Gen V
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Média
3,9
153 notas

21 Críticas do usuário

5
5 críticas
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2
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Gabriel Fernando
Gabriel Fernando

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 27 de dezembro de 2025
De 2,5 para 3,0!

Pontos que fazem a serie perder feio para The Boys.

1°: Personagens politicamente corretos, que tudo é desculpa e choro para não matar.
2°: Não tem a matança de The Boys!
3°: Em The Boys temos o deus Bruto, que a todo momento quer aniquilar os super, só que eu acabei de assistir The Boys e isso trouxe um baixo rendimento da serie!

Da para se divertir, mas todos nós queremos ver os super no saco rs!
GABLADER 2005
GABLADER 2005

21 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 22 de novembro de 2025
Terminei a maratona no dia 22/11/25 - Sábado

Eu não esperava muito coisa da segunda temporada, mas no decorrer dela... Ummm UMA BELEZA! Que The Boys termine com chave de ouro graças ao caminho pavimentado que essa temporada de Gen V deu!
Aghata Harkness
Aghata Harkness

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 20 de novembro de 2025
Eu amei朗[ spoiler: spoiler]
spoiler: [/[spoiler]
spoiler[/spoiler]] spoiler:
spoiler:
spoiler:
Alissonmedradoo
Alissonmedradoo

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
1,0
Enviada em 27 de outubro de 2025
A série até começou bem. Porém se perdeu no meio dos episódios. A atriz principal com um ego do tamanho do universo, com falas de baixo efeito e pouco sentimento, sem muito impacto. Sinceramente, eu esperava muito mais.
NerdCall
NerdCall

51 seguidores 429 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
3,0
Enviada em 24 de outubro de 2025
A segunda temporada de Gen V chega cercada por expectativas e um peso que vai muito além da narrativa em si. Há, de um lado, a tragédia da morte de Chance Perdomo — intérprete de Andre — que obrigou a equipe a descartar episódios inteiros e reescrever parte do roteiro. Do outro, a responsabilidade de atuar como ponte entre a quarta e a última temporada de The Boys , série original que definiu o tom e o sucesso do universo em que Gen V está inserido. O resultado é uma temporada marcada por boas ideias, mas que acaba sucumbindo à instabilidade de uma trama reconstruída às pressas, sem conseguir equilibrar emoção, coesão e impacto.

Desde o primeiro episódio, é possível perceber como a nova temporada tenta lidar com a ausência de Perdomo de forma respeitosa. A decisão de não escalar outro ator para o papel de Andre é compreensível, mas a maneira como a série escolhe homenagear o personagem não atinge a força emocional que se esperava. O luto está presente, sim, mas de forma limitada a diálogos e lembranças, sem uma construção que dê profundidade real ao sentimento coletivo do grupo. O roteiro até busca usar essa perda como motor emocional, trazendo o pai de Andre para reforçar o elo afetivo entre os personagens, mas essa tentativa acaba se tornando apenas um recurso de passagem, sem o impacto que poderia gerar se fosse o eixo central da trama.

O problema maior é que a homenagem, apesar de bem-intencionada, evidencia as costuras de um roteiro refeito em meio à urgência. Há momentos em que cenas e diálogos claramente pertencem à versão original, destoando do tom reescrito. Isso cria uma sensação de desconexão entre as partes — algo que se reflete na própria estrutura narrativa. A temporada, ao tentar costurar a homenagem, a continuidade de The Boys e o desenvolvimento dos protagonistas, acaba ficando refém de fragmentos que nunca se unem de forma orgânica. O resultado é um conjunto que soa superficial, ainda que as ideias estejam lá, escondidas entre uma cena e outra.

