Operação Lioness
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4,2
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Rafaela Natel
Rafaela Natel

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Crítica da série
3,0
Enviada em 21 de janeiro de 2025
A série é boa. As cenas de ações bem feitas, elenco e atuações incríveis. Entretanto a propaganda estadunidense é gritante. Constantemente criando narrativas contra China e Rússia e uma justificativa da protagonista de deixar a família e os filhos para que eles não precisem “aprender chinês ou russo” (fala da série). Acabou levando a série a um rumo que aparenta mais ficção científica do que ação.
Mari Neves
Mari Neves

13 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 14 de novembro de 2024
Gostei muito da 1a temporada. Achei de fácil entendimento mesmo sendo uma série policial. A trama é rápida. As histórias paralelas são leves... Me prendeu do início ao fim.
andre luis
andre luis

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
3,0
Enviada em 4 de janeiro de 2025
Inferior a primeira temporada, muito trama deixando complicado o enredo, o final não pareceu final, esperava muito mais. Fim sem final!!
Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 1 temporada
3,0
Enviada em 9 de setembro de 2024
Taylor Sheridan é um dos bons diretores de séries da atualidade e aqui ele sai um pouco do seu tradicionalismo Western e acredito que não entrega seu melhor, mesmo
Tendo um bom elenco e boa atuações, não faz daqui uma série tão impactante.
Dudu S.
Dudu S.

21 seguidores 71 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 13 de setembro de 2023
"Operação Lioness é uma boa serie de espionagem, mas se perde em alguns momentos"

Operação Lioness é escrito por Taylor Sheridan, um roteirista que vem se destacando nos últimos anos devido as suas obras e muitos delas foram muito boas como Tulsa King que também é uma série do Paramount Plus. O programa de Tv é de ação, Drama, é um thriller de espionagem. Taylor Sheridan geralmente trabalha com o gênero ação e ele sabe muito bem criar personagens interessantes dentro desse gênero.

Qual a história de Operação Lioness?
Uma fuzileira naval marcada por traumas está determinada a fazer de tudo para derrubar uma organização terrorista. Na série produzida por Nicole Kidman e Zoe Saldana, Cruz Manuelos (Laysla de Oliveira) é recrutada pela CIA para se infiltrar entre as mulheres de terroristas. Para sobreviver a diversas situações de vida ou morte e evitar ao máximo erros que podem custar sua própria segurança, e do país, ela é treinada e orientada por Joe (Zoe Saldana), a chefe da Operação Lioness.

A série tem no total oito episódios. O começo é bem legal e apresenta Cruz que vive uma péssima vida com seu namorado controlador e abusador até que um dia ela decide fugir e isso a leva até os fuzileiros navais onde ela é recrutada e se destaca, o que faz a ser recrutada por Joe para fazer parte de uma operação onde tem que se infiltrar e matar um terrorista se aproximando de sua filha para ser convidada para o casamento dela que é onde seu pai vai estar. A partir daí Cruz parte em sua missão e conhece Aailay(Stephanie Nur) que é a filha de um terrorista que os Estados Unidos quer morto. Essa é a trama principal que prende atenção, mas a série em certos momentos se perde com Subplots que não são muito interessantes e tira o foco da narrativa principal. Um bom exemplo disso é o subplot da fronteira que tira o foco do enredo principal e faz com que muita coisa aconteça ao mesmo tempo.
Um personagem que é bem interessante de ver é Joe que em vários momentos tem que escolher entre o trabalho e a família. É interessante ver como ela acredita no que ela está fazendo a ponto de deixar a família na mão várias vezes. Isso é muito bem desenvolvido na Personagem Joe. Vemos isso no momento que a filha dela sofre um acidente e ela em vez de ficar com sua filha, ela volta para o trabalho. Em vários momentos parece que as filhas dela a odeia, principalmente por ela não estar presente. Ao longo da temporada a relação de Cruz e Ailay vai crescendo e conhecemos um pouco de cada uma. As duas personagens têm seus próprios dilemas e dúvidas. Ailay apesar de ter todo o dinheiro do mundo tem que se casar com alguém que não quer e vemos como impõem isso a ela. Cruz mostra vulnerabilidades ao longo de seu arco narrativo, isso é muito bom, porque a transforma em uma personagem complexa que tem dúvidas e sabemos que ela tem um passado traumatizante, mas isso não é muito bem explorado, não tem flashback sobre o passado dela, ou seja a gente não tem noção muito bem de suas tramas e tentam fazer com que seja algo totalmente traumatizante, mas sem saber o que aconteceu mesmo não consegue causar esse impacto. O clímax da temporada é sem graça e acontece muito rápido, apesar de ter tido dificuldades a temporada inteira, no clímax se esperava que a protagonista iria ter uma dificuldade um pouco maior do que ela realmente tem.

Os principais cenários da série são esconderijos da cia, lugares chiques, e o local do casamento que acontece em Riad. Os esconderijos são onde os agentes se escondem e olham o que acontece na operação. Vários dos lugares onde Ailay e Cruz interagem são lugares chiques, e caros, já que ela é rica. O casamento acontece em um lugar elegante e bonito. Como o casamento é da filha de um terrorista rico faz sentido ser em um lugar exótico, belo, distinto.

