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282 notas
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Tudo
Missa da meia noite
EUA, 2021
O título pode ser macabro. E é, de certa forma.
Missa da meia noite é uma minisérie que tem como pano de fundo a religião católica e suas indagações sobre crença, fé e dogmas. Acrescidos de uma pitada de suspense. Essa mistura é equilibrada e rende sustos discretos e reflexão acerca daquele velho dilema existencial: Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos?
Tudo nos é contado através de uma sinopse nada ortodoxa, pouco convencional e controversa para uma história, supostamente religiosa. No entanto, é instigante e inteligente.
O atormentado Riley, retorna a sua minúscula ilha natal, Crockett, depois de uma longa ausência. No continente, onde passou os últimos anos, foi preso em consequência de um homicídio culposo: dirigia alcoolizado e atropelou uma adolescente. Após quatro anos preso, volta a velha cidadezinha; desiludido, desanimado, arrependido e traumatizado.
O ambiente da ilha em nada ajuda, nesse retorno. Está abandonada, solitária e à beira da decrepitude.
A chegada do intrigante Padre Paul, em substituição temporária ao velho Monsenhor da comunidade, bafeja naquele ambiente desolador, novos ânimos. Padre Paul é entusiasmado, fervoroso e bastante enigmático.
Riley tem longas conversas com ele. De algum modo, parecem trazer-lhe conforto. Parecem...
Aos poucos o cenário misterioso e soturno da comunidade, ganha um ar tecnicamente leve. Sem no entanto, deixar de conviver, com pequenas situações medonhas, que gravitam, sutilmente, em torno de todos moradores. É como se Crockett estivesse há muitos anos enredada numa teia de acontecimentos infelizes, sem saber como se safar deles. Um pântano profundo e melancólico, de onde ninguém consegue emergir.
Agarrar-se à Igreja para uns é a solução. Para outros, não faz o menor sentido.
O equivocado padre tenta, a seu modo, contemporizar e harmonizar os sentimentos díspares de todos.
Um plot twist a partir de certo momento do enredo, nos faz rever os conceitos e situações que julgávamos sabidas e esclarecidas e faz surgir intolerâncias, crueldades, fanatismos, medos e descrenças. A moral, de alguns, é colocada em xeque. Um grande caos se instala.
Concomitantemente, uma série de acontecimentos inexplicáveis e bizarros, passam a fascinar e assombrar os residentes em Crockett Island, na mesma proporção.
Novos dilemas são trazidos à baila, para meditação e ponderação.
É importante ficar atento ao ótimo casal Riley e Erin (a professora) e suas conversas inspiradas. E não desgrudar da palavra do Padre. Além de ficar ligado na estranha e preconceituosa beata, Beverly.
A essência da narrativa está nas longas coversas entre os personagens: absolutamente reveladoras para o espectador mais atento. É possível desvendar quase toda a trama, sem perder o interesse. Somente ouvindo com sensibilidade o que se diz. E, observando o que se faz, em nome de uma pretensa devoção.
Podemos enxergar ainda, em Missa da meia noite, uma bonita fábula sinistra, sobre vida, medo da morte, redenção, resiliência, aceitação e o sempre sublime, amor.
Uma solução emotiva e trágica encerram a angustiante, triste e curiosa história.
EUA, 2021
O título pode ser macabro. E é, de certa forma.
Missa da meia noite é uma minisérie que tem como pano de fundo a religião católica e suas indagações sobre crença, fé e dogmas. Acrescidos de uma pitada de suspense. Essa mistura é equilibrada e rende sustos discretos e reflexão acerca daquele velho dilema existencial: Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos?
Tudo nos é contado através de uma sinopse nada ortodoxa, pouco convencional e controversa para uma história, supostamente religiosa. No entanto, é instigante e inteligente.
O atormentado Riley, retorna a sua minúscula ilha natal, Crockett, depois de uma longa ausência. No continente, onde passou os últimos anos, foi preso em consequência de um homicídio culposo: dirigia alcoolizado e atropelou uma adolescente. Após quatro anos preso, volta a velha cidadezinha; desiludido, desanimado, arrependido e traumatizado.
O ambiente da ilha em nada ajuda, nesse retorno. Está abandonada, solitária e à beira da decrepitude.
A chegada do intrigante Padre Paul, em substituição temporária ao velho Monsenhor da comunidade, bafeja naquele ambiente desolador, novos ânimos. Padre Paul é entusiasmado, fervoroso e bastante enigmático.
