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Crítica da 2 temporada
5,0
Enviada em 20 de novembro de 2022
No íncio a gente pensa, "uma série com freiras guerreiras?" Mas depois quando a gente adentra ao universo da série é impossível parar de ver, cada personagem é complexo e só queremos saber mais sobre elas, sim elas, o elenco principal é composto de mulheres e na mitologia da série se trabalha muito o sagrado feminino, além de outras crenças cristãs ( mitologia se assim preferir). Temos uma protagonista forte, que passou pela morte e que vai aprendendo aos poucos que é sua missão salvar o mundo. A série é completa, amizade, ação, mitologia, romance, agrada todos os públicos e a segunda temporada cresceu muito, evoluiu bastante em relação a S2. Go! Assistam #WarriorNun na @Netlifx, precisamos de uma S3.
Queremos a 3 Temporada. Atrizes perfeita, produção top, história fantástica são tantas emoções drama, ficção, romance, amizade ação, luta, heróis, vilão tudo em uma só série. Então queremos 3 terceira temporada
A 2 temporada é ainda melhor que a primeira temporada em todos os aspectos, técnico, roteiro, atuação. Ter 8 episódios tornou a série muito mais dinâmica, a história anda com muita fluidez para culminar em um final satisfatório. Distribui bem a história entre os personagens, personagens esses que mereciam mais destaque, como a Irmã Camila e a Madre Superiora, que se juntam à Irmã Yasmine, e torna um trio muito interessante e divertido de se acompanhar rs. A cenas de lutas são muito bem feitas, destaco aqui a da Lilith no túnel no 1 episódio, a luta da Madre Superiora no conclave com os cardeais e o plano sequência na igreja no episódio 4. Os efeitos especiais são bem sutis, como a transformação da Lilith, o Halo da Ava, as Taraska e os "demônios" de Adriel, compõem a história, mas não é nada exagerado. Gosto dos figurinos, principalmente os das freiras guerreiras. As atuações estão bem equilibradas, não tem ninguém que fica muito abaixo dos outros, destaco a cena do apartamento entre Ava e Beatrice (Alba e Kristina entregam uns dos pontos altos das duas na temporada). Enfim, curti um pouco de cada coisa. rs
essa série é PERFEITA!!!! é absolutamente impossível não amá-la!!! de verdade, fazia tempos que não me apaixonada dessa maneira por uma série!! acertaram muito, e tenho certeza que QUALQUER pessoa amará ela também! encantadora e surreal de interessante.
Essa série é maravilhosa. Tem muita representatividade, e aborda vários temas importantes, além de que não devemos desistir, sempre lutar pelo que acreditamos. Isso acaba inspirando o público, principalmente os jovens. Me senti um pouco mais leve depois de ter assistido, e acredito que outros jovens tenham se sentido também. Fez expandir minha visão de que família vai além daqueles de sangue, e sim, aqueles que nos aceita e nos ajuda a melhorar. Nessa série tem tudo isso.
Maravilhosa! O tipo de série que nos apaixonamos pelos personagens... Ava, Beatrice, Mary, extremamente cativantes. O final surpreendeu bastante.Adorei e já sigo ansioso pra segunda temporada.
Mais uma série original Netflix! Apesar de ser uma produção americana, temos a Espanha mais uma vez, como palco! Se tratando de Religião versus Ciência, temos aqui uma série fantasia despretensiosa! Com um elenco quase todo "teen", vemos uma subversão na trama entre demônios, anjos e objetos místicos! O roteiro é inovador, porém a série peca em seu excessivo bom humor... Ava é uma personagem comun, e a configura como um protagonismo eventual! As outras freiras são ainda melhores como coadjuvantes, e roubam a atenção em cena! Com muitas pontas soltas, a série ainda consegue ser interessante e mostra potencial adiante! Ainda é preciso se aprofundar na sua "fantasia" ou até mesmo numa boa introdução ao "terror"! Pois deixaram a ação e os efeitos visuais, praticamente para o último episódio! Com um bom final de primeira temporada, e com uma excelente reviravolta, acredito que a segunda temporada seja ainda melhor, mais madura e focada nos demônios, caso seja renovada.
A série que eu prefiro chamar de “Irmã Guerreira” não é só mais uma série sobre a conhecida "jornada do herói" (jornada da heroína, no caso). Por isso e por outros detalhes, alguns podem a classificar como sendo uma série de heroínas. Não é! Eu poderia apenas tentar fazer uma comparação dizendo que é uma mistura de Constantine (2005) com o Código Da Vinci, mas apesar de algumas poucas semelhanças, é uma série diferente e te envolve do início ao fim dos 10 episódios. É uma ficção sobre o que algumas pessoas podem dizer se chamar de mitologia cristã. Mas porque eu gostei? Pra começar, possui um enredo cheio de reviravoltas (Plot Twists). São muitas as incertezas, e a improvável protagonista acaba te conquistando pelo seu senso de humor e sua trajetória (principalmente pela sua trajetória). Eu fiquei na torcida o tempo todo! Vaticano, artefatos secretos, padres, cientistas de física quântica, uma empresa de tecnologia e um grupo de mercenários fazem a história crescer em torno da Ordem da Espada Cruciforme (OEC), que é o principal “grupo” da série. É com essa ordem secreta que tudo começa. A OEC treina as freiras para as batalhas, mas aí você me pergunta: quais batalhas? É isso o que a protagonista tenta aprender! Anjos e demônios (na forma de espectros ou em sua forma original) são elementos que tornam a trama ainda mais interessante (e bem tensa às vezes). Cenários incríveis, cenas de lutas muito bem elaboradas, ótima fotografia, efeitos especiais refinados e que convencem bem e uma boa trilha sonora me agradaram muito. Nem falei do grupo de jovens bandidos de luxo. Pois é! E no final da série você pergunta, Mas já acabou? Não era para ter acabado naquela cena! Logo ali, naquela parte? O gostinho de “quero mais” dura por um bom tempo (pelo menos está durando para mim, mesmo assistindo a outras séries tão boas quanto). Enfim, a segunda temporada promete!
A série vale a pena. Não é uma obra-prima, possui problemas de roteiro e de certa forma lembra um pouco Shadowhunters no sentido de que é uma série com pessoas bonitas que lutam apenas um pouco em cada episódio e ao mesmo tempo que a trama é esticada, esquece de vários elementos no meio do caminho pelo número limitado de episódios e sua duração. O humor forçado não bate bem e ao invés de transformar personagens em engraçados e carismáticos, faz com que soem imaturos e quebrem a atmosfera dramática que daria uma personalidade mais densa à série.
no fim das contas é mais uma série onde adolescentes carregam o mundo nas costas e adultos não servem pra coisa alguma. poderiam pelo menos ter inovado nessa fórmula.
apesar de tudo, diverte para passar o tempo e não precisa de raciocínio algum para entender a história.
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