Alice in Borderland
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Ctaiti
Ctaiti

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Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 13 de janeiro de 2023
Filme: Alice In Bordeland @aliceinbordelandnetflix
Data: 1-11-22
Elenco: @kentooyamazaki @asahina_aya @taotsuchiya_official @misakiayame @rainbowsan @dorisakurada @miyoshi.aa @keita_machida_official @shuntaroyanagi
Modelo: #ficção #drama #suspense
Duração: 8 episódio Ano: 2020
Sinopse: Um gamer e dois amigos são transportados para uma versão paralela de Tóquio, onde precisam participar de diversos jogos mortais caso queiram sobreviver.
Minha opinião: Este é um dorama de jogos e que antecede o fenômeno #Round6 Este dorama passa em uma Tokyo paralela que os habitantes sumiram, apenas quem existe são algumas pessoas, que para se manter vivas elas devem participar dos jogos, senão o tempo se encerra elas morrem com um tiro de lazer na cabeça. O Protagonista Arisu Ryoei que é um adolecente que a única coisa que faz na vida e sair com seus amigos ou ficar jogando game. E nessa fase inicial quem são seus amigos é Daikichi e Lasubosu. Amigos de infância e eles caem nesse jogo quando se escondem no banheiro da estação de Harajuko Tokyo e quando saem todas as outras pessoas sumiram. E descobrem que para viver devem entrar nos jogos. Na 2ª fase os amigos é outra Usagi e outros esquisitos Kuina, Shuntaro, Niragi e Ann. Que agora eles estão em um castelo e os desafios acontecem lá. Quem sobreviverá e quem descobrirá todo segredo? Aí terá uma nova temporada confirmada. Um jogo que eles acreditam que devem juntar todas as cartas do baralho para poder sair. Uma série diferente da proposta de Round 6, mas as duas séries seguram agente na poltrana. Fiquei feliz que haverá a 2ª temporada e espero que ela tenha a respostas que não tivemos. Há momentos da trama que extrapola o racional e fica meio forçado. Que é o estilo japonês de ser trash, que eu nunca gostei e nem aqui. As duas tramas são envolventes, mas Round 6 é melhor, não que esse não seja.
Roteiro: Bem elaborado.
Vale apena assistir? Sim.
Nota: 8
Ctaiti
Ctaiti

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Crítica da série
4,0
Enviada em 13 de novembro de 2022
Minha opinião: Este é um dorama de jogos e que antecede o fenômeno #Round6 Este dorama passa em uma Tokyo paralela que os habitantes sumiram, apenas quem existe são algumas pessoas, que para se manter vivas elas devem participar dos jogos, senão o tempo se encerra elas morrem com um tiro de lazer na cabeça. O Protagonista Arisu Ryoei que é um adolecente que a única coisa que faz na vida e sair com seus amigos ou ficar jogando game. E nessa fase inicial quem são seus amigos é Daikichi e Lasubosu. Amigos de infância e eles caem nesse jogo quando se escondem no banheiro da estação de Harajuko Tokyo e quando saem todas as outras pessoas sumiram. E descobrem que para viver devem entrar nos jogos. Na 2ª fase os amigos é outra Usagi e outros esquisitos Kuina, Shuntaro, Niragi e Ann. Que agora eles estão em um castelo e os desafios acontecem lá. Quem sobreviverá e quem descobrirá todo segredo? Aí terá uma nova temporada confirmada. Um jogo que eles acreditam que devem juntar todas as cartas do baralho para poder sair. Uma série diferente da proposta de Round 6, mas as duas séries seguram agente na poltrana. Fiquei feliz que haverá a 2ª temporada e espero que ela tenha a respostas que não tivemos. Há momentos da trama que extrapola o racional e fica meio forçado. Que é o estilo japonês de ser trash, que eu nunca gostei e nem aqui. As duas tramas são envolventes, mas Round 6 é melhor, não que esse não seja.
Roteiro: Bem elaborado.
Vale apena assistir? Sim.
Nota: 8
Ctaiti
Ctaiti

