Round 6
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Média
4,2
1387 notas

223 Críticas do usuário

5
53 críticas
4
32 críticas
3
30 críticas
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24 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.279 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 12 de maio de 2023
1° temporada de muita qualidade, onde os asiáticos mostram a força da sétima arte com grandes projetos e boas performances de seu atores. Aqui vale muito a experiência.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.242 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 5 de outubro de 2021
São diversos abusos em cena. Algumas muito risíveis. Talvez seja mesmo o propósito, deixar a série "mais leve". Mas o mais importante são os ensinamentos e reflexões trazidos para Round 6, que aliás, são muitas lições que podem ser aplicadas em muitas áreas de nossas vidas. A série tá aí, assiste e aprende quem quer kkk
Jackson A L
Jackson A L

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Crítica da 2 temporada
3,5
Enviada em 3 de janeiro de 2025
Acredito que manteve o nível da primeira temporada, com muitos absurdos, final decepcionante também, assim como a primeira temporada, mas ainda assim, é uma série viciante para assistir.

spoiler: Protagonista deve ser bipolar, pois ele quer destruir o jogo sacrificando seus aliados para pegar as armas, porém, pouco tempo antes ele rejeita uma luta contra o grupo oponente para poupar as vidas.
Jackson A L
Jackson A L

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Crítica da 3 temporada
2,0
Enviada em 15 de julho de 2025
Temporada muito abaixo.. tanto é que só terminei agora.. quase um mês depois. Parece que o roteiro foi escrito por outra pessoa de tão ruim que ficou. O policial não fez absolutamente nada, os VIP´s que coisa tosca e as cenas finais lamentáveis.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 13 de outubro de 2021
Um bando de pobres jogam jogos mortais por um prêmio em dinheiro que mudará suas vidas. Tensa, pesada, icônica, hype tremendo. Adorei demais, drama e gore na medida certa. Quero mais, se tiver. Como já dizia Molejo, "Brincadeira de criança, como é bom, como é bom".
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 22 de agosto de 2025
"Série coreana muito interessante, com uma narrativa que te prende até final! Porém, para alguns, a série é extremamente pesada, mostrando o limite do homem para salvar sua vida e ganhar riquezas".
Ryan
Ryan

474 seguidores 337 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 29 de setembro de 2021
É uma série que prende do começo ao fim, é angustiante e segue um roteiro pouco previsível e ao mesmo tempo entrega algo que o espectador já espera e não causa tanta frustação. É diferente de tudo que já assisti, apesar de alguns pontos serem muito cena de novela da tarde é uma série muito boa!
anônimo
Um visitante
Crítica da série
4,5
Enviada em 21 de maio de 2022
Série muito boa. História bem intrigante, misteriosa e pouco previsível, além de uma mensagem muito forte e atuações excelentes. Não vai agradar todo mundo, mas para quem gosta do gênero certamente vale muito a pena assistir Round 6
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 564 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 15 de outubro de 2021
Minha opinião: Nesta série a Netflix acerta. Bem que em várias séries #koreanas tem se dado bem com a Netflix. Produzindo bons produtos, seja #filme ou #séire E neste eletrizante série, conseguiram criar nos primeiros capítulos todo um contexto para dar logica e sequência para a produção. Parabéns ao roteiro bem elaborado. O papel de Jung sendo bem dramatizado, do cara azarão na vida. Outro papel bem feito e do 001, quem iria imaginar de quem ele seria. Kim Joo outra atriz que trabalhou impecável em seu papel de louca. E do amigo traira Park que também teve uma boa atuação. Uma seleção impecável nos atores e seus papeis caíram como uma luva. E suas interpretações. Sem esquecer do mal caráter de Heo. Só com está base a serie estava em bom caminho. A idéia de fazer um jogo com perdedores na vida não é a primeira vez, já tivemos #13ojogador #jasonstatham souberam criar algo novo e com jogos nada cabulosos ou que tenha cortar a perna ou as mãos. Não com brincadeiras infantis e simples, #cabodeguerra #batatinha123 #bolinhadegude e do simples souberam fazer bem. Parabéns. E falta as produções fora da caixa.
Roteiro: parabéns, muito bem elaborado
Vale apena assistir? SIM
Nota: 10
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