O figurino de Cruz são roupas bem simples, remetendo que ela é uma pessoa simples, e não busca ser mais do que isso. Ailay usa roupas mais estilosas e caras mostrando novamente que ela é rica. Joe usa uma roupa mais formal, que mostra que ela é importante. Kaitlyn Mede (Nicole Kidman) usa uma roupa mais formal do que Joe, mostrando que ela está em uma posição de poder maior do que ela.

A fotografia da série é boa e bem executada. Nos momentos mais dramáticos, emocionais e íntimos utiliza-se planos fechados que ajuda a mostrar a expressão e os sentimentos dos personagens. Os planos abertos são usados para mostrar os cenários e utilizado nas cenas de ação para demostrar o que está acontecendo com clareza.

A edição é boa tendo cenas fluindo bem entre uma e outra. A montagem consegue impor um bom ritmo a narrativa com cortes nos momentos certo dando dinamismo e andamento. Já nas cenas de ação temos cortes um pouco mais rápidos, mas são bem-feitos e claros. Em nenhum um momento causa uma confusão visual, temos total compreensão do que está acontecendo o tempo.

A trilha sonora é bem utilizada, é uma música de espionagem e de tensão. Sempre que tem momentos tensos, a trilha sonora ajuda a aumentar a tensão e coloca um sentimento de perigo.

As atuações de Zoe Saldana, Laysla de Oliveira, Nicole Kidman, e Stephanie Nur são boas. Zoe Saldana interpreta Joe e ela consegue trazer á tona muito bem o sentimento da personagem entre o trabalho e ter que estar ausente da família. Laysla de Oliveira consegue trazer profundidade com sua performance mostrando que o passado tem um grande impacto em sua personagem. Nicole Kidman consegue se impor com sua atuação utilizando gestos, certos tons de voz que realmente mostra que a personagem este em uma posição de poder e é respeitada.
A série tem três diretores que são John Hilcoat, Antony Byrne, e Paul Cameron. Apesar do programa de tv ter mais de um diretor o seriado consegue ter uma estética e linguagem semelhante entre os capítulos. A direção deles é boa no geral e conseguem entregar uma boa série que tem algumas falhas.

A série consegue ser uma boa, com episódios não muito longos, que passam rápido. Apesar das falhas do seriado, é possível ficar ligado a sua trama e seus eventos.
Sandro S
Sandro S

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Crítica da série
3,0
Enviada em 22 de setembro de 2023
Assisti a primeira temporada completa e de 1 a 10 dou nota 6. Muito me admira Taylor Sheridan, que vem acertando todas, abraçar uma série no mínimo inverossímil como essa. O elenco tem bons atores como Morgan Freeman, Zoe Saldana, Michael Kelly e Nicole Kidman, mas Zoe Saldana parece pouco à vontade no papel, Morgan Freeman foi pouco aproveitado e Nicole Kidman está tão irreconhecível pelas plásticas que não tem qualquer expressão. Michael Kelly tem carisma e está em um papel no qual já está acostumado. Gostei de Thad Luckinbill, apesar de não ter muitas aparições. Meu termômetro para saber se um filme ou série é bom é um princípio que aprendi com o grande ator Steve Macqueen que se recusava a gravar cenas inverossímeis, tais como lutar com três homens e vencer, ou sacar uma arma e arrancar o chapéu ou arma do adversário. Tem cenas que simplesmente não dá, não convencem, que são feitas sob medida para agradar determinados grupos pouco exigentes e muito emocionados. Existem mulheres na CIA, mas colocar mulheres no topo das forças especiais é forçar a barra. Colocar uma mulher de 40 quilos para sair na porrada com homens fortes e treinados é insultar a inteligência de quem não vendeu a própria alma à alguma seita político/ideológica e preza por realismo e bom entretenimento. De novo: não entendi o que houve com Taylor Sheridan para embarcar em algo que não combina com seu estilo. Serve como entretenimento, mas não convence.
Yuri
Yuri

71 seguidores 508 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 1 de dezembro de 2025
Operação: Lioness é uma série razoável. Começa muito bem, com bastante ação nos primeiros episódios da primeira temporada, mas spoiler: aos poucos a série fica arrastada, com diálogos longos e sem sair da mesma pegada na história.
Em muitos momentos, principalmente na primeira temporada, spoiler: a série é lenta.
Porém, a partir da segunda temporada, a série melhora bastante, principalmente nas cenas de ação. Os diálogos spoiler: não são tão arrastados e as coisas são resolvidas de forma mais rápida.
O elenco é razoável, com atuações também razoáveis. Em geral, a história é muito parecida com várias outras séries e filmes em que colocam os Estados Unidos como o salvador da pátria e sempre culpam os outros países pelas próprias besteiras que fazem. Os inimigos são sempre os mesmos: Rússia, China e Irã. Também sempre mencionam o 11 de setembro e quem serviu no Afeganistão. Acredito que esteja na hora de mudar um pouco as histórias das séries e dos filmes, pois o tema está muito batido. Praticamente toda série ou filme tem algo relacionado a essas questões, e os Estados Unidos sempre combatem tudo, sendo os bonzinhos. Os Estados Unidos são o país que mais quer atrair guerra, mas ficam se fazendo de bonzinhos nos filmes e séries.