Uma obra prima que deve servir de referência para muitas animações que vão vim nos anos a seguir. A história pode ser muitas das vezes apressada sem um tipo de polimento nos conceitos que foram apresentados, spoiler: principalmente nessa temporada como a rosa negra e a briga dos barões da química depois da morte do silco, que foi totalmente ignorada depois do 1 ato de arcane
spoiler: Ótima animação! mas pecou muito na segunda temporada. Romance da Val e Kate muito mal desenvolvido, extremamente razo, de uma cena pra outra as duas já estão se amando, mata a personagem mais bem trabalhada da história que é a Jinx e dá preferência em manter a personagem da irmã mais velha que convenhamos que é a mais “sem sal”
Há também um pouco de confusão com a parte científica do enredo de como a hextech chegou naquele nível.
Vamos lá, vi Arcane e ela conseguiu me DECEPCIONAR DE VERDADE. Do primeiro episódio até o terceiro estava bom, com o passar da primeira temporada, eu não entendi exatamente nada! O roteiro é confuso e acelerado demais, você não pega o ritmo e quando consegue, a série já inventou umas mil coisas que nem sentido faz. A animação em si é boa, ela é bonita e detelhada.A Jinx... não gosto muito dela, tipo, sei que ela perdeu seus pais, seus amigos e sua irmã e isso é triste! Ela se traumatizou, mas sei lá... ela ama ver o sofrimento das pessoas, quando vemos ela adulta, ela fica aterrorizando geral e nem liga para nada! O Ekko nem assim foi! Pelo amor de Deus! Eu não gosto da Jinx! Amava Powder mas ela n dá! Essa cena de s#x0 que a Netflix colocou! Meu deus, enquanto Caitylin e Vi se pegavam, Jinx iria se matar, depois Caitylin trata a Vi como uma cachorra e deixa ela para lá, Vi foi um brinquedo para ela! Eu achei EXAGERADA essa cena... mas fazer o que é a vida. Essa é minha opnião sobre a série que todo mundo AMA, mas eu ODEIO e ninguém vai me provar o ao contrário
Belo e emocionante. A Riot Games entrega tudo e mais um pouco do que os fãs pediam a anos. Arcane é uma obra-prima moderna!
Fica claro o objetivo da série em ser algo maior do que apenas um agrado aos jogadores de League of Legends, para conseguir conquistar um novo publico e expandir o alcança de sua mídia. Então não, não há a necessidade alguma de ter algum conhecimento prévio para aproveitar o show, tudo é muito bem introduzido quanto ao universo e personagens.
Com uma história intrigante e emocionante do começo ao fim. A decisão de Piltover e Zaun como regiões para esta primeira produção é bem interessante pela aproximação a nossa realidade social, de cidades com grandes contrastes entre ricos e pobres. Trazendo assim uma trama muito envolvente entre os personagens, pelo que lutam e almejam, sempre com esse aspecto de como os acontecimentos de um dos lados influencia o outro.
A qualidade de produção é impecável! A escolha artística de usar texturas pinceladas para a animação traz um toque muito agradável de se assistir. E juntamente com uma vasta quantidade de trilhas sonoras originais incríveis que já estávamos acostumados vindo da Riot.
Arcane se não for a melhor, está entre uma das melhores animações que já na vida!
Gostaria de deixar aqui os meus parabéns aos criadores dessa série. Eu admito que eu nunca joguei League Of Legends, contudo essa série foi criada para agradar a ambos os públicos, leigos ou não, com uma animação impecável, trilha sonora impactante, história coesa e fluida. Simplesmente, incrível. Recomendo de verdade.
Série impecavél, a qualidade de produção e a arte estão absurdos, sou jogador de LOL a 10 anos então acredito que terei uma imersão muito maior, mas o interessante é que todos podem desfrutar mesmo sem conhecer nada do jogo.
Pra quem reclama de clichê eu gosto, o que realmente me incomoda nessa série são os hiatos absurdos, chega a ser um desrespeito. Mas se você não ligar e ter uma história picada e com furos, é uma excelente série.
