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Entergalactic sendo em alguns momentos do filme, um filme muito mais comercial, como se fosse pra divulgar as músicas do Cudi, tendo essas cenas com vocal em momentos onde não era pra ter uma música com vocal, obviamente poderia ter essas cenas mais viajadas enquanto o cara brisava de maconha mas pelo menos podia durar menos tempo e deixar o filme menos entediante a partir desse ponto. Mas ainda é bem legal, final previsível, mas é um filme de romance, não tem mt oq esperar de final.
É uma boa série pra passar o tempo. É um projeto que une música + animação + história de romance. Não entendi mto bem o nome "Entergalactic" que remete a um Sci-fi, mas não é. O espectador vai se deparar com uma história de romance urbano bem contemporânea. Acredito que as avaliações mais baixas venham dessa frustração de espectativas. A série é uma junção de HA no Aranhaverso + aquelas comédias românticas dos anos 90 que passam em NY.
O maior problema é que as músicas do Kid Cudi não são tão boas. Fiquei a série toda imaginando como a série seria tão melhor se fosse um projeto musical do Kendrick, Jay-Z, Kanye West ou até mesmo do The Weeknd.
O maior problema é que as músicas do Kid Cudi não são tão boas. Fiquei a série toda imaginando como a série seria tão melhor se fosse um projeto musical do Kendrick, Jay-Z, Kanye West ou até mesmo do The Weeknd.
Uma trama com comédia romântica, muita droga, kid cudi e manhattan
Realmente o filme poderia ter uma faixa de músicas mais amplas, mas apesar disso, cada uma delas foram bem encaixadas;
Apesar do romance clichê, o final é aquilo que sempre esperamos que acontecer, o protagonista ter o amor de sua vida apesar de uma cagada que não foi sua culpa.
Foi as melhores 1:34h que eu gastei nesta quarta-feira, dia 03 de julho de 2024, recomendo a todos.
Realmente o filme poderia ter uma faixa de músicas mais amplas, mas apesar disso, cada uma delas foram bem encaixadas;
Apesar do romance clichê, o final é aquilo que sempre esperamos que acontecer, o protagonista ter o amor de sua vida apesar de uma cagada que não foi sua culpa.
Foi as melhores 1:34h que eu gastei nesta quarta-feira, dia 03 de julho de 2024, recomendo a todos.
“Entergalactic”, criado por Kid Cudi e Kenya Barris, é uma extensão visual do álbum homônimo de Kid Cudi, e essa ligação entre música e animação é uma das coisas que mais diferenciam a produção. A trama acompanha Jabari, um artista que se muda para um novo apartamento em Nova York e acaba conhecendo Meadow, uma fotógrafa que desperta seu interesse. A partir daí, a produção constrói um romance urbano que mistura relacionamentos, carreira, amizade e a busca por uma vida mais equilibrada.
A parte visual é provavelmente o aspecto que mais chama atenção. A animação combina personagens em 3D com elementos em 2D, criando uma estética colorida e cheia de personalidade. As cores, os cenários e a iluminação ajudam a dar à produção uma aparência que lembra bastante “Homem-Aranha no Aranhaverso”, mas “Entergalactic” consegue encontrar seu próprio ritmo. As cenas noturnas de Nova York, principalmente, aproveitam muito bem essa proposta e fazem a cidade parecer quase parte da narrativa, acompanhando os personagens enquanto eles se conhecem e se aproximam.
A moda também tem um papel importante nessa identidade. Os figurinos de Jabari, Meadow e dos outros personagens combinam bastante com o ambiente urbano, e o envolvimento de Virgil Abloh ajuda a explicar por que as roupas parecem tão integradas à personalidade de cada um. Não é apenas uma questão de colocar personagens bem vestidos em cena, a maneira como eles se apresentam também ajuda a mostrar seus estilos, suas referências e o meio artístico em que vivem. As homenagens a Abloh ainda dão um significado especial a esse aspecto da produção.
A música de Kid Cudi é outro elemento que se encaixa naturalmente na narrativa. Em vez de simplesmente usar as canções como trilha sonora, a produção faz com que elas acompanhem os sentimentos dos personagens e ajudem a definir determinados momentos. As transições entre as faixas e as cenas animadas são bem construídas, fazendo com que o álbum e a história pareçam partes do mesmo projeto. Essa mistura de música, animação e narrativa acaba tornando “Entergalactic” uma experiência mais sensorial, principalmente quando o visual acompanha diretamente o clima das músicas.
