu, as "joaninhas assustadoras" também. Me prendeu do começo ao fim, ansiosa pela próxima temporada.
Igor
Igor

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
1,0
Enviada em 16 de julho de 2025
Tinha tudo pra ser algo sensacional se não fosse até surgir os besouros rola carro, se tivessem focado no desafio do clima e no risco do restante da sociedade teria sido sensacional, mas começa a ter alienígena besouro, gente ficando louco sem explicação e sentindo nenhum, simplesmente muito ruim, sem lógica, sem explicação, diálogos fracos, personagens sem graça sem emoção, nenhum personagem te cativa pra você torcer por ele. Muitas pontas soltas, vários furos de roteiro, diversas coisas sem lógica sentido explicação, no final um exército de pessoas com mente controlada por besouros que não verdade são controlados por um ser humanoide cheio de dedos das mãos até os braços, simplesmente cômico se tão ridículo e sem sentido.
DIMEURE CAMURÇA NETO
DIMEURE CAMURÇA NETO

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 1 de julho de 2025
Agora achei muito bom. 1T.
Sem contar que você ver atores mas, urbanos. Sem o perfil americano de boniteza
Gabriela Santos
Gabriela Santos

18 seguidores 403 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 18 de junho de 2025
A série argentina inspirada numa HQ é interessante e bem original, com um roteiro de ficção-científica e ação que se atrela muito bem ao drama, resultado de uma boa dinâmica entre os personagens e bons efeitos especiais.
NerdCall
NerdCall

50 seguidores 425 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
3,5
Enviada em 9 de junho de 2025
A Netflix segue apostando alto em produções sul-americanas com O Eternauta, adaptação da HQ homônima escrita por Héctor Germán Oesterheld nos anos 1950 — uma das obras mais influentes dos quadrinhos latino-americanos. A série é um evento para a Argentina e um marco importante para a indústria audiovisual do continente, não apenas pelo peso simbólico da obra original, mas pelo envolvimento de figuras de destaque como o diretor Bruno Stagnaro (que dirige todos os episódios) e o ator Ricardo Darín, nome consagrado do cinema argentino. A produção dá continuidade a uma linha de projetos ambiciosos da plataforma na América do Sul — como a aguardada minissérie Senna — e se destaca como uma das adaptações mais ambiciosas da região, com alto investimento e um nível técnico raramente visto em produções locais.

A trama apresenta um cenário distópico em que uma nevasca mortal toma conta de Buenos Aires, matando quem entra em contato com os flocos aparentemente inofensivos. Em meio ao caos, um grupo de sobreviventes se une na tentativa de resistir ao colapso da civilização, enquanto tenta entender as causas do fenômeno e enfrenta ameaças ainda maiores — não apenas sobrenaturais, mas também humanas. O enredo é conduzido por Juan Salvo (interpretado por Darín), um homem comum que se vê no centro de uma catástrofe sem precedentes.

Para quem, como eu, não leu a HQ original, a série funciona como uma porta de entrada eficiente e visualmente arrebatadora para esse universo. A impressão inicial é de puro deslumbre técnico: os cenários são ao mesmo tempo opressivos e hipnóticos, evocando uma Buenos Aires apagada pelo branco da neve, mas viva em tensão. A produção utiliza 25 estúdios de virtual production com Unreal Engine, além de cenários físicos recriados com minúcia. E isso faz diferença. O espectador é imediatamente transportado para um ambiente que mistura realismo urbano com uma atmosfera de sonho febril. Para quem conhece Buenos Aires, ver locais reais tomados por uma névoa de morte cria um efeito de estranhamento fascinante. Você sente que está diante de um evento que poderia, de fato, ter acontecido. Essa sensação é rara — e valiosa.

A série acerta também no uso do som, no design de criaturas e nos efeitos visuais que não gritam artificialidade. Há uma preocupação genuína em criar um mundo coeso e funcional, mesmo diante de elementos fantásticos. Os momentos em que os personagens descobrem os efeitos da neve tóxica, por exemplo, são particularmente eficientes em gerar tensão e empatia. A direção de Stagnaro valoriza os silêncios e sabe construir tensão sem recorrer a clichês exagerados. A trilha sonora acompanha esse tom sombrio e melancólico, contribuindo para o sentimento de impotência e solidão.

Ainda assim, o maior trunfo de O Eternauta está na imersão que provoca. A série te prende não apenas pela ameaça externa (a neve, os monstros, os drones), mas pelo constante clima de desconfiança e tensão entre os próprios humanos. Ela explora temas clássicos do gênero distópico: a quebra da ordem social, a luta pela sobrevivência, o medo do outro, a dúvida entre colaborar ou se isolar. E, de maneira ainda mais pungente, questiona até onde vai a solidariedade em tempos de crise. Em um momento em que o mundo real experimentou uma pandemia global, essas reflexões não poderiam ser mais pertinentes.

No entanto, O Eternauta não está livre de falhas — e elas comprometem parte de seu potencial. A série, ao tentar expandir sua narrativa para apresentar um mundo completo, acaba se estendendo além do necessário e diluindo seu foco. A quantidade de personagens secundários que entram e saem da trama, muitas vezes sem o devido desenvolvimento, prejudica a clareza do arco principal. O espectador se vê perdido em meio a tantas faces e histórias paralelas que não necessariamente se conectam de forma satisfatória com a jornada central de Juan Salvo e seu grupo. Em vários momentos, o roteiro dá a impressão de estar “esticando” a narrativa, levando-a para as beiradas do universo distópico para logo depois retornar ao núcleo sem que nada realmente tenha mudado. Esse vai e vem prejudica o ritmo e cria a sensação de uma falsa progressão, como se estivéssemos rodando em círculos narrativos.