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Crítica da 3 temporada
4,0
Enviada em 1 de julho de 2025
Kdorama: ROUND 6 3ª PARTE @squidgamenetflix @round6br Assistido: 28/6/25
Elenco: @from_jjlee @byunghun0712 @lavieenbluu @yim_siwang @boxabum @@wi_wi_wi @heosungtae @kanghaneul_official
Modelo: #suspense #games
Duração: 6 episódios Ano: 2025
Minha opinião: Vai ter spoiler: 95% morrem. E as mortes cortam o coração, pois o diretor conseguiu colocar emoção de forma inteligente para cada personagem. E leva esta emoção até o final. No final temos Gi-hun (Lee) e o bebê, somente 1 pode sobreviver e ficar com todo dinheiro. É claro que Gi-hun cai para a morte e assim acaba o ciclo de Round 6. Mas a morte dele, nos deixa um vazio, tipo queria que ele vivesse. E com este final, não aparece os verdadeiros idealizadores dos jogos, algo que imaginávamos que seria decifrado. In-ho (Byung-hu) o líder dos games Coreia vive e seu irmão Junj-ho (Wi) também e fica com a bebê, ja que os seus pais morreram nos games e com todo dinheiro. E a parte de gi-hun seus pertences e o dinheiro que tinha fica com sua filha. E termina a série com uma nova linha Round 6 EUA. Que deve ser uma nova série.
Vale apena assistir? Sim. Esta 3ª parte fecha o ciclo e mostrando que a ganância do ser humano é uma verdadeira doença, que de repente não pode ser vencida. Mas isso não se generaliza, pois também foi mostrado que existe humanidade, mas que é uma minoria. E que não podemos perder a fé no ser humano.
Nota: 8 se Gi-hun vivesse seria 8,5
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 564 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 1 de julho de 2025
Minha opinião: Nesta série a Netflix acerta. Bem que em várias séries #koreanas tem se dado bem com a Netflix. Produzindo bons produtos, seja #filme ou #séire E neste eletrizante série, conseguiram criar nos primeiros capítulos todo um contexto para dar logica e sequência para a produção. Parabéns ao roteiro bem elaborado. O papel de Jung sendo bem dramatizado, do cara azarão na vida. Outro papel bem feito e do 001, quem iria imaginar de quem ele seria. Kim Joo outra atriz que trabalhou impecável em seu papel de louca. E do amigo traira Park que também teve uma boa atuação. Uma seleção impecável nos atores e seus papeis caíram como uma luva. E suas interpretações. Sem esquecer do mal caráter de Heo. Só com está base a serie estava em bom caminho. A idéia de fazer um jogo com perdedores na vida não é a primeira vez, já tivemos #13ojogador #jasonstatham souberam criar algo novo e com jogos nada cabulosos ou que tenha cortar a perna ou as mãos. Não com brincadeiras infantis e simples, #cabodeguerra #batatinha123 #bolinhadegude e do simples souberam fazer bem. Parabéns. E falta as produções fora da caixa.
Roteiro: parabéns, muito bem elaborado
Vale apena assistir? SIM
Nota: 10
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 12 de novembro de 2021
Essa série mostra que as pessoas quando colocadas a prova, fazem coisas inacreditáveis, seja pelos seus interesses ou por instinto de sobrevivência.
Simplesmente genial.
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 455 críticas Seguir usuário

Crítica da 3 temporada
2,5
Enviada em 7 de julho de 2025
Quando Round 6 estreou em 2021, o impacto foi imediato. A série sul-coreana não apenas conquistou o mundo com seus jogos mortais e comentários sociais afiados, mas também apresentou personagens marcantes e uma direção ousada. Era uma história fechada, com um final agridoce, mas coerente, que deixava reflexões profundas sobre o sistema, a desigualdade e a moral humana. A decisão da Netflix de renovar a série para mais duas temporadas foi, para muitos, um sinal claro do desejo de capitalizar o sucesso estrondoso — mesmo que isso significasse comprometer a integridade da história original. Agora, com a terceira e última temporada lançada, essa suspeita se confirma. O que vemos é um encerramento apressado, desequilibrado e que entrega muito menos do que prometeu.