Em relação ao enredo, a produção segue uma estrutura bastante conhecida de comédia romântica. Jabari conhece Meadow, os dois se aproximam, surge um problema que coloca o relacionamento em risco e, depois, existe a tentativa de resolver tudo. É uma fórmula previsível e não há muitas surpresas no caminho, mas isso não significa que a história seja ruim. O filme sabe que está trabalhando com uma estrutura familiar e prefere se concentrar nos personagens, no estilo visual e na atmosfera para tornar essa jornada mais interessante.
“Entergalactic” é um conjunto de música, animação, moda e romance do que como uma história que tenta reinventar o gênero. A trama pode ser previsível, mas dificilmente é isso que define a experiência. A animação cheia de personalidade, a conexão com o álbum de Kid Cudi, os figurinos e a ambientação de Nova York fazem com que a produção tenha uma identidade muito própria. É uma obra que consegue ser leve e estilosa sem depender apenas do enredo para chamar atenção, encontrando justamente na mistura de diferentes formas de arte o seu maior charme.
A parte visual é provavelmente o aspecto que mais chama atenção. A animação combina personagens em 3D com elementos em 2D, criando uma estética colorida e cheia de personalidade. As cores, os cenários e a iluminação ajudam a dar à produção uma aparência que lembra bastante “Homem-Aranha no Aranhaverso”, mas “Entergalactic” consegue encontrar seu próprio ritmo. As cenas noturnas de Nova York, principalmente, aproveitam muito bem essa proposta e fazem a cidade parecer quase parte da narrativa, acompanhando os personagens enquanto eles se conhecem e se aproximam.
A moda também tem um papel importante nessa identidade. Os figurinos de Jabari, Meadow e dos outros personagens combinam bastante com o ambiente urbano, e o envolvimento de Virgil Abloh ajuda a explicar por que as roupas parecem tão integradas à personalidade de cada um. Não é apenas uma questão de colocar personagens bem vestidos em cena, a maneira como eles se apresentam também ajuda a mostrar seus estilos, suas referências e o meio artístico em que vivem. As homenagens a Abloh ainda dão um significado especial a esse aspecto da produção.
A música de Kid Cudi é outro elemento que se encaixa naturalmente na narrativa. Em vez de simplesmente usar as canções como trilha sonora, a produção faz com que elas acompanhem os sentimentos dos personagens e ajudem a definir determinados momentos. As transições entre as faixas e as cenas animadas são bem construídas, fazendo com que o álbum e a história pareçam partes do mesmo projeto. Essa mistura de música, animação e narrativa acaba tornando “Entergalactic” uma experiência mais sensorial, principalmente quando o visual acompanha diretamente o clima das músicas.
Em relação ao enredo, a produção segue uma estrutura bastante conhecida de comédia romântica. Jabari conhece Meadow, os dois se aproximam, surge um problema que coloca o relacionamento em risco e, depois, existe a tentativa de resolver tudo. É uma fórmula previsível e não há muitas surpresas no caminho, mas isso não significa que a história seja ruim. O filme sabe que está trabalhando com uma estrutura familiar e prefere se concentrar nos personagens, no estilo visual e na atmosfera para tornar essa jornada mais interessante.
“Entergalactic” é um conjunto de música, animação, moda e romance do que como uma história que tenta reinventar o gênero. A trama pode ser previsível, mas dificilmente é isso que define a experiência. A animação cheia de personalidade, a conexão com o álbum de Kid Cudi, os figurinos e a ambientação de Nova York fazem com que a produção tenha uma identidade muito própria. É uma obra que consegue ser leve e estilosa sem depender apenas do enredo para chamar atenção, encontrando justamente na mistura de diferentes formas de arte o seu maior charme.
O filme tem uma pegada visual bem bacana pra quem curte fumar um e assistir alguma coisa e isso fica bem explícito no filme, visualmente e sonoramente é muito agradável de ver, história clichê que já sabemos o final, mas cada cena é uma surpresa de cores vivas e cenários incríveis pra quem gosta de um desenho adulto. Gostei bastante