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Andriara Sc
1 crítica
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Crítica da série
0,5
Enviada em 7 de setembro de 2022
Maior perda de tempo, não vale a pena. Se quiser ver algo, não veja essa série. Chata, arrastada, personagens sem sentindo, e a personagem Suzanne (mãe) acaba abandonando a família para ficar com a "coitada" que fugiu da seita, que ódio dessa mulher.
Série de suspense/terror muito fraca, se tem 10 minutos de cenas tensas na série toda é muita coisa. Parece ser mais um drama adolescente do que algo de horror. Ao menos o roteiro conseguiu me segurar até o final. Bem fraca.
Uma série de sucesso em canal de streaming é O Diabo em Ohio, onde se conta a história de uma garota, Mae, que foge de uma seita aparentemente satânica. Ela tem marcada em suas costas uma figura sinistra, um pentagrama desenhado de ponta-cabeça, que aparentemente foi feito com um punhal. Na fuga a menina também tinha uma faca ou punhal nas mãos, após passar por um vasto milharal. Encontra refúgio junto a psiquiatra Suzanne, que lhe acaba adotando. Ainda encontra uma amiga em irmã, filha da psiquiatra, que lhe anima e alivia após a crise. Criada em uma seita desde pequena, a menina Mae tem lembranças e flashes sobre a vida controlada, estando amarrada, submissa e limitada pela formação dessa seita, na qual a mãe parece ser influente e assim com a confiança ilimitada da menina Mae. Ela teria sido escolhida para algo especial, dentro da seita. Baseada em fato real, mas com alterações, mostra uma grande semelhança de lavagem cerebral e escravidão psicológica, presente em seitas, mesmo as que se dizem cristãs.
As seitas sempre prometem mais felicidade, um mundo melhor, mas cobram o preço. Afastam da família, porque a religião seria “verdadeira”, bem como colocam um monte de regras, proibições, uma vida mais “santa”, namoro só após casamento e outros absurdos. Na série se mostra isso numa espécie de satanismo, mas a história real seria baseada na vida de um “cristão”, que teria assassinado sua família e condenado a pena de morte. Como muitos americanos ditos “cristãos”, em seitas diversas, esse caso se baseou nessa e outras histórias reais, com fim trágico. No caso real uma menina teria fugido e sido criada por uma psicóloga, semelhante ao que é contado na série. Existem ainda seitas políticas, como a QAnon nos EUA, bem como outros grupos como aqui se passaram, como o integralismo, na época de Getúlio. Até um livro fala do culto a Trump. Mais recentemente outras seitas políticas surgem, com donos da verdade, milenarismos, previsões do fim do país e mais fake news, próprios de pessoas envoltas em fanatismo e superstição.
O Diabo em Ohio faz pensar sobre tudo isso. Há relatos de pessoas traumatizadas após a vida em seitas, perdendo muito de suas vidas, pelo excesso de regras e controle. Longe da verdade, as pessoas se veem iludidas pela seita, que lhes tira tudo, dinheiro, liberdade, sendo um verdadeiro diabo. A aparência de um bem, de algo elevado, muitas vezes esconde algo sombrio, ou mesmo um líder abusador. O caso da menina da série mostra alguém que assume o mal, talvez como defesa. A série leva para a curiosidade.
Mariano Soltys, filósofo e advogado - autor do livro Filmes e Filosofia
Se tivesse feito um filme talvez fosse mais legal e muito menos cansativo. Episódios arrastados e com muita informação inútil. Dei 2 estrelas pela atuação da personagem Mae, que na minha visão foi fantástica.. Senão daria zero.
Série legal, dá pra passar o tempo, porém dava muita raiva a forma que os personagens tratavam a Mae, mesmo ela sendo meio estranha, ela tinha sido abusada e quase foi morta pela seita, faltou um pouco mais de empatia na parte deles, mas tudo isso teria sido evitado se logo no início a Suzanne tivesse deixado ela no lar adotivo.
Muito bom vale á pena assistir, terminei numa tarde de domingo. Instigante e emocionante. E torcendo que se estenda, pq o FINAL tá pedindo uma segunda temporada!
Sobre a minissérie "O Diabo em Ohio". DENÚNCIA: Não tem diabo. É incrível como uma personalidade narcisista existe em qualquer lugar, mesmo em cultos que a gente tende a achar que todos “pensam” de maneira parecida. Fiquei distraída na trama por causa da pequena diva que é fã de musicais e pede para as amigas cantarem The Schuyler Sisters com ela e vai pro Halloween fantasiada de Columbia de Rocky Horror Picture Show HWNTLWJRNFPWKFJR
Parece bem adolescente, não tem mistério, não assusta, é bem previsível em algumas partes, e o final quiseram fazer um plot twist mas foi mal feito, a história tem furos que não condizem com o final. Vai precisar continuar se quiserem fazer coerência pra o final que tentaram surpreender o público.
Eu gostei muito. Não se trata de um filme de suspense ou terror somente. É uma crítica à famílias abusivas. O assunto é forte e foi abordado de uma forma coerente. A Suzane se viu na Mae e tentou resgatar ela, pq ela mesmo não havia conseguido se curar das feridas da alma e traumas ocorridos devido à convivência com o padrasto. Achei muito bem amarrada a história. No inicio achei que a Mae era a "bandida"... depois já a vi como vítima, mas o final mostrou que ela é dissimulada. Mas ela faz isso para ter atenção e cuidados, coisa que não tinha na família original. Mas a minissérie tb mostra como que é ruim os profissionais se envolverem emocionalmente com seus casos profissionais. Pode afetar demais seu particular e criar feridas em todos ao redor.
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