A redução para apenas seis episódios já levanta suspeitas. Em comparação com os nove da primeira temporada e os sete da segunda, a última leva de episódios parece mais um corte estratégico do que uma escolha criativa. E isso se reflete diretamente na narrativa. A terceira temporada tenta dar conta de três arcos centrais — todos derivados da segunda —, além de resolver subtramas e entregar um encerramento satisfatório para a jornada de Gi-Hun. Mas o que se vê é uma série correndo contra o tempo, comprimindo desenvolvimento emocional, matando personagens de forma apressada e criando soluções fáceis para questões complexas. O impacto é claro: o vínculo com os personagens, já fragilizado desde a temporada anterior, se desfaz quase por completo.

Um dos maiores problemas está na forma como Gi-Hun, protagonista da trama, é tratado. Após um final trágico na segunda temporada, esperava-se que ele tivesse seu momento de redenção ou pelo menos um protagonismo claro na reta final. No entanto, metade da temporada o mantém escanteado, dando espaço a coadjuvantes cujo tempo de tela parece mais uma urgência narrativa. Para piorar, a justificativa que move o retorno da trajetória de Gi-Hun — salvar uma criança recém-nascida durante os jogos — é forçada e beira o absurdo. O roteiro exige do espectador um acordo de descrença gigantesco, ao apresentar uma personagem que dá à luz em plena competição e, milagrosamente, vê o bebê sobreviver por dias, sem cuidados, comida ou qualquer explicação plausível. A cena é emocionalmente manipulativa e mal escrita, servindo apenas para catalisar a motivação de Gi-Hun, sem qualquer construção convincente até esse ponto.

As decisões narrativas parecem desenhadas mais para justificar a existência dessa terceira temporada do que para finalizar de maneira digna a história iniciada na primeira. A sensação é de que a Netflix interrompeu a segunda temporada propositalmente, dividindo-a em duas partes para prolongar o engajamento do público. O resultado é que todo o ritmo da série sofre, com uma quebra brusca entre as temporadas e uma falta de fluidez nas tramas. O que era para ser o clímax emocional e dramático se transforma em uma maratona apressada de conclusões mal elaboradas.

Nem mesmo os jogos, que sempre foram o grande atrativo da série, funcionam com o mesmo impacto. A escolha por brincadeiras infantis como esconde-esconde e pular corda poderia ter gerado tensão e desconforto, como foi tão bem feito na primeira temporada. Porém, as execuções são mornas, previsíveis e sem o mesmo nível de criatividade visual ou carga simbólica. O último jogo, em especial, sofre com efeitos visuais toscos, que destoam completamente do cuidado estético demonstrado anteriormente. O CGI de baixa qualidade compromete não só a imersão, mas a própria credibilidade da produção — uma falha difícil de justificar, especialmente considerando o orçamento que a Netflix costuma reservar para suas grandes séries.

No fim, a última temporada de Round 6 até tenta entregar respostas, concluir arcos e amarrar pontas soltas. Existe uma mensagem final, que tenta resgatar o espírito crítico e humano da primeira temporada, mas ela chega tarde demais, sufocada por um roteiro que corre, tropeça e não convence. A série se encerra deixando a impressão de que seu maior erro foi não saber quando parar. A primeira temporada era, por si só, um comentário completo, envolvente e impactante. Estender a história apenas diluiu o seu poder, e o que deveria ser um clímax emocionante tornou-se um epílogo cansado.

Para piorar, os últimos minutos ainda se preocupam em preparar terreno para a já anunciada versão americana da série, sob a supervisão de David Fincher. É o golpe final: uma prova clara de que, para a Netflix, Round 6 deixou de ser uma história para se tornar uma marca. E isso, mais do que qualquer outra falha técnica ou narrativa, é o que mais amarga o adeus.
CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

20 seguidores 186 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 22 de dezembro de 2024
difícil alguma série me prender como Round 6, uma série que mostra o que algumas pessoas são capazes de fazer por dinheiro, fascinante, chocante e perturbador ao mesmo tempo, e um pingo de tristeza no episódio 6, é de roer as unhas, uma obra prima.
ReneAndroid.apk
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16 seguidores 170 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 13 de outubro de 2021
É um mistura de jogos mortais com o Albergue. Não achei um grandiosa séreie, mas uma regular. da pra assisitir, no entando, não recomendo.