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Crítica da 2 temporada
4,0
Enviada em 13 de janeiro de 2023
Minha opinião: Eles conseguiram, fazer duas temporadas distintas. Isso foi bom. Na 1ª fase, houve 2 estilos, 1 na cidade e outra na ilha. Agora aqui, fizeram na cidade, porem em vários ambientes, docas, presidio, prédio, nas ruas,... uma boa diversidade. Não repetiram provas e tiveram inteligentes, como do presidio. Teve seus exageros como quase no final os tiros, foram tantos tiros. E o Rei de espada, era uma pessoa comum, como pode ter matado tanta gente. Foram bem trabalhados os desafios e as provas. Introduziram uma nov participante, foi razoável. E apareceu pessoas que pensávamos que estavam mortas. Finalizou voltando e eles tendo uma apagão sobre tudo que ocorreu. 2 Universos distintos que podemos imaginar que foram transportados para um outro mundo, ou que foram abduzidos por uma nave, ou o jogo ocorreu em um espaço tempo alternativo, onde o tempo passa de forma diferente da nossa. E isso determinou quem morreu ou não na queda do asteroide. Quem pode responder? Quem sabe em uma nova temporada? Não sei vocês, mas a cara de choro Kento já tava no limite e a falta de expressão dos outros, Nijiro, Tao, Dori, Ayaka, Yuri, Sho. Gostei das duas temporadas, mas quem ganha por uma fração é a 2ª temporada.
Roteiro e enredo bons, não repetiram oque houve na 1ª temporada.
Vale apena assistir? Com certeza.
Nota: 8,5
anônimo
Um visitante
Crítica da série
4,5
Enviada em 23 de setembro de 2024
"Alice in Borderland" é uma série original da Netflix que estreou em dezembro de 2020, adaptada do mangá homônimo de Haro Aso. Com uma proposta visual e narrativa intensa, a série ganhou rápida popularidade e recebeu aclamação tanto pela crítica quanto pelo público, destacando-se como um dos títulos mais bem-sucedidos da plataforma. A produção, marcada por um roteiro envolvente, atuações notáveis e uma estética visual deslumbrante, reúne elementos que prendem o espectador desde o primeiro episódio até o desfecho da segunda temporada.

O ponto central de "Alice in Borderland" é a sua premissa fascinante: um grupo de jovens, liderados por Arisu (Kento Yamazaki), é transportado para uma Tóquio distópica e desabitada, onde se veem forçados a participar de uma série de jogos mortais para sobreviver. Esses desafios são categorizados de acordo com os naipes das cartas de baralho, e cada jogo exige habilidades físicas, mentais e emocionais específicas. A série se destaca pela forma como explora os temas de sobrevivência, amizade, sacrifício e o próprio sentido da vida, construindo um ambiente de tensão constante.

O roteiro consegue equilibrar habilmente a ação frenética dos jogos com momentos de introspecção e desenvolvimento dos personagens. Há um cuidado na construção de uma trama intrincada, onde as motivações dos jogadores e a estrutura por trás dos jogos são lentamente reveladas. Esse mistério constante, aliado à imprevisibilidade dos eventos, mantém o público ansioso e engajado, especialmente à medida que a história vai se aprofundando nas camadas filosóficas e emocionais que a sustentam.

Além disso, a série utiliza de maneira eficaz o contraste entre os momentos de alta tensão dos jogos e os intervalos de calmaria, criando um ritmo dinâmico que impede o espectador de sentir monotonia. A cada episódio, novos desafios são introduzidos, cada um com regras complexas e implicações profundas, tornando o roteiro não apenas emocionante, mas também reflexivo. Há uma clara inspiração em obras como "Battle Royale" e "Jogos Vorazes", mas "Alice in Borderland" consegue se destacar por sua originalidade na abordagem dos jogos e na exploração das relações humanas.

O elenco de "Alice in Borderland" é um dos seus grandes trunfos. Kento Yamazaki, no papel de Arisu, entrega uma performance excepcional. Inicialmente, seu personagem parece apenas um jovem desiludido e perdido, mas ao longo da trama, Yamazaki transmite com habilidade a evolução emocional de Arisu, de um rapaz desmotivado para um líder determinado, abalado pelas perdas e responsabilidades que surgem com a sobrevivência. Sua interpretação é emocionalmente rica, expressando com precisão o desespero, a tristeza e, eventualmente, a esperança.

Tao Tsuchiya, no papel de Usagi, também se destaca. Sua personagem é uma sobrevivente habilidosa e resiliente, cuja história trágica a transforma em uma figura complexa e profunda. A química entre Usagi e Arisu é palpável, e a parceria dos dois personagens se torna um dos pontos altos da narrativa. Tsuchiya interpreta Usagi com uma força silenciosa, contrastando perfeitamente com a vulnerabilidade emocional de Arisu.

O elenco coadjuvante também merece destaque. Personagens como Chishiya (Nijirô Murakami), um jovem estrategista enigmático, e Kuina (Aya Asahina), uma personagem com uma história de superação emocionante, trazem camadas adicionais à trama. Cada um dos personagens secundários é dotado de motivações únicas e passados envolventes, o que os torna mais do que meros participantes dos jogos. As atuações são convincentes e adicionam profundidade à narrativa, fazendo com que o espectador se importe verdadeiramente com seus destinos.

A direção de Shinsuke Sato é outro ponto a ser elogiado. Ele consegue traduzir para a tela a intensidade e a complexidade emocional dos personagens e dos jogos, além de criar uma ambientação que mistura o surreal com o realismo. A versão distópica de Tóquio é retratada com um cuidado meticuloso, utilizando paisagens urbanas vazias e desoladas que aumentam a sensação de isolamento e desespero. Há um contraste interessante entre a grandiosidade da cidade abandonada e o foco íntimo nos personagens, o que intensifica o clima claustrofóbico.

Os efeitos visuais são impressionantes, especialmente nas sequências dos jogos. Cada cenário é único e traz uma atmosfera específica que se alinha ao tipo de desafio apresentado, variando desde ambientes claustrofóbicos até vastos espaços abertos. A fotografia e a paleta de cores contribuem para a construção desse universo, intensificando o suspense e a dramaticidade dos momentos mais cruciais.

