Round 6
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4,2
1367 notas

24 Críticas do usuário

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51 críticas
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rafael pionti
rafael pionti

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 3 temporada
2,5
Enviada em 29 de junho de 2025
parece que tudo que a 1 e a 2 temporada tem de bom, nessa 3 temporada acabam com tudo, matam protagonistas no início, finalistas simplesmente INSUPORTÁVEIS, mortes totalmente sem sentido, a netflix conseguiu ferrar sua maior série, só pra puxar esse spin-off americano que ninguém pediu. A trama do policial insuportável, o líder, que decepção... esperava um embate dele com o protagonista, e no trailer parecia que ele ia ter o embate, mas só foi aquela conversa ridícula, parabéns por estragarem o final dessa série maravilhosa, única coisa boa são os jogos e as atuações que são incríveis, essa temporada foi a que mais prometeu, e a que mais decepcionou.
Luana Luciano
Luana Luciano

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 3 temporada
2,5
Enviada em 29 de junho de 2025
120,222,456 e entre outros não deveriam ter morrido  e pq colocaram uma bebê pra jogar?
spoiler:
Daniele Farias
Daniele Farias

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 3 temporada
2,0
Enviada em 30 de junho de 2025
Uma boa serie mas não acho justo o dono do jogo ter saído vivo fiquei muito triste o que ganhou o jogo anterior ter morrido a mãe da bebê ter morrido aquela velhinha ter morrido e aquele homem com cabelo de mulher que ajudou a mãe da bebê e a velhinha ter morrido fiquei muito triste chorei poxa tinha que ter um final feliz e pelo final o jogo continua aquela loira tá testando o cara lá poxa
Jackson A L
Jackson A L

13.612 seguidores 1.230 críticas Seguir usuário

Crítica da 3 temporada
2,0
Enviada em 15 de julho de 2025
Temporada muito abaixo.. tanto é que só terminei agora.. quase um mês depois. Parece que o roteiro foi escrito por outra pessoa de tão ruim que ficou. O policial não fez absolutamente nada, os VIP´s que coisa tosca e as cenas finais lamentáveis.
NerdCall
NerdCall

46 seguidores 408 críticas Seguir usuário

Crítica da 3 temporada
2,5
Enviada em 7 de julho de 2025
Quando Round 6 estreou em 2021, o impacto foi imediato. A série sul-coreana não apenas conquistou o mundo com seus jogos mortais e comentários sociais afiados, mas também apresentou personagens marcantes e uma direção ousada. Era uma história fechada, com um final agridoce, mas coerente, que deixava reflexões profundas sobre o sistema, a desigualdade e a moral humana. A decisão da Netflix de renovar a série para mais duas temporadas foi, para muitos, um sinal claro do desejo de capitalizar o sucesso estrondoso — mesmo que isso significasse comprometer a integridade da história original. Agora, com a terceira e última temporada lançada, essa suspeita se confirma. O que vemos é um encerramento apressado, desequilibrado e que entrega muito menos do que prometeu.

A redução para apenas seis episódios já levanta suspeitas. Em comparação com os nove da primeira temporada e os sete da segunda, a última leva de episódios parece mais um corte estratégico do que uma escolha criativa. E isso se reflete diretamente na narrativa. A terceira temporada tenta dar conta de três arcos centrais — todos derivados da segunda —, além de resolver subtramas e entregar um encerramento satisfatório para a jornada de Gi-Hun. Mas o que se vê é uma série correndo contra o tempo, comprimindo desenvolvimento emocional, matando personagens de forma apressada e criando soluções fáceis para questões complexas. O impacto é claro: o vínculo com os personagens, já fragilizado desde a temporada anterior, se desfaz quase por completo.