Essa estrutura quase cíclica, que se arrasta por boa parte dos episódios iniciais, pode afastar parte do público. O mistério é bem sustentado, mas demora demais a ser resolvido — e quando começa a ser, já nos episódios finais, nem todas as respostas chegam com o impacto esperado. Algumas decisões parecem mais preocupadas em criar espaço para uma segunda temporada do que em oferecer um encerramento minimamente satisfatório ao arco apresentado. Fica claro que há mais a ser contado, mas o equilíbrio entre manter o suspense e oferecer recompensas narrativas ao público não é bem administrado.

Outro ponto de crítica está nas cenas de ação, ou melhor, na escassez e pouca intensidade delas. Entende-se que, com protagonistas mais velhos, há uma limitação física natural que precisa ser respeitada — mas isso não justifica a ausência de sequências mais impactantes em uma obra que trabalha com o colapso da civilização e a invasão de entidades alienígenas. Quando essas cenas aparecem, são conduzidas de forma lenta, sem grande tensão ou impacto visual. É um contraste gritante com a excelência dos demais aspectos técnicos da série. Em vez de elevar o clímax, as cenas de ação acabam diminuindo o ritmo.

Apesar desses problemas, O Eternauta continua sendo uma vitória para o audiovisual argentino — e, por extensão, latino-americano. É simbólico ver uma série de ficção científica com tamanha qualidade técnica, produção ambiciosa e base cultural profunda sendo realizada fora do eixo tradicional Hollywood/Europa. A série honra o legado da HQ ao mesmo tempo em que apresenta esse universo a novos públicos, mantendo-se relevante e acessível para quem não conhece a obra original. E mesmo com seus deslizes, permanece intrigante do começo ao fim, sustentada por sua atmosfera carregada, por sua estética precisa e por um elenco que, ainda que desigual, é liderado com maestria por Darín.

No saldo final, O Eternauta impressiona mais pelo que representa do que necessariamente pelo que entrega em sua totalidade. É uma obra que merece ser vista, debatida e celebrada — principalmente pelo caminho que ajuda a pavimentar para as próximas grandes produções sul-americanas. Com ajustes no roteiro e um foco narrativo mais coeso, a segunda temporada pode transformar o que hoje é uma promessa visual arrebatadora em uma experiência narrativa realmente inesquecível.
Gabriel Silva
Gabriel Silva

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 9 de junho de 2025
Gostei do enredo e da produção. Uma série sem firulas e melodramas de séries típicas norte-americanas clichês. Muito pontual e realista.
Marcelo 20000 Km
Marcelo 20000 Km

1 seguidor 42 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 1 de junho de 2025
Boa série mas as joaninhas gigantes são de extremo mal gosto, qual a origem delas, o diretor deixa isso sem revelar.
Werley Neres
Werley Neres

2 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 31 de maio de 2025
Me prendeu, me deixou curioso. Espero que continue na qualidade e na próxima temporada não aconteça nada que me desanime.
Felipe Vale
Felipe Vale

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 31 de maio de 2025
Eu nunca comentei sobre séries ou filmes, mas este é necessário um comentário!
Que série HORRÍVEL, porcaria!
Primeiro que a Netflix diz ser uma minissérie que ao final deixa de ser por ter uma continuação.
Roteiro sem pé nem cabeça, o "cara" sai a procura da filha por 4 longos episódios, tendo como foco principal encontra-la e ai simplesmente do nada ela aparece, sem explicação alguma e você que engula isso. Entre outras loucuras, foi só tempo perdido !
Tony Pavan
Tony Pavan

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
1,0
Enviada em 30 de maio de 2025
Qualquer tensão que a série crie nos seus 3 primeiros episódios são jogados no lixo assim que as joaninhas/ alienígenas aparecem. Nem filme de comédia tem um design tão tosco. Eu e minha esposa rimos e desistimos de ver. Simplesmente patético
Lcps
Lcps

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 26 de maio de 2025
Finalizei a primeira temporada. A proposta é diferente e atraente. Achei tudo muito solto, não explicam a neve, por que a neve parou. O ator principal tem premonições. Sobre os rola-bostas ( chamo assim pois são besouro gigantes que arrastam tudo nos primeiros minutos que aparecem) também são poucas informações: ativos quando a luz vermelha desce do céu? Como respeitam e controlam os humanos?

Enfim, não conheço o HQ, mas acredito que seja mais “amarrado”.

Agora é esperar a segunda temporada, se os primeiros episódios não tiver sem nexo como a primeira eu não vou assistir o resto não
Daniel Graff
Daniel Graff

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 22 de maio de 2025
Assisti ao ep. 01, no momento dou nota 4, para hypa a nota, por se tratar de uma obra de nossa vizinha Argentina, e não desmerecer a produção local, em frente ás do hemisfério norte.
Gabriel
Gabriel

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 22 de maio de 2025
Depois do episodio 4, o roteirista abandonou a serie. Espero a segunda temporada para ver se vai salvar a série.