"Alice in Borderland" não é apenas uma série de ação e sobrevivência. A trama levanta questões filosóficas profundas sobre o valor da vida, a natureza humana e as escolhas morais que somos forçados a fazer em situações extremas. Em muitos momentos, os personagens são confrontados com dilemas éticos que desafiam suas convicções e revelam as suas verdadeiras naturezas. Além disso, a série explora a ideia de alienação e vazio existencial, especialmente por meio do protagonista, que no início sente-se perdido e desconectado da realidade.

A crítica ao individualismo exacerbado e à competição desenfreada também é presente. Os jogos mortais são uma metáfora poderosa da sociedade contemporânea, onde muitas vezes as pessoas são levadas a competir umas contra as outras, esquecendo a solidariedade e o senso de comunidade. A série convida o público a refletir sobre a natureza dessas dinâmicas sociais, ao mesmo tempo que oferece entretenimento de alta qualidade.

As duas primeiras temporadas de "Alice in Borderland" se destacam como uma das melhores produções originais da Netflix. O equilíbrio entre ação, suspense, mistério e desenvolvimento de personagens faz desta série uma experiência imersiva e emocionante. O roteiro bem construído, aliado às atuações de um elenco talentoso, cria um ambiente que prende o espectador e oferece mais do que entretenimento superficial: uma reflexão sobre a vida, a morte e a natureza humana. A série é um exemplo notável de como adaptações de mangás podem ser bem-sucedidas quando tratadas com respeito ao material original e com uma visão criativa forte. "Alice in Borderland" é, sem dúvida, uma obra que transcende as barreiras do gênero, consolidando-se como uma das grandes narrativas televisivas de sua geração.
Mr. Filmes
Mr. Filmes

22 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 12 de março de 2022
A série é bem legal e envolvente. Os personagens são interessantes e a trama é bem desenvolvida. O final dá abertura a uma segunda temporada.
Muita gente compara Alice in Borderland com Round 6, mas são diferentes. Enquanto no Round 6 temos quase 500 participantes, sendo vigiados por câmeras e guardas, enquanto jogam brincadeiras infantis mortais, com mais ação e explorando menos a vida pessoal dos personagens, Alice in Bordeland tem uma pegada diferente, sendo mais um jogo de sobrevivência, jogado por poucos jogadores, em que as vidas pessoais e os dramas de cada um são mais levados em consideração.
Meu personagem favorito é o Arisu, ele sempre tem as melhores ideias e sabe lidar bem com estratégias.
Recomendo para maiores de 14 anos, assim como Round 6, já que a classificação indicativa é exagerada.
Acho que faltou somente um desfecho e uma melhor uma explicação no final, mas provavelmente isso vai ficar para uma segunda temporada.
MrFumetsu
MrFumetsu

14 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 18 de março de 2023
A primeira temporada é f0d4 e a segunda consegue ser ainda mais f0d4 com esses novos jogos (principalmente os do Chishiya).
Tirando a rainha dando aquelas viajada no final, achei que iriam estragar tudo, ainda bem que era tudo mentira e o final foi bastante interessante.
Kissesevils
Kissesevils

8 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 11 de janeiro de 2023
série muito boa tanto a primeira temporada como a segunda são maravilhosas o final é muito lindos todo o "plot twist" do final é de emocionar
Gustavo Evaristo
Gustavo Evaristo

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 14 de dezembro de 2020
E um prato cheio para os fãs de anime!
Usa todos elementos que fazem os animes serem amados, personagems legais, trilha sonora pontual, luatas incríveis, muita cor na fotografia e etc...
Nick Lima
Nick Lima

2 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 10 de outubro de 2021
Série Muito boa, ansiosa pela 2° temporada.
Não estava dando muito crédito quando comecei a assistir, fiquei presa ao longo dos EPS. Recomendo assistirem
Gilberto henrique Da silva sousa
Gilberto henrique Da silva sousa

4 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 1 de julho de 2025
A série e perfeito teve roteiro, momentos de choro, tensão e críticas teve também batalhas que foi um ícone para a série os jogos dentro da série foi bem marcante e foi muito desafiante jogos dentro da série foi bem marcante e foi muito bom em desafiante você fica de olho na tela observando o jogo por jogo por literalmente ser magnífico.

Mas mesmo assim eu acho que a série tem pouco aproveitamento da Netflix, e a série merecia mais reconhecimento.

E se você ainda não assistiu vai assistir porque é muito bom, eu recomendaria para o meu melhor amigo 
Idjarrury Firmino
Idjarrury Firmino

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 28 de dezembro de 2020
A série é incrível. É como se você estivesse vendo um anime em live action. Os elementos da série, os flahs backs, os personagens caricatos, o roteiro sentimental em alguns momentos e as expressões dos personagens são detalhes que te fazem lembrar um anime de qualidade. Também vale destacar o roteiro corajoso da série. Recomendo para aqueles que gostam do estilo, e aqueles que não gostam, pode ser uma ótima diversão.