Riley tem longas conversas com ele. De algum modo, parecem trazer-lhe conforto. Parecem...
Aos poucos o cenário misterioso e soturno da comunidade, ganha um ar tecnicamente leve. Sem no entanto, deixar de conviver, com pequenas situações medonhas, que gravitam, sutilmente, em torno de todos moradores. É como se Crockett estivesse há muitos anos enredada numa teia de acontecimentos infelizes, sem saber como se safar deles. Um pântano profundo e melancólico, de onde ninguém consegue emergir.
Agarrar-se à Igreja para uns é a solução. Para outros, não faz o menor sentido.
O equivocado padre tenta, a seu modo, contemporizar e harmonizar os sentimentos díspares de todos.
Um plot twist a partir de certo momento do enredo, nos faz rever os conceitos e situações que julgávamos sabidas e esclarecidas e faz surgir intolerâncias, crueldades, fanatismos, medos e descrenças. A moral, de alguns, é colocada em xeque. Um grande caos se instala.
Concomitantemente, uma série de acontecimentos inexplicáveis e bizarros, passam a fascinar e assombrar os residentes em Crockett Island, na mesma proporção.
Novos dilemas são trazidos à baila, para meditação e ponderação.
É importante ficar atento ao ótimo casal Riley e Erin (a professora) e suas conversas inspiradas. E não desgrudar da palavra do Padre. Além de ficar ligado na estranha e preconceituosa beata, Beverly.
A essência da narrativa está nas longas coversas entre os personagens: absolutamente reveladoras para o espectador mais atento. É possível desvendar quase toda a trama, sem perder o interesse. Somente ouvindo com sensibilidade o que se diz. E, observando o que se faz, em nome de uma pretensa devoção.
Podemos enxergar ainda, em Missa da meia noite, uma bonita fábula sinistra, sobre vida, medo da morte, redenção, resiliência, aceitação e o sempre sublime, amor.
Uma solução emotiva e trágica encerram a angustiante, triste e curiosa história.
A pior série que INFELIZMENTE já vi na minha vida. E olha que já assisti muita porcaria.
Eu nunca me baseio em críticas especializadas para ver algo, mas dessa vez inventei de dar credibilidade a um desses "metidos" a críticos de séries e me arrependi demais.
Diálogos imensos, tediosos, insuportáveis. Ritmo lento, chato, sem nenhum atrativo. Você continua assistindo, confiando que no próximo episódio a história vai melhorar, mas isso nunca acontece.
Não percam o tempo de vocês vendo isso. É puro lixo.
Eu nunca me baseio em críticas especializadas para ver algo, mas dessa vez inventei de dar credibilidade a um desses "metidos" a críticos de séries e me arrependi demais.
Diálogos imensos, tediosos, insuportáveis. Ritmo lento, chato, sem nenhum atrativo. Você continua assistindo, confiando que no próximo episódio a história vai melhorar, mas isso nunca acontece.
Não percam o tempo de vocês vendo isso. É puro lixo.
Série profunda , poética e admirável. Se você busca uma série de terror ou de ação ela não é pra você, mas se você busca uma série profunda que visa trazer boas reflexões sobre a religião, vida e morte vai na fé.
História fraca, diálogos sem sentido e longos! Aja paciência!! Fora que o desfecho é horrível!! Não recomendo
Prezados é tanta conversa que pior do que um rádio ligado 24h. Perdi até o sentido de entender a história lenta, lastimável e mais do que sonolenta. Infelizmente até o episódio cinco, não deu prazer nenhum. Fuja disso.
Não dá nem pra crer que a série é do mesmo criador das geniais Residência Hill é Mansão Bly. Um enredo desconexo, alguns personagens totalmente inexplicados, monólogos entediantes e intermináveis e elementos de terror toscos. Muito ruim mesmo.
Parecia intrigante no início, com alguma pitada de mistério e mitologia como pano de fundo para um drama (dos poucos pontos positivos é suposto "anjo" como gênio/demônio da mitologia árabe). Mas, o enredo se tornou completamente arrastado, com muitas pontas soltas, apelo ao drama superficial, quase trash, com apelo fortemente anti-fé (qualquer fé) salpicado em frases de efeito. A conclusão é deprimente, quase risível, uma sopa sem sentido, um The Walking Dead misturado com um Coach Quântico Hare Krishna. Dou uma estrela por consideração aos efeitos visuais.
Uma minissérie que me deixou pensativo até a sua metade, depois esfriou, por que eu esperava algo diferente. De qualquer forma gostei de assistir a mesma, e faz uma boa critica social ao fanatismo religioso.
