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albert drummond
2 críticas
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Crítica da série
5,0
Enviada em 19 de dezembro de 2024
Pra mim é uma heresia as pessoas não conhecerem essa série. É uma pérola, fotografia lindíssima, excelentes atuações. Um drama/ suspense/ comédia de qualidade.
Sensacional série, lugar, maravilhoso, história envolvente. Elenco muito bom ! qualidade técnica de imagem e som muito boas tb . Cenário paradisíaco , pitada de bom humor . Vale muito a pena !
OMG! Que série insana! Mais uma produção original Netflix, com uma mescla de atores britânicos, espanhóis e Português! temos Ibiza como palco de um grande mistério... Com um grande elenco talentoso e já com rostos conhecidos por outras séries espanholas... A história se divide entre presente e o passado, com os "flashbacks" temos as descobertas, e a cada episódio tem as suas reviravoltas! Sua premissa é de um bom thriller, porém logo você percebe que se trata de um eloquente drama! Axel é um importante e expressivo personagem, do começo ao fim... Zoe é estável e lida com os problemas de uma forma até aceitável! E com uma trilha sonora pontual, temos bons momentos, e com a música: Outro by M83, foi especial! Apesar de notáveis expressões: festas, drogas, sexo, paixões e fama! A série é intensa nos seus sentimentos e dramas existenciais de cada personagem! Sua fotografia é simplesmente bela como as lindas paisagens de Ibiza! Não tem como não se apaixonar por toda essa adrenalina de emoções... Ideal pra quem busca uma boa história e bons personagens! Seja você adulto ou não, a nostalgia da juventude e a veracidade de nossas famílias e amigos representados, nos conecta com essa excêntrica série.
White Lines. O título faz referência a cocaína, mas percebe-se que há mais referências além da droga, mas também as linhas tênues que delimitam as questões da vida. Fugir dos problemas ou ficar e enfrentá-los? Enfrentar os problemas e dores ou anestesiá-las? Ser quem realmente somos ou viver uma vida negando isso? A trama central é o misterioso sumiço e a morte de Axel Cullins, um famoso DJ em Ibiza e sua irmã Zoe que 20 anos depois, ao descobrir que ele na verdade foi assassinado, tenta refazer os passos dele para entender o que aconteceu e descobrir quem o matou, desconfiando que alguns de seus amigos estão envolvidos na morte. E ao passo que vai conhecendo as pessoas que conviveram com seu irmão, ouvindo relatos sobre ele, ela vai percebendo que não o conhecia como achava e que ele, assim como ela, carregava feridas não cicatrizadas que de certa forma poderiam justificar o seu comportamento autodestrutivo, que a alegria que ele aparentava sempre carregar, na verdade era um disfarce. Conhecemos também a outra família, a Calafat que faz um contraponto a família de Axel. Que também tem seus conflitos e que assim como a família Cullins têm feridas mal curadas e questões para serem resolvidas dentro das relações familiares, mas que ainda tem a chance de resolver essas questões conturbadas, além da briga pelo poder local com uma família rival, a família Martinez. Os personagens parecem a primeira vista, rasos, mas aos poucos se revelam cheios de traumas, cheios de medos que vão aos poucos comprovando que suas atitudes ao longo da vida tem as consequências que o tempo se encarrega de mostrar. Um personagem que se destaca como um apaziguador de conflitos e que em quase em todos os núcleos dá um chacoalhão na realidade é o segurança Boxer, maduro, sereno e empático, está em todas as situações para ajudar, ora de forma truculenta, ora de forma delicada. Zoe a cada episódio vê sua vida desmoronar, mas mesmo assim faz a escolha de ir até o fim para descobrir quem matou seu irmão. Muitas cenas de festas regadas a drogas e sexo. Vale a pena assistir. spoiler:
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