A narrativa fascinante desta série se desenrola em torno do universo do jogo League of Legends, apresentando a dinâmica de uma cidade dividida em duas partes: Piltover, uma área rica que valoriza o desenvolvimento tecnológico, e Zaun, uma espécie de periferia afetada pela pobreza, desigualdade e atividades ilícitas. Apesar de a trama em si parecer clichê, a série surpreende o espectador com novos elementos e personagens bem construídos, além de impressionar com os efeitos visuais e animação. Também e importante dizer que a série foi construída é para ser apreciada por qualquer pessoa, independentemente do conhecimento prévio sobre a história original do jogo.
Nesse sentido, a série se destaca ao apresentar uma trama fantástica que levanta questões e reflexões importantes sobre o atrito político e social entre as cidades gêmeas, onde a população de Zaun é obrigada a lutar diariamente pela sobrevivência, enquanto suas necessidades são ignoradas por Piltover. Dado isso, é obvio o grande conflito que irá existir entre as duas áreas, e é nesse ambiente de caos que as personagens principais, as irmãs Vi e Powder, nascidas e criadas em Zaun, encontram-se e por um mal-entendido, acabam em lados opostos da disputa, o que adiciona ainda mais tensão ao enredo.
Em Arcane, não há heróis ou vilões claramente definidos, mas sim personagens com objetivos diferentes, cujas ações e convicções definem suas trajetórias, em vez de um esquema clássico de determinação dramática, tornado a obra bem realista em sua representação do aspecto social. Ademais, nenhum dos personagens é subutilizado e cada um deles possui um significado importante no desenvolvimento da história. Em outro aspecto, o estilo de animação usado na série combina vários conceitos artísticos, como o vaporpunk, Art Déco, tecnopunk e Art Nouveau, entre outros, proporcionando um visual fantástico. Essa estética é complementada com uma mistura incrível de técnicas 3D e 2D que elevam a série a uma verdadeira obra de arte em movimento.
Por conseguinte, a obra promove uma discussão ética importante sobre as disputas sociais que são marcadas pela constante dualidade da obra e pelos traumas e rupturas dos personagens. Essa abordagem nos faz refletir bastante sobre a natureza desses conflitos e suas implicações na vida das pessoas. Outro destaque magnifico da série é a trilha sonora, com cada música e som perfeitamente colocados para proporcionar empolgação e imersão ao espectador. Além disso, a série conta com ótimos momentos de romance, humor e conexões emocionais que adicionam camadas de significado à trama.
Dessa maneira, é fácil concluir que a Riot Games entregou muito mais do que os fãs pediram, criando uma obra que é capaz de maravilhar qualquer público, onde temos uma história intrigante, emocionante, cheia de referências e uma animação espetacular, que é bem dirigida do começo ao fim. Com esse conjunto de características tão positivas, Arcane termina com uma carga emocional fortíssima, que a torna uma experiência inesquecível e deixa o espectador ansioso por uma segunda temporada.