Um dos maiores problemas está na forma como Gi-Hun, protagonista da trama, é tratado. Após um final trágico na segunda temporada, esperava-se que ele tivesse seu momento de redenção ou pelo menos um protagonismo claro na reta final. No entanto, metade da temporada o mantém escanteado, dando espaço a coadjuvantes cujo tempo de tela parece mais uma urgência narrativa. Para piorar, a justificativa que move o retorno da trajetória de Gi-Hun — salvar uma criança recém-nascida durante os jogos — é forçada e beira o absurdo. O roteiro exige do espectador um acordo de descrença gigantesco, ao apresentar uma personagem que dá à luz em plena competição e, milagrosamente, vê o bebê sobreviver por dias, sem cuidados, comida ou qualquer explicação plausível. A cena é emocionalmente manipulativa e mal escrita, servindo apenas para catalisar a motivação de Gi-Hun, sem qualquer construção convincente até esse ponto.

As decisões narrativas parecem desenhadas mais para justificar a existência dessa terceira temporada do que para finalizar de maneira digna a história iniciada na primeira. A sensação é de que a Netflix interrompeu a segunda temporada propositalmente, dividindo-a em duas partes para prolongar o engajamento do público. O resultado é que todo o ritmo da série sofre, com uma quebra brusca entre as temporadas e uma falta de fluidez nas tramas. O que era para ser o clímax emocional e dramático se transforma em uma maratona apressada de conclusões mal elaboradas.

Nem mesmo os jogos, que sempre foram o grande atrativo da série, funcionam com o mesmo impacto. A escolha por brincadeiras infantis como esconde-esconde e pular corda poderia ter gerado tensão e desconforto, como foi tão bem feito na primeira temporada. Porém, as execuções são mornas, previsíveis e sem o mesmo nível de criatividade visual ou carga simbólica. O último jogo, em especial, sofre com efeitos visuais toscos, que destoam completamente do cuidado estético demonstrado anteriormente. O CGI de baixa qualidade compromete não só a imersão, mas a própria credibilidade da produção — uma falha difícil de justificar, especialmente considerando o orçamento que a Netflix costuma reservar para suas grandes séries.

No fim, a última temporada de Round 6 até tenta entregar respostas, concluir arcos e amarrar pontas soltas. Existe uma mensagem final, que tenta resgatar o espírito crítico e humano da primeira temporada, mas ela chega tarde demais, sufocada por um roteiro que corre, tropeça e não convence. A série se encerra deixando a impressão de que seu maior erro foi não saber quando parar. A primeira temporada era, por si só, um comentário completo, envolvente e impactante. Estender a história apenas diluiu o seu poder, e o que deveria ser um clímax emocionante tornou-se um epílogo cansado.

Para piorar, os últimos minutos ainda se preocupam em preparar terreno para a já anunciada versão americana da série, sob a supervisão de David Fincher. É o golpe final: uma prova clara de que, para a Netflix, Round 6 deixou de ser uma história para se tornar uma marca. E isso, mais do que qualquer outra falha técnica ou narrativa, é o que mais amarga o adeus.
Igor C.
Igor C.

13 seguidores 378 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
2,5
Enviada em 29 de dezembro de 2024
Essa temporada é, sem dúvida, mais do mesmo. O que poderia ter sido uma resolução interessante para uma trama que já não precisava de continuação acabou se transformando em uma grande novela dramática, com pouca evolução e um ritmo arrastado. Parece que o foco foi mais no retorno financeiro do que em oferecer uma história sólida e necessária.

Apesar de ser cansativa e repetitiva, a temporada conseguiu gerar uma certa curiosidade sobre o desfecho, o que mantém algum interesse na continuidade. No entanto, é evidente que a história já está se estendendo além do necessário. Espero que a terceira temporada seja a última e consiga fechar o ciclo de forma digna.
Diego M
Diego M

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Crítica da 3 temporada
2,0
Enviada em 30 de junho de 2025
Pelo tempo da primeira pra segunda/ terceira temporada, o roteiro foi muito fraco, em muitos momentos, arrastado, com personagens sem carisma algum e jogos com pouca criatividade
Marli Terezinha De Andrade Braga
Marli Terezinha De Andrade Braga

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Crítica da 3 temporada
2,5
Enviada em 30 de junho de 2025
Eu gostei, mas achei muito triste só sobrar o bebê da 222, achei muito legal os jogos, mais acho q o final poderia ser melhor.
pwach
pwach