A tentativa de servir como elo entre as séries é outro ponto que fragiliza Gen V. A presença de personagens conhecidos como Luz Estrela, Trem Bala, Mana Sábia, Profundo e até o novo Black Noir deveria fortalecer a conexão, mas acaba se limitando a participações que mais soam como fan service do que como parte real da história. A trama menciona o plano da Sábia contra Capitão Pátria e faz referências diretas ao final da quarta temporada de The Boys, quando personagens de Gen V se envolvem no sequestro de Hughie, Leitinho, Kimiko e Francês. No entanto, tudo isso é resolvido de maneira apressada nos dois primeiros episódios, o que enfraquece o potencial de continuidade e esvazia o impacto que a ligação entre as duas séries poderia ter. A explicação é simples: com o roteiro reescrito, boa parte desse material acabou descartada, deixando pontas soltas e resoluções pouco satisfatórias.

O que poderia salvar a temporada é justamente o que melhor funciona: o antagonista. Cipher, interpretado com intensidade por Hamish Linklater, é a figura que mais se destaca. Seu arco é construído com calma e mistério, revelando um personagem que carrega o mesmo tipo de ameaça e desconforto que torna Capitão Pátria tão aterrorizante. Cipher é o ponto de estabilidade de uma narrativa que por vezes se perde. Sua presença em cena é magnética, e o roteiro acerta ao guardá-lo para o clímax, construindo aos poucos sua relação com Marie e seu papel dentro dos planos sombrios da Godolkin. O vilão cresce à medida que o enredo avança, e o plot twist em torno de sua história é um dos momentos mais fortes da temporada — bem elaborado, impactante e coerente com as pistas deixadas ao longo dos episódios.

Enquanto isso, os protagonistas parecem presos em um drama adolescente que se repete. Marie, Jordan, Emma e os demais estudantes vivem entre brigas, reconciliações e romances que soam forçados e pouco relevantes diante do caos político e moral que sempre definiu esse universo. A primeira temporada tinha o frescor da novidade — o sentimento de que Gen V poderia caminhar com as próprias pernas dentro do mundo de The Boys. Aqui, essa sensação desaparece. O luto de Andre domina os primeiros episódios, mas, como não se sustenta, abre espaço para uma rotina previsível e uma dinâmica de grupo que carece de carisma. Em vez de evoluírem, os personagens parecem se mover em círculos, presos a conflitos internos que não acrescentam muito à trama maior.

Mesmo assim, há lampejos do que Gen V faz de melhor. A série mantém o humor ácido, as críticas políticas e as referências à cultura pop que caracterizam o universo de The Boys . Algumas cenas bizarras — marca registrada da franquia — aparecem com vigor e criatividade, lembrando o público de que, quando quer, a série ainda é capaz de provocar e entreter. Há momentos também em que a crítica ao poder, à manipulação e à fabricação de ídolos retorna com força, ainda que de forma mais tímida.

O maior dilema de Gen V nesta segunda temporada é justamente sua falta de identidade. Ao tentar equilibrar homenagem, continuidade e reinvenção, a série acaba não sendo nenhuma das três coisas plenamente. Falta o peso dramático para emocionar, falta a ousadia para se destacar e falta a consistência para se firmar como algo independente de The Boys. Ainda assim, não é um fracasso completo. A produção entrega bons momentos, um vilão memorável e algumas discussões que, mesmo tratadas de forma breve, mantêm viva a essência crítica da franquia.

Em última análise, a nova temporada de Gen V é um reflexo de uma série que foi forçada a se reinventar sem ter tempo para isso. O luto de Perdomo paira sobre a trama como uma sombra, e o esforço da equipe em transformar essa dor em narrativa é digno de respeito — ainda que o resultado não atinja o impacto pretendido. A temporada sofre com remendos, mas não deixa de ter méritos. Se há algo que ela prova, é que o universo de The Boys continua fértil para explorar novas histórias, desde que encontre novamente o equilíbrio entre irreverência, crítica e emoção.