Arcane Uma das grandes surpresas da Netflix, Arcane é uma série de desenho animado lançada em 2021 em parceria com a Riot Games, para expandir o universo do jogo eletrônico League of Legends (popularmente conhecido como LOL). Mesmo assim, a série cativa todas as pessoas, sejam elas jogadoras ou não. O enredo da série gira em torno das irmãs Vi (Hailee Steinfield; Tati Keplmair) e Jinx (Ella Purnell; Fernanda Bullara), que tiveram seus pais mortos em um conflito e foram adotadas por Vander (J.B Blanc; Armando Tiraboschi), um grande líder da Subferia. Vivendo desde pequenas em um sistema opressor e perigoso, o povo da Subferia tem como centro a cidade de Zaun, passando por constantes situações de miséria absoluta, levando a população a roubar e afrontar a região alta de Piltover; uma cidade rica, desenvolvida e gloriosa. Com o início da criação da super - empresa Hextec pelos cientistas Jayce Tales (Kevin Alexandro; Fernando Mendonça) e Viktor (Harry Lloyd; André Rinaldi), a população pobre se vê em uma situação de risco, e Vi resolve unir todas as suas forças e lutar pela justiça. Apesar de seus esforços por uma resolução pacífica e justa para o problema, o senhor do crime e barão da química Silco (Jason Spisak; Marcelo Pissardini) busca vencer Piltover e dominar a cidade trapaceando; seja através de contratos, subornos, mentiras ou quantos assassinatos forem necessários. Sendo comandada por um estúdio de animação francês, Arcane tem uma animação belíssima, misturando características 3D típicas de desenhos animados com uma paleta de cores escura, passando uma constante sensação de medo, seriedade e tensão; características frequentemente sentidas por todos os personagens. Além disso, a direção das cenas, os ângulos em que os movimentos são captados e a trilha sonora condizem muito bem com todas as situações. Sobre sua história, o grande foco em Vi mostra um grande amadurecimento da personagem; que rapidamente vai de uma adolescente valentona e imprudente para uma mulher astuta e forte, que compreende verdadeiramente as razões de seus conflitos e que sempre existe algo por trás da violência. Além dela, existem outros personagens importantes na série, como sua irmã Jinx, os cientistas Jayce e Viktor, a oficial Caitlyn (Kaitie Leung; Carina Eiras), o sobrevivente e jovem Ekko (Reed Shannon; Cadu Paschoal) e grande vilão Silco; e todos eles são extremamente bem trabalhados e desenvolvidos. Por conta de sua temática central sobre o confronto das cidades, Arcane também traz diversas críticas e reflexões sobre a nossa sociedade atual; mencionando temas como corrupção na política, na polícia, desigualdade social e preconceito. Apesar de ser baseada em um jogo eletrônico, Arcane não é localizada para os jogadores de League of Legends: apesar de usar os personagens do game em sua narrativa, ela é completamente original e pode agradar e entreter todas as pessoas; sejam elas gamers ou não. A qualidade gráfica da série, unida com seus personagens e história cativantes e bem desenvolvidos, garantem uma experiência bastante imersiva na história das irmãs Jinx e Vi, que com certeza garante muita ação e muitos momentos tristes. Nota final(escala 0 - 10):10. Nota final(escala 0 - 5):5.
O primeiro projeto de League of Legends (LoL) em expandir seu próprio universo está concluído. Tragédia entre irmãs, críticas sociais sobre a divisões de classes, lealdade e traição, paz e guerra e tudo o mais. A melhor coisa da série é o fato dela conseguir agradar a ambos os públicos, seja leigos e amantes de longa data de LOL, ou mesmo entusiastas casuais como eu. Assim como esperado da RIOT Games (a desenvolvedora multimilionária responsável por tudo de LOL) o visual da série é uma das coisas mais impressionantes que se possa esperar – em certos aspectos me lembra muito uma versão menos inspirada de Aranhaverso –
E isso sem contar em todo o fator cool e apelativo pra adolescentes que se espera justamente em LOL, cheio de personagens estilosos e músicas pop – f*da-se, só coloca Imagine Dragons no meio apenas por ser maneiro – o que acaba até contribuindo também em trazer uma certa diversidade na obra, o que obviamente é um belo ponto positivo pra série.
Seu maior "pecado" está no fato de sua história (mesmo sendo muito boa e engajante) não está no mesmo nível que seus aspectos técnicos, ela é redonda e coesa, porém à trama da Jinx, infelizmente, acaba eclipsando as demais, a Vi por outro lado possui todo um designer e cenas de luta muito boas, porém fora isso a personagem não conseguiu ir muito além, a trama política é interessantíssima, mas não é tão aprofunda como eu gostaria, mas apesar das ressalvas, continuo terminando à série em saldos positivos, pois a experiência foi fantástica, animação é foda, a mixagem de som é impecável, em suma a obra é um verdadeiro prato cheio pros fãs de LOL, e uma verdadeira experiência para cinéfilos e amantes da arte da animação, e possuí acima de tudo uma narrativa emocional que com toda à certeza merece ser lembrada posteriormente.
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