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 3 temporada
2,0
Enviada em 30 de junho de 2025
O final de Round 6 foi mais uma propaganda para a versão americana do que um roteiro que se importa com o desenvolvimento da história e dos personagens. Simplesmente poderiam ter passado a mensagem que queriam com um final decente e bem feito, ao invés de jogar as pontas soltas em 2 personagens que não foram desenvolvidos direito e fazer propaganda pra versão americana, porque os EUA não podem ver algo estrangeiro fazendo sucesso e precisam ter o deles também.
Sobre os 2 personagens, estou falando do Junho e do Inho, o policial e o frontman, que são irmãos e que nem sequer tiveram um diálogo (o Junho gritando e sendo ignorado não é um diálogo e muito menos um desenvolvimento, desculpa). Porque no fim, o personagem do policial foi só um inútil que deveria ter morrido no final da 1° temporada e que não precisava ter tempo de tela se não levava à NADA. Ele ficar com o bebê e o dinheiro? Me poupe, foi ridículo. Matar o protagonista já passava a mensagem que queriam passar, e se fosse pra desenvolver personagem, que fizesse melhor. Fizeram descaso com uma série boa que não precisava passar da 1° temporada.
Beatriz Paiva
Beatriz Paiva

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 3 temporada
2,5
Enviada em 1 de julho de 2025
Não gostei, assim..tem gente que fala "o protagonista nunca morre" O GI HUN FOI A LENDA??? Ele foi a esperança da terceira temporada.
Flenix
Flenix

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 3 temporada
2,0
Enviada em 1 de julho de 2025
Essa temporada ficou o Dorama forçado, teve muito trama policial. Eles mataram os melhores é deixaram os piores! Os jogos foram muito simples no teve muito violência e nem coisa brutal como todos nós querermos, principalmente o jogo do pula cordas, eu esperei mais desse jogo ele era muito fácil até minha vó de 100 anos passaria numa boas mais falando sérios agr, mudou muito deste da última temporada o frontman quase não apareceu, os vips teve uma conserva muita fraca. Pra mim poderia ter Cido mais, muito fraca essa tempo!
Arthur
Arthur

23 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
2,0
Enviada em 29 de dezembro de 2024
A segunda temporada de Round six chega com uma grande missão. Tentar não ferir o que a primeira temporada havia conquistado com os fans, e ela falha miseravelmente.

A primeira coisa que pude perceber foi o uso exagerado do humor. Não que a primeira temporada não utilizasse disso, mas é inavegável o uso mais coerente. As novas versões editadas das musicas da segunda temporada são muito inferiores da primeira.

A segunda temporada foge da premissa inicial da serie. Aquilo que era uma sátira ao capitalismo e com uma leve conscientização da vida humana, agora se torna apenas uma serie sobre jogos. acredito que a direção não consegue conversar muito bem com as tramas dos personagens. O protagonista tenta de maneira quase ridícula guiar aquelas pessoas ao decorrer dos jogos, ele surge ali como uma voz da razão, mas quando nem a direção o leva a serio, ele acaba sendo jogado para escanteio.

A segunda temporada de Round six é ruim e muitos aspectos e erra vários pontos que a primeira havia estabelecido. Como o drama que aqui é substituído pelo humor, coisa que atrapalha a ideia inicial da serie.
Guilherme
Guilherme

2 seguidores 8 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
2,5
Enviada em 20 de setembro de 2021
A série te prende para um caramba, mesmo com os joguinhos sem graça que eles tentam compensar com bastante sangue e mortes, porém o final deixa totalmente a desejar, com um/uma vencedor/vencedora, QUE NÃO SABE VENCER e com um final totalmente inacabado, parece que foi feito às pressas. Espero que a segunda temporada seja melhor.
Cristian Fernandes
Cristian Fernandes

15 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 3 de outubro de 2021
Sério a pessoas estão perdendo a inteligência, série bem meia boca, quase infantil, personagens mal construídos, cheio de furos, totalmente mal construída sem pé nem cabeça,
um furor do público como fosse uma
Sério genial! Fraco demais!
Dudaa
Dudaa

2 seguidores 13 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 3 de outubro de 2021
não é tudo isso eu achei bem mediana, tem um enredo envolvente até a metade mais o menos, mas disso para o final acaba ficando muito monótona e cansativa.