No fim, Gen V volta não como a série que queríamos, mas como a que foi possível fazer diante das circunstâncias. Falta força, falta unidade, mas não falta tentativa. E, em um universo onde nada é simples, talvez isso já seja mais do que o suficiente para manter o público curioso pelo que vem a seguir.
NerdCall
NerdCall

51 seguidores 429 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
3,0
Enviada em 24 de outubro de 2025
A série Gen V pode atrair os fãs de The Boys, mas de uma maneira distinta. Enquanto The Boys aborda questões complexas e realistas, Gen V é uma comédia adolescente divertida, repleta de cenas de ação e violência. A proposta da série é ser uma versão mais jovem de The Boys, o que se revela eficaz.

Certamente, a série poderia aprofundar-se em temas que The Boys não explora, dada a sua orientação para um público adolescente. Contudo, consegue ainda entreter graças à sua abordagem simples, direta e cativante.
Igor C.
Igor C.

13 seguidores 388 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
2,0
Enviada em 23 de outubro de 2025
A temporada começou fraca e perdida em uma trama sem sentido, mas depois entrou nos trilhos com um penúltimo episódio incrível. Porém, o último, apesar de bom, teve um reinício e um desfecho do vilão simplesmente ridículos.
Kamya
Kamya

8 seguidores 120 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
4,0
Enviada em 9 de outubro de 2025
A série consegue ser infinitamente melhor do que a principal, mesmo mantendo alguns elementos desnecessários como cenas grotescas e conflitos políticos tendenciosos e panfletarios, só que em doses muito menores, pelo menos são mais contextualizadas, sem roubar o foco da história.

O que realmente é bem legal são os personagens, a Grilinha é a minha favorita, as motivações são bem construídas e os dilemas que vão além de super = vilão
Na história o que define um herói ou vilão não é o poder em si, mas as escolhas que cada um faz.
O enredo é bem mais envolvente, com ritmo ágil e reviravoltas que prendem a atenção.
Eu gostei que a produção seguiu com respeito e sensibilidade, prestando homenagens ao ator que faleceu.
Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

20 seguidores 110 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 27 de setembro de 2025
Com uma boa primeira temporada e uma péssima segunda temporada, assim se define "Gen V" na minha visão. Primeira temporada era interessante, o roteiro se encaixava bem e cada episódio era bom. A segunda temporada apresenta grande quantidade de piadas ruins, palavrões em exagero e roteiro bagunçado. Tudo que foi conquistado na primeira temporada está se perdendo na segunda temporada. Em resumo, "Gen V" é um microuniverso pobre de "The Boys", ou seja, se perderam nos episódios de "Gen V". Apenas regular, graças a primeira temporada.
Felipe Moraes
Felipe Moraes

5 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 23 de setembro de 2025
não basta ter poderes, é preciso saber como usá-los e contra quem usá-los — e que muitas vezes os maiores inimigos não são monstros externos, mas sistemas corruptos e opressores.
Eduardo Henrique
Eduardo Henrique

148 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 24 de setembro de 2025
pode melhorar a série, é legalzinho em algumas partes, mas tomara que essa segunda temporada me melhora
jhonatan cavalheiro
jhonatan cavalheiro

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 20 de junho de 2024
Série muito boa, vale muito apena assistir até o fim para conseguir entender o motivo da série existir, não há pontos negativos para a série
Opção Dois
Opção Dois

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
1,0
Enviada em 14 de maio de 2024
O pronome neutro me fez parar de assistir! A palavra é nojo, e se the boys fizer eu tô fora tbm! Ridículo demais!!!
anônimo
Um visitante
Crítica da série
1,0
Enviada em 14 de maio de 2024
Poderia ter dado mais estrelas se o pronome neutro não tivesse na série! De verdade vão querer seguir o mesmo caminho das outras séries que foram um fracasso? Ninguém quer falar namorade! Pronome neutro é meus 0V3s
Leonardo A
Leonardo A

12 seguidores 187 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 4 de abril de 2024
Derivado de The Boys, é tão violento quanto. Mas a ideia continua boa: que adianta ter superpoderes quando a índole destrutiva humana continua a mesma?