EXTREMAMENTE CHATO. Achei que em algum ponto a história iria me conquistar mas chegou no final e eu desejei conseguir meu tempo perdido de volta. Nada contra temática de igreja, mas dizer que isso é um terror? Sendo que 100% da série eu me sinto num filme evangélico e não de terror? Fora que não senti empatia por nenhum personagem. Nossa, se arrependimento mata-se estaria 7 vezes morto.
Absolutamente fantástica! Arte sobre Arte. Convido você a viver essa experiência. Impactante! ❤️
Atuações, diálogos, cenografia, trilha sonora...
Atuações, diálogos, cenografia, trilha sonora...
Como todas as obras de Flanagan, essa série é maravilhosa, discutindo a temática da religiosidade cega , simplesmente amei, fico até em dúvida se pra mim seria o top 1, que até agora estava empatado entre a Maldição da residência Hill e a Queda da casa de Usher, Myke sempre sensacional e o ator que faz o padre, nota 1000 perfeito, vale muito a pena assistir! Super recomendo!
Excelente série de mistério, com uma pitada de terror, no qual o segredo vai se revelando aos poucos e com um final surpreendente e uma crítica sobre o poder religioso manipular pessoas de bem para que se faça o mal.
Depois da "Mansão Bly" baixei mto as expectativas das séries do Flanagan, mas The Midnight Mass foi um ponto alto na carreira dele. Quem já conhece, sabe que o terror nunca é o ponto principal, mas apenas uma fachada pra tratar algum tema. Agora temas como a fé, morte, culpa, arrependimento, e principalmente como a religião pode ser justificativa p/ todo tipo de violência, são os pontos principais.
Pontos positivos: personagem do Padre Paul e da Beata Bev, estão impecáveis. A locação e alguns diálogos e embates entre a Erin x Riley x Padre Paul x Bev.
Pontos negativos: O ator que faz o Riley é bem apagado, a história sendo contada do ponto de vista dele nos primeiros episódios é bem sem graça, tem outros personagens mais interessantes. Assim como em Mandão Bly, a maquiagem de envelhecimento feira em alguns atores é bem ruim, e me tirou completamente da história. O Flaganan deveria começar a escalar outros atores p/ fazer essas transições de tempo, ao invés de apostar numa maquiagem tão mal feita.
Pontos positivos: personagem do Padre Paul e da Beata Bev, estão impecáveis. A locação e alguns diálogos e embates entre a Erin x Riley x Padre Paul x Bev.
Pontos negativos: O ator que faz o Riley é bem apagado, a história sendo contada do ponto de vista dele nos primeiros episódios é bem sem graça, tem outros personagens mais interessantes. Assim como em Mandão Bly, a maquiagem de envelhecimento feira em alguns atores é bem ruim, e me tirou completamente da história. O Flaganan deveria começar a escalar outros atores p/ fazer essas transições de tempo, ao invés de apostar numa maquiagem tão mal feita.
Quando comecei a assistir não vi nada de terror, mas do meio pro fim a gente até que se assusta um pouquinho.
Uma séria que trata de crenças, cristianismo, bíblia, fanatismo, falsos profetas e vampirismo.
Textos bíblicos bem usados, mas não se deixe enganar.
Dizem as escrituras que até os escolhidos seriam enganados. E é disso que se trata.
Bom assistir com um olhar mais clínico. Não é só uma série de terror. Não é só uma série de padres e fiéis. É muito mais que isso.
Pra pensar.
Como podemos ser facilmente enganados por pessoas que ocupam posições de liderança.
Como podemos ser facilmente manipulados.
A série é muito boa.
Reforça o versículo: E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.
Se não conhecer pode acabar se queimando.
Uma séria que trata de crenças, cristianismo, bíblia, fanatismo, falsos profetas e vampirismo.
Textos bíblicos bem usados, mas não se deixe enganar.
Dizem as escrituras que até os escolhidos seriam enganados. E é disso que se trata.
Bom assistir com um olhar mais clínico. Não é só uma série de terror. Não é só uma série de padres e fiéis. É muito mais que isso.
Pra pensar.
Como podemos ser facilmente enganados por pessoas que ocupam posições de liderança.
Como podemos ser facilmente manipulados.
A série é muito boa.
Reforça o versículo: E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.
Se não conhecer pode acabar se queimando.
Achei com muitos diálogos ruins sem pé nem cabeça e apesar dos bons atores no geral é um filme bem babaca