Entrevista com o Vampiro
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Média
4,0
117 notas

66 Críticas do usuário

5
36 críticas
4
17 críticas
3
1 crítica
2
3 críticas
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Otávio
Otávio

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 19 de julho de 2026
A série é ótima, podem assistir sem medo de ser feliz, os atores são excelentes e a produção é incrível e os cenários e figurinos também
Vinicius
Vinicius

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 19 de julho de 2026
Uma das melhores séries de todos os tempos, é excelente em varivariovariosavarivariovariosaspectos possíveis
Sarah
Sarah

5 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 19 de julho de 2026
A série é incrível demais, muito boa em vários aspectos possíveis, podem assistir sem medo, é magistral
Vitor
Vitor

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 19 de julho de 2026
Uma série excelente e acima da média em todos os aspectos possíveis, muito boa mesmo de verdade recomendo demais
Gustavo
Gustavo

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 20 de julho de 2026
Umaa ddas melhorar séries que eu já assisti, recomendo demais insicinsico mumuitoassistirem essessamaravilha
Matheus Santos
Matheus Santos

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 26 de julho de 2026
A série Entrevista com o Vampiro é o verdadeiro pilar do chamado Universo Imortal de Anne Rice, superando produções correlatas ao transformar um universo literário por vezes irregular em uma obra-prima superando os livros, principalmente se tratando da última temporada adaptada (3° temporada) de qual o livro por sua vez consegue ser entediante. Ao audaciosamente atualizar o contexto de Louis de Pointe du Lac para o início do século XX e trazer para o centro da trama as dinâmicas raciais, de poder e o romance com Lestat de Lioncourt, a adaptação elevou o material de origem a um novo patamar de complexidade psicológica, e de uma forma brilhante consegue fazer lembrar do filme do século passado de forma tão presente e forte, coisas que obras do mesmo tipo não consegue fazer, fazendo os telespectadores ficarem receosos, mas isso não acontece mais com essa série.
A narrativa evolui de forma brilhante ao longo das temporadas, utilizando o recurso do narrador não confiável para questionar a própria natureza da memória e da verdade. A primeira temporada estabelece um drama familiar claustrofóbico e tenso em New Orleans; a segunda expande esse universo para a Europa do pós-guerra, aprofundando o trauma, a manipulação de Armand e a tragédia de Claudia no Théâtre des Vampires; enquanto a terceira temporada promove uma audaciosa virada estética para o glam rock, permitindo que Lestat tome o microfone para contar sua própria versão da história através do espetáculo.
A série é o elemento que faz todo o universo compartilhado valer a pena porque recusa a nostalgia vazia e foca no que há de mais humano no mito do vampiro: a dor do tempo, o amor tóxico e a busca constante pela arte como refúgio existencial. É ela que faz ter a vontade de assistir todas as outras séries do universo.