Péssimo! Principalmente pela ensandecida interpretação da Jamie Lee Curtis. Com uma superexposição de um personagem de importância terciária nos livros, ela incutiu uma imagem na minha cabeça que não sai. Comecei a ler Caos, livro da Cornwell (edição espanhola) onde a Scarpetta vai encontrar a praga da irmã. Por culpa da imbecil da Jamie, passei a odiar tanto a personagem que não sei se conseguirei ir até o final. Mesmo porque parece que é neste livro que começa sua transa nojenta com o grosseirão Marino. Impressionante como um autor pode perder o respeito do leitor ao permitir que se estrague uma obra ao fazer um seriado que não passa de lixo.
Bem... É uma série que tem tudo... Pauta woke, exageros estrambólicos, maluquice com IA, viagem na maionese, saltos temporais desnecessários e confusos, falta de foco na história central... Eu mesmo já nem sabia do que se tratava. Nunca vi um legista ter tanto protagonismo em liderança de investigações e ser tão exigido! Acaba se tornando cansativa, repetitiva com as discussões infantis do núcleo central, idas e voltas e ladainhas... Perda de tempo.
Ótima série policial para quem gosta da construção da história episódio por episódio. O único senão é a atuação de Jamie Lee Curtis que perdeu noção do ridículo numa interpretação pífia e desprezível.
Como uma obra literária deve ser muito bom, ja que a narrativa é totalmente voltada à romances policiais, porém, como série não convence. Personagens irritantes, disfunções sem o menor sentido ou nexo, mistério sobre coisas desnecessárias que fogem do contexto da trama. A série tinha tudo para ser ótima. A história central é bacana e os primeiros episódios te prendem, mas não evolui. Triste ver atores tão bons sendo tão mal dirigidos...
Há séries que começam prometendo um bom suspense e terminam deixando no espectador apenas uma sensação de cansaço. Scarpetta parece trilhar exatamente esse caminho.
Inspirada na obra da escritora Patricia Cornwell, a série até ensaia um início interessante. O universo da medicina legal, os crimes complexos e a atmosfera investigativa sugerem um thriller digno de atenção. Mas, à medida que os episódios avançam, a narrativa parece gradualmente deslocar seu foco da construção dramática para algo mais próximo de uma vitrine de posicionamentos contemporâneos.
Nada contra diversidade ou novas abordagens de personagens — pelo contrário, boas histórias sempre souberam incorporar diferentes perspectivas. O problema surge quando essas escolhas deixam de ser orgânicas e passam a funcionar como sinais excessivamente evidentes. A protagonista, por exemplo, aparece em diversas cenas com figurinos que parecem deliberadamente pensados para neutralizar qualquer traço de feminilidade tradicional — gravatas incluídas. Não há problema algum nisso, exceto pelo fato de que a insistência acaba chamando mais atenção para o símbolo do que para a personagem.
Ao mesmo tempo, muitos personagens masculinos são retratados de forma curiosamente frágil ou deslocada, enquanto as figuras femininas assumem quase sempre o papel de eixo narrativo e moral da história. Em teoria, poderia ser uma tentativa de equilíbrio; na prática, o resultado às vezes soa menos como complexidade dramática e mais como uma inversão um pouco simplista de estereótipos.
Há também um relacionamento homossexual na trama. A presença de personagens LGBTQ+ em narrativas contemporâneas é absolutamente natural e frequentemente enriquecedora. O ponto aqui é outro: a relação praticamente não interfere no desenvolvimento da história. A cena do casamento, por exemplo, surge como um momento isolado, sem impacto real sobre a investigação ou os acontecimentos centrais. Fica a impressão de que poderia desaparecer da série sem alterar absolutamente nada.
Entre as escolhas narrativas mais curiosas está a história de uma viúva que conversa com um avatar da falecida por meio de inteligência artificial. Em teoria, a ideia poderia explorar temas interessantes sobre memória, luto ou tecnologia. Na prática, a execução é tão estranha que beira o involuntariamente cômico.
Outro problema é a constante alternância entre passado e presente. Saltos temporais podem enriquecer um thriller, mas aqui parecem mais confundir do que aprofundar a trama. O espectador frequentemente se vê tentando reorganizar mentalmente os acontecimentos, em vez de mergulhar no suspense.
As interpretações também não ajudam muito. Muitos personagens parecem estranhamente mecânicos, como se os diálogos tivessem sido escritos mais para sustentar determinados discursos do que para revelar emoções ou conflitos reais.
E há ainda a irmã da protagonista — uma personagem que parece existir para testar a resistência do público. Exagerada, afetada, barulhenta e constantemente impertinente, ela interrompe o ritmo da narrativa com uma frequência que rapidamente se torna cansativa.
No final, Scarpetta deixa a impressão de uma obra que poderia ter sido um thriller forense envolvente, mas que se perde em escolhas narrativas dispersas e em uma certa obsessão por sinalizar temas contemporâneos em detrimento da própria história.
Talvez por isso seja inevitável lembrar de filmes como The Silence of the Lambs. Ali, cada cena existia para fortalecer a tensão dramática e o desenvolvimento psicológico dos personagens. Não havia necessidade de sublinhar mensagens — elas emergiam naturalmente da própria narrativa.
Em comparação, Scarpetta parece falar muito sobre o que quer representar, mas acaba dizendo pouco sobre o que realmente deveria importar: contar uma boa história.
A série começou muito bem, porém a desavença entre a médica legista e sua irmã está insuportável, muita gritaria, baixaria. Deixei de assistir. É uma pena!!!
Ótimos atores,mas parece que cada um fazia um monólogo consigo mesmo,não tinha química nenhuma entre atriz Jamie Lee Jones deixou as cenas exaustivas com seus gritos,os pulos no tempo eram confusos.
Narrativa quebrada, personagens enfadonhas e um vai e vem que mais confunde só que traz a tona a moral do suspense. Jamie Lee Curtis como a irmã chata, sem nenhum objetivo na trama ao não ser irritar. O "Mentalista" Simon Baker chato e mal caráter. Nicole Kidman, sempre com a mesma cara de: meu Deus, como o mundo sempre quer me derrubar". Ah não, não deu!
Comecei a assistir e estava indo td muito bem; até a Doroty( atriz James Lee Curtir) que por sinal é uma excelente atriz! Começar a gritar brigar e não parar mais臘♀️na minha opinião a serie tem td pra dar certo por conta do Elenco ser ! Mas se essa Doroty for sempre assim( barraqueira o tempo todo) vai ser difícil de acompanhar) problemas familiares é uma coisa, agora uma pessoa brigando e gritando o tempo inteiro é uma total derrota路♀️Tomara que eles percebam esse erro e coloquem um pouco de senso no personagem para não ficar cansativo e estragar com a atriz e a série tbm! Como disse: tem td para dar certospoiler:
A Scarpetta jovem, é a dos livros. Mas quando vem para a atualidade com a Nicole Kidman e a Jamie lee Curtis, é um exagero. Muito comportamento histérico com que faz os outros personagens serem apagados. Não existe